21 de fevereiro de 1583, segunda-feira Nos limites “onde estava sua irmã”. Nesta data era viúva de Marcos Fernandes. Oficiais da Câmara: Paulo Rodrigues, Baltazar Rodrigues, Salvador de Paiva, Gaspar Nunes e João Maciel era escrivão
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23 de maio de 1587, sábado “esta vila passava de cem moradores e tem cinco ou seis caminhos e uma ponte (...) fazer a ponte grande”. Ausência de Sardinha
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23 de maio de 1583, segunda-feira Termo de como fizeram câmara os oficiais da câmara Jorge Moreira e Antônio de Proença vereadores
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1 de julho de 1583, sexta-feira “Tres irmãos convém saber o dito Baltazar Gonçalves e Braz Gonçalves e Marcos Fernandes...” Pediram terras vizinhas a Bartolomeu Fernandes, na rua que vai para a Cruz
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3 de julho de 1583, domingo Domingos Luiz e seu genro Francisco Teixeira Cid ainda não tinham terras recebem umas “do pinheiro que está acima da vila no caminho de Inguagara, por cima de Salvador Pires”. Mais tarde pedem confirmação desta data
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14 de setembro de 1583, sexta-feira “Manuel Fernandes, homem branco, antigo morador de São Paulo, estava no sertão com uma forja com os gentios, devendo ser castigado. Porém, a denúncia era infundada, porque o martelo e a bigorna estavam na casas dele e os foles estavam com seu cunhado, Gaspar Fernandes”