Janeiro de 1596 Terminara a guerra e as atribuições do povo de São Paulo. Mas não conseguira o já idoso ex-vereador Afonso Sardinha entregar-se inteiramente a seus múltiplos negócios, pois nos primeiros dias de janeiro de 1596 via-se chamado a substituir o vereador Braz Esteves*
1596 O governador lançou mão do alvará que concedia aos jesuítas o papel de “protetores” dos índios descidos do sertão
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3 de fevereiro de 1596, sábado A 3 de fevereiro, logo após sua posse, compareceu à sessão na qual trataram que se fizessem os caminhos e pontes e serventias, de mão comum
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1 de março de 1596, sexta-feira Um mês após ele e os demais vereadores e juiz deliberaram que o pano comum não poderia ser vendido por mais de duzentos réis a vara, e que, semanalmente estivessem de guarda na vila sete de seus moradores, dos quais um deles convocaria aos outros pagando o que não comparecesse a multa de quinhentos réis
Amiudando-se as entradas dos paulistas, que intensificavam a sua ofensiva, encontramos logo no ano seguinte de 1595 o capitão Manuel Soeiro, capitaneando outra léva de bandeirantes contra os carijós. Nela tomou parte Sebastião de Freitas, o antigo soldado de Gabriel Soares, que em 1596 de novo se achava em São Paulo.