Bacharel viveu entre os Carijó da área, ganhou liderança e respeito na então aldeia de Maratayama, servindo durante décadas como intérprete, traficante de escravos e guia para navios que começavam a aflorar por aquelas águas.
• 2º fonte - 01/01/2006 - Maria Auxiliadora*“São Vicente Primeiros Tempos”. Secretaria de Turismo e Cultura da Prefeitura de São Vicente
Este documento nos dá uma boa ideia da força e variedade das atividades do Bacharel e seus genros. Os diversos produtos que eram comercializados, a existência de um estaleiro,onde eram construídos bergantins, a contratação de “línguas da terra”, o gr...
• 3º fonte - 17/06/1938 - Jornal Correio da Manhã/RJCorreio da Manhã
Em 1511 a nau Bretoa vem a Cabo Frio e ai carrega mil toras de brasil, papagaios, gatos do mato - e trinta e cinco escravizados. Para o sul, antes da chegada da esquadra colonizadora de Martim Afonso, portugueses e castelhanos, morando em meio da ind...
• 4º fonte - 01/01/1937 - Francisco Martins dos Santos*“História de Santos”. Francisco Martins dos Santos
Segundo os depoimentos de Diogo Garcia, de 1527, e de Alonso de Santa Cruz, de 1527/1530, "habitavam a Ilha de São Vicente numerosos tupys de boa indole, amigos muito dos portuguezes". Esses indígenas, como se viu no capitulo III...
• 5º fonte - 01/01/1883 - João Capistrano Honório de Abreu*Tese de concurso á cadeira de História do Brasil. Colégio D. Pedro II
Havia o homem voluntarioso e indomável, que se impunha, dominava, tornava- se verdadeiro regulo, como aquele bacharel de Cananéa, que uma vez vendeu oitocentos escravos a Diogo Garcia. [Página 83]
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DEUS!
Cassius Marcellus Clay Jr. 1942-2016
Cássius Clay é nome de escravo, não o escolhi, não o quero. Sou Muhammad Ali, um nome livre.