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Sorocaba/SP
Registros de 1583











ANO COMPLETO
1582  (4)
1583
16 registros / erro fontes
1584  (12)

ERROFONTE!!!
1 de 16
1583, sábado
Fundação da capela de Nossa Senhora da Luz em Ypiranga
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1583, sábado
Casamento de Isabel Fernandes Cabral, filha de Bartholomeu Fernandes, e Belchior Dias, filho de Lopo Dias
• 1º fonte - 19/06/2022
Biografia de Bartholomeu Fernandes Cabral, consultado em genearc.net
- 1.1. Isabel Rodrigues (Cabral), casada em 1583, com o português Belchior da Costa, filho de Manoel da Costa e de Beatriz Diniz. Após a morte de Isabel, Belchior casou-se pela segunda vez, com Suzana Dias, nascida em São Vicente, SP, viúva do português Manoel Fernandes Ramos (falecido em 1589, em São Paulo), filha do português Capitão Lopo Dias Machado e de sua segunda esposa, a índia brasileira Beatriz Dias (Machado). Belchior faleceu em 1625, e Suzana faleceu em 1634, ambos em Santana do Parnaíba, SP.

ERROFONTE!!!
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1 de janeiro de 1583, sábado
Armada de Valdez chega em Santos e se depara com galões ingleses*
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1583, sábado
Os primeiros caminhos em direção ao ouro saiam da Vila de Pirapitinga de São Paulo, sendo terrestres para Minas Gerais e Goiás e fluvial para Cuiabá

ERROFONTE!!!
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1583, sábado
Lopo Dias é eleito amotacel

ERROFONTE!!!
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1583, sábado
Falecimento de Gaspar Afonso

ERROFONTE!!!
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19 de janeiro de 1583, quarta-feira
Gaspar

ERROFONTE!!!
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19 de janeiro de 1583, quarta-feira
Um dos documentos mais antigos e mais frisantes da repulsa oficial, pela difusão dos folguedos autochtones, aliás, tanto ou mais inocentes e inócuos que as folganças ocidentais, é a proposta do Procurador do Conselho, Gaspar Nunes, apresentada á Câmara de São Paulo em sessão de 19 de janeiro de 1583 e logo convertida em disposição legal: - "e mais requereu o dito procurador do Conselho que todo homem cristão branco, que não seja negro de fora que se achar em aldeia de negros foros ou cativos bebendo e bailando do modo do dito jeito e suas merces lhes mandassem e pusessem pregão e pena contra os tais..."

ERROFONTE!!!
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11 de fevereiro de 1583, sexta-feira
Partiu finalmente a 11 de fevereiro de 1583 para Espanha

ERROFONTE!!!
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9 de março de 1583, quarta-feira
Outro facto é também digno de narrar-se; pela provisão de 9 de março de 1583 foi Manuel de Quadros nomeado visitador e reformador da Universidade

ERROFONTE!!!
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29 de abr. de 1583, sexta-feira
São Vicente
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1 de julho de 1583, sexta-feira
“Tres irmãos convém saber o dito Baltazar Gonçalves e Braz Gonçalves e Marcos Fernandes...” Pediram terras vizinhas a Bartolomeu Fernandes, na rua que vai para a Cruz
• 1º fonte - 17/05/2023
CARTAS DE DATAS DE TERRAS, consulta em Projeto Compartilhar
- Baltazar Gonçalves, Braz Gonçalves e Marcos Fernandes – 1 de julho de de 1583 (ou 4) – “Tres irmãos convém saber o dito Baltazar Gonçalves e Braz Gonçalves e Marcos Fernandes...” Pediram terras vizinhas a Bartolomeu Fernandes, na rua que vai para a Cruz.
• 2º fonte - 18/10/2022
Revista da Associação Brasileira de Pesquisadores de História e Genealogia nº 16, Povoadores de São Paulo - Marcos Fernandes, velho (Adendas às primeiras gerações), consultado em 18.10.2022
- Em 1583, pouco depois da morte do pai, obteve chãos em São Paulo, no caminho da Cruz, de parceria com Baltazar Gonçalves e Brás Gonçalves, todos ditos “irmãos” (RGCSP, I, 4); por esses anos, em assentamentos gerais, eram chamados irmãos os primos ou parentes próximos.
• 3º fonte - 01/01/2007
*A REPRESENTAÇÃO DO IMIGRANTE ALEMÃO NO ROMANCE SUL-RIO-GRANDENSE: A DIVINA PASTORA, FRIDA MEYER, UM RIO IMITA O RENO, O TEMPO E O VENTO E A FERRO E FOGO
- Serviu nessa vila, depois de 1583, na tutoria dos órfãos de Marcos Fernandes, o velho (INV. E TEST., IV, 455) e, de 1600 em diante, dos filhos de Antão Pires, seu sobrinho, casado com Bárbara Mendes (INV. ETEST., I, 324).
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3 de julho de 1583, domingo
Domingos Luiz e seu genro Francisco Teixeira Cid ainda não tinham terras recebem umas “do pinheiro que está acima da vila no caminho de Inguagara, por cima de Salvador Pires”. Mais tarde pedem confirmação desta data
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1 de setembro de 1583, quinta-feira
Os aldeamentos de Pinheiros e São Miguel possuem uma população de quinhentas almas nos dois aldeamentos, igualando-se à população europeia da região, calculada em 120 lares
• 1º fonte - 01/01/1957
*Na Capitania de São Vicente
- Citando ainda Del Techo, História do Paraguai, o Barão do Rio Branco, em Ephemerides Brasileiras, de lº de setembro de 1583, narra que no vale do Anhembi, hoje Tietê, os Tupiniquins tinham 300 aldeias e 30. 000 sagitários, que, em seis anos de guerra, de 1592 a 1599, foram todas destruídas e exterminados os selvagens do rio de Jeticaí, hoje rio Grande. O rio Parnaíba é afluente da margem direita do rio Paraná e tem suas nascenças mais a leste, do lado das nascenças do rio S. Francisco. Conforme se vê pelas atas da Câmara de S. Paulo, que se referem às entradas de Antônio de Macedo e de Domingos Luis Grou, já esses sertanistas lá tinham estado. As bandeiras já tinham atravessado o rio [Páginas 262 e 263]
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14 de set. de 1583, quarta-feira
“Manuel Fernandes, homem branco, antigo morador de São Paulo, estava no sertão com uma forja com os gentios, devendo ser castigado. Porém, a denúncia era infundada, porque o martelo e a bigorna estavam na casas dele e os foles estavam com seu cunhado, Gaspar Fernandes”
• 1º fonte - 01/01/2012
*Entre a memória coletiva e a história “cola e tesoura”: as intrigas e os malogros nos relatos sobre a fábrica de ferro de São João de Ipanema
- Em 1583 ainda persistia essa preocupação. O procurador Gonçalo Madeira apresentou denúncia na sessão de 14 de setembro de 1583 de que Manuel Fernandes, homem branco, antigo morador de São Paulo, estava no sertão com uma forja com os gentios, devendo ser castigado. Porém, a denúncia era infundada, porque o martelo e a bigorna estavam na casas dele e os foles estavam com seu cunhado, Gaspar Fernandes. [p. 40]
• 2º fonte - 01/01/2010
*São Paulo na órbita do Império dos Felipes: Conexões Castelhanas de uma vila da américa portuguesa durante a União Ibérica (1580-1640)
- Um Gaspar Fernandes, acusado de traficar gentios do Paraguai para São Vicente na década de 1580, e um Manuel Fernandes, casado com uma integrante da família Adorno de São Vicente, que tinha um representante vivendo em Assunção e também frequentava o Guairá nesta década, mostram que mesmo uma incursão mais regular era possível nestes tempos.
• 3º fonte - 01/01/2008
*“Os Tupi de Piratininga: Acolhida, resistência e colaboração”. Benedito Antônio Genofre Prezia, PUC-SP
- Em 1583, houve também o caso de Manoel Fernandes, ferreiro na vila. Tendo se desentendido por algum motivo, levou seus instrumentos de trabalho para a casa do irmão, escondendo-os.

Sem ter os trabalhos do ferreiro, algumas pessoas da vila o denunciaram junto ao Conselho, acusando-o de ter fugido para o sertão junto a alguma comunidade indígena, levando a forja e as ferramentas, o que resultava em “muito prejuízo para terra”.

Indignados, os vereadores logo determinaram aos oficiais que “mandassem ao meirinho com um escrivão após ele e o trouxessem prezo e lhe dessem o castigo conforme ele merecesse”. ["Os Tupi de Piratininga. Acolhida, resistência e colaboração", 2008. Benedito A. G. Prezia]
• 4º fonte - 01/01/2004
*“Sorocaba: Cidade Industrial” Geraldo Bonadio
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• 5º fonte - 01/01/1997
*Araçoiaba & Ipanema
- Assim, o ofício de ferreiro ia sendo mantido em pequena escala pelos povoadores. Havia o medo de que esse ofício fosse ensinado aos nativos os quais poderiam produzir armas de ferro, em substituição às rústicas que usavam, de pedra, madeira ou osso. E isso era fundado pois que, até 1583, os Procurador da Justiça do Rei, Gonçalo Madeira, havia acusado um tal Manoel Fernandes de conviver com os nativos no sertão fabricando armas de ferro para eles, e acrescentava que "isso era de muito prejuízo para a terra".
• 6º fonte - 25/01/1964
Figuras paulistas que povoam as crônicas do passado; Jornal “Diário da Noite”/SP
- Suzana Dias ajuda seu esposo na fundação de Santa Ana de Parnaíba. Um dia acusam Manuel Fernandes Ramos, de estar conluiado com os nativos, com bigorna e forja no sertão. Ora, se os silvícolas já eram tão temíveis com suas flechas de ponta de osso ou de madeira endurecida ao fogo, o que não seriam com armas de ponta de aço?

A denúncia ganha vulto, Suzana Dias não pode vir, pois está ausente. Não pode comparecer para defender-se. Ela surge na Câmara e declara com digna serenidade: "Meu marido não pode vir, pois está ausente, no sertão, cuidando dos interesses da família. Não tem fundamento a acusação. A bigorna e o malho aqui estão. O fole encontra-se emprestado a um amigo."

E a um gesto seu, dois servos atiram ao chão a bigorna e o malho. E com a mesma discreta e altiva dignidade com que entrou, não espera ouvir palavras de desculpas e retira-se. Vai para Santa Ana de Parnaíba, onde passa a viver cercada de respeito. Dizem que seus filhos lhe ofereceram, quando idosa, um divã com pés de ouro. (Jornal “Diário da Noite”/SP, 25.01.1964. Página 26)
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17 de setembro de 1583, sábado
Antonio de Proença chãos no caminho da cruz, junto às roças de Jorge Moreira. Baltazar Rodrigues e Paulo Rodrigues vereadores, João Maciel era escrivão

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FONTES:11

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Cassius Marcellus Clay Jr.
1942-2016
Cássius Clay é nome de escravo, não o escolhi, não o quero. Sou Muhammad Ali, um nome livre.

Fonte: ERRO!

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Dúvidas, críticas ou sugestões: Adriano César Koboyama