1594 Os “Afonso Sardinha” e João do Prado alcançaram as margens do Rio Jeticaí, hoje Rio Grande. Nessa marcha, provavelmente atravessaram a “Paragem dos Batatais”, então habitada pelos índios caiapós
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Afonso Sardinha "Moço" filho
Referências relacionadas: (1)
1º fonte
Gilson Sanches
*Histórias ilustradas de Ypanema e do Araçoiaba 01/01/2011
Possivelmente seguindo essas informações de Anchieta e a lenda dos tupiniquins de que haveria enorme tesouro em ouro na Lagoa Dourada, os sertanistas Afonso Sardinha (pai e filho) e seus companheiros foram atraídos até o morro do Araçoiaba, nas proximidades do ano de 1587. [Página 18]
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Afonso Sardinha, o Velho
eysyte
6 de fevereiro de 1594, domingo Em 1594, foi Procurador do Conselho da vila de São Paulo. Residiu próximo à vila de São Paulo, no local então denominado Ibirapoera
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Afonso Sardinha, o Velho
eysyte
13 de fevereiro de 1594, domingo Oficiais da Câmara e outras pessoas da governança, lembrando o procurador a Afonso Sardinha “o recado do senhor capitão para estarem todos prestes para a guerra". Ao procurador parecia que tendo Afonso Sardinha "ordem para vigiar os nativos”, não fora isso necessário por não se haver “apresentado gente do sertão”, convindo agora fazê-lo “indo vinte homens brancos a ver o que passava até oo Pirapitinguí” partindo outros a “vigiarem até Sabaúma”
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Afonso Sardinha, o Velho
eysyte
4 de junho de 1594, sábado Domingos Luís Grou, filho, teria desaparecido, devorado pelos índios
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Afonso Sardinha, o Velho
eysyte
10 de junho de 1594, sexta-feira Troca entre chãos que Garcia tinha recebido de seu pai e mãe falecidos, com outros de Antonio de Siqueira, morador de Santos
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Antonio de Proença cunhado
Domingos Afonso cunhado
Referências relacionadas: (2)
1º fonte
Arquivo Histórico Municipal (SP)
*Revista do Arquivo Municipal de São Paulo CLXXVI. Prefeitura do Município de SP 01/01/1969
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2º fonte
projetocompartilhar
CARTAS DE DATAS DE TERRAS, consulta em Projeto Compartilhar 17/05/2023
Garcia Rodrigues e sua mulher Catarina Dias – 10/6/1594 - Troca entre chãos que Garcia tinha recebido de seu pai e mãe falecidos, com outros de Antonio de Siqueira, morador de Santos. Os dêle (Garcia) eram no arrebalde, caminho da ponte Grande e Tabatinguera, limitando com o outão de Antonio de Proença para a parte do mar. O de Antonio de Siqueira, os houve de Domingos Afonso e sua mulher Ana Camacha e tinham sido de Alvaro Annes, já defunto. Neste terreno já tinha Garcia Rodrigues e sua mulher Catarina Dias feito casas novas, onde se reunia o concelho, pois era juiz ordinário. “testemunhas que se acharam presentes Matheus Leme que assinou por a dita Ana Dias Leme ( abaixo diz Mateus Leme que assina por Catarina Dias) e Domingos Dias o moço, todos cunhados do dito Garcia Rodrigues”.
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Afonso Sardinha, o Velho
eysyte
14 de junho de 1594, sexta-feira João Soares e sua mulher Messia Rodrigues vendem chãos para Gaspar Vaz que já tinha construído casas no terreno junto da Matriz, em frente ao sobrado alto de Domingos Luiz
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Afonso Sardinha, o Velho
eysyte
14 de junho de 1594, sexta-feira Escrituras de vendas que faz João Soares a Gaspar Vaz, nas casas de Anna Rodrigues