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Domingos Luís Grou
Ano: 1532, 5 registros, 0 fontes



session:2310
DATAY:04-02Fevereiro
AMOREOXI

tipo=p
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   Domingos Luís Grou
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1532
Quando Martin Afonso de Souza subiu ao planalto, Domingos Luiz Grou estava casado com a filha do cacique de Carapicuíba




Cacique de Carapicuíba
sogro

Margarida Fernandes
cônjugue
Referências relacionadas: (1)
1º fonte
“Os pais de Carapicuiba”, Alex Souza
“Os pais de Carapicuiba”, Alex Souza
18/09/2011

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   Domingos Luís Grou
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22 de janeiro de 1532, sexta-feira
Fundação da vila de São Vicente, conhecido como “Porto dos Escravos”






   Domingos Luís Grou
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25 de janeiro de 1532, segunda-feira
Ramalho aproxima-se á Jerybatuba três dias depois da chegada de Martim Afonso á Bertioga






   Domingos Luís Grou
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10 de outubro de 1532, segunda-feira
Martim Afonso concede sesmarias



Referências relacionadas: (1)
1º fonte
“Os pais de Carapicuiba”, Alex Souza
“Os pais de Carapicuiba”, Alex Souza
18/09/2011

Quando Martin Afonso de Souza, em 1532 subiu ao planalto, Domingos Luiz Grou estava casado com a filha do cacique de Carapicuíba, a virgem Fulana Guacú. Seu nome perde-se para a história, mas alguns autores dizem ter sido batizada como Margarida Fernandes. Esta foi, pois, a primeira mãe veneranda, a avó suprema de todos os mamelucos de Carapicuíba. Depois vieram outros personagens: Antonio Preto, Afonso Sardinha, os Padres Jesuítas entre os quais avulta a figura lendária de José de Anchieta e muitos outros, alguns já nascidos no Brasil, outros chegados de fora.
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   Domingos Luís Grou
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30 de novembro de 1532, sexta-feira
Hoje não resta dúvida de que o fundador do primeiro núcleo de povoação em Piratininga foi Martim Afonso de Souza




Lopo Dias Machado
consogro(a)
Referências relacionadas: (1)
1º fonte
João Mendes de Almeida
*Algumas notas genealógicas: livro de família: Portugal, Hespanha, Flandres-Brabante, Brazil, São Paulo-Maranhão: séculos XVI-XIX
01/01/1886

A tribo Ururay ocuparia o território desde o vale de Ururay, da banda do norte, na serra de Paranapiacaba, seguindo o curso do Piquiroby (ora Rio Grande até que, encontrando o Rio Pequeno, toma o nome dos Pinheiros), a afluir no Anhemby (Tieté). A aldeia, portanto estaria á margem do Piquiroby, mais adiante, no vale de Ururay.

Alguns chronistas referem que os indigenas desta aldea foram transferidos posteriormente para S. Miguel que por isso foi denominado de Ururay; sendo capitão-mór, loco-tenente do então donatário Lopo de Souza, Jeronymo Leitão, o qual «concedeu-lhes terras por uma só sesmaria lavrada aos 12 de Outubro de 1580, na qual consignou aos Índios dos Pinheiros seis léguas em quadro na paragem chamada Carapicuiva, e outras tantas aos de S. Miguel em Ururay.

Parece que a antiga aldeia de Ururay de 1531, fora fraccionada em duas, logo que João Ramalho edificou a villa de Santo André e que os padres da Companhia de Jesus, fazendo demolir esta, fundaram a de S. Paulo, 1554 — 1560; pois que o titulo da sesmaria de 12 de Outubro de 1580 os presuppõe já estabelecidos nos dous lugares, Pinheiros e S. Miguel. E tanto mais provável é isso, quanto é sabido o costume dos indigenas de não manterem suas aldeãs muitos anos, no mesmo lugar.

Também Pedro Taques, Nobiliarchia Paulistana, na Revista do Instituto Histórico, Geográfico e Ethnographico do Brazil, XXXIV, parte primeira, página 31, referindo-se a João Pires, bisneto de Piqueroby, escreveu:

"Foi abundante em cabedaes, com estabelecimento de uma grandiosa fazenda de terras de cultura em uma légua de testada até o rio Macoroby, que lhe foi concedida de sesmaria em 1610, com o seu sertão para a serra de Juquery."
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   Domingos Luís Grou
eysyte
Dezembro de 1532
Caminho da Serra*



Referências relacionadas: (1)
1º fonte
João Capistrano Honório de Abreu
*Tese de concurso á cadeira de História do Brasil. Colégio D. Pedro II
01/01/1883

Os Paulistas começaram a descer o Tietê desde os primeiros tempos, provavelmente antes do meiado do seculo XVI. Uns foram subindo pelos seus afluentes, Juquiry, Jundiahy, Piracicaba, Sorocaba. Outros foram até o Paraná.
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