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João II de Aragão
Ano: 1551, 0 registros,  fontes



LEO
AMOREOXI

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   João II de Aragão
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1551ID: 22143
Dom João III enviou seis órfãs, em 1551, e incumbiu o governador de...
Atualizado em 13/02/2025 06:42:31
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   João II de Aragão
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2 de abril de 1551, segunda-feira
Santa Casa confirmada por João III
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   João II de Aragão
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11 de abril de 1551, quarta-feiraID: 22991
Carta do Bispo Sardinha a D. João III, escrita de São Tiago do Cabo...
Atualizado em 13/02/2025 06:42:31
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   João II de Aragão
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14 de setembro de 1551, sexta-feira
Manuel da Nobrega é ainda mais severo em seu juízo sobre os clérigos
•  Fontes (4)
  
  
  


João III, "O Colonizador"
bisneto(a)
Referências relacionadas: (3)
1º fonte
*A COMPANHIA DE JESUS E A FORMAÇÃO DA CULTURA SEXUAL BRASILEIRA: UM ESTUDO HISTÓRICO E DOCUMENTAL A PARTIR DOS ESCRITOS DO PADRE MANUEL DA NÓBREGA
*A COMPANHIA DE JESUS E A FORMAÇÃO DA CULTURA SEXUAL BRASILEIRA: UM ESTUDO HISTÓRICO E DOCUMENTAL A PARTIR DOS ESCRITOS DO PADRE MANUEL DA NÓBREGA
01/01/2009

Ver  
fonte  
2º fonte
Eduardo Hoornaert
*História da Igreja no Brasil, 1977. Eduardo Hoornaert
01/01/1977

Ora, nao existia fazenda sem escravos. Com a maior naturalidade Nobrega escrevia ao rei Dam Joao III no dia 14 de setembro de 1551: E mande dar alguns escravos de Guine 11 casa para fazerem mantimentos, porque a terra e tao fértil que facilmente se manterao e vestir ao muitos meninos, se tiverem alguns escravos que rocam rocas de mantimentos e algodoais. [p. 40]
Ver  
fonte  
3º fonte
João Batista de Castro Junior
*“A língua geral em São Paulo: instrumentalidade e fins ideológicos”. João Batista de Castro Junior, Universidade Federal da Bahia - Instituto de Letras - Programas de Pós-graduação em Letras e Lingüística
01/01/2005

O clero secular, a impressão que deixou em Nóbrega foi claramente negativa. O jesuíta encontrou seus membros imersos em absoluta irresponsabilidade. Em carta escrita da Bahia já em 15 de abril de 1549, afirma (2000:26): “Cá há clérigos, mas é a escória quede lá vem”. (Em cartas escritas a 11 de agosto (2000:89), 13 (2000:92) e 14 de setembro de 1551 (2000:98) ele é ainda mais severo em seu juízo sobre aqueles clérigos.) Deles, portanto, não se tem nenhuma notícia de deliberada contribuição seja quanto à língua geral, seja quanto à difusão do português.

É esse domínio da língua geral que permitirá aos jesuítas uma reputação sobranceira perante os índios, em algumas situações de forma absolutamente invulgar, como no caso do Padre Manuel de Chaves, cuja facilidade com a língua, certamente aliada ao carisma pessoal, fazia-o ser tido à conta de acabar com estado de guerra entre índios e brancos. Serafim Leite (2004-I:104), tratando do levante dos Tupinaquim em 1590, ressalta sua figura, que faleceu a 18 de janeiro daquele ano. Conclui desta última data que o ataque deve ter sido posterior a essa data, porque, segundo Anchieta, enquanto morou em S. Paulo o P.Chaves, só uma vez, houve guerra entre os Índios e os Portugueses; nunca jamais, enquanto esteve em Piratininga, se abriu guerra entre uns e outros. Uma só vez se ausentou e foi o mesmo que rompesse a guerra, que com sua presença depois parou, durando a paz toda a sua vida, e acabando-se com a sua morte.
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   João II de Aragão
eysyte
4 de dezembro de 1551, sexta-feira
Carta passada em Almerim
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