13 de fevereiro de 1563, sexta-feira O clima de guerra e de preocupação com a ameaça indígena só fez crescer ao longo destes anos, tanto que os oficiais da Câmara recomendaram, em fevereiro de 1563, que todas as portas da vila fossem fechadas com cadeados para evitar possíveis ataques indígenas
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Lopo Dias Machado
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9 de março de 1563, sábado Domingos Luiz Grou foi nomeado capitão do gentio, isto é, dos índios, atendendo ao pedido dos membros do Conselho. Era uma determinação vinda de Mem de Sá, que estabelecia um responsável para assuntos indígenas
16 de abril de 1563, sexta-feira “sendo coisa maravilhosa que se achavam ás flechadas irmãos com irmãos, primos com primos, sobrinhos com tios, e, o que mais é, dois filhos, que eram cristãos detestavam conosco contra seu pai, que era contra nós”
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30 de abril de 1563, sexta-feira A vila de São Paulo necessitava de gente para sobreviver, para crescer, por isso atraia os nativos para nela viverem. A ata da Câmara da República da Vila de São Paulo de Piratininga, de 30 de abril de 1563 fala da "necessidade que temos dos nativos e sermos poucos nesta vila"
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21 de junho de 1563, sexta-feira Padre Manuel da Nóbrega retornou a São Vicente juntamente com Cunhambebe (filho) para ultimar as negociações de paz entre os indígenas e os portugueses
14 de setembro de 1563, sábado Um tratado de paz, que não duraria muito, foi firmado e o padre Anchieta deixa a aldeia dos Tamoios, parte da aldeia do chefe Cunhambebe para Bertioga