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Sorocaba/SP
Registros de 1598











ANO COMPLETO
1597  (21)
1598
26 registros / erro fontes
1599  (24)

ERROFONTE!!!
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1598, quinta-feira
Terras

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1598, quinta-feira
Demanda de encomienda de índios entre Antonio González de Orrego e Sebastián de León com Diego de Olavania (pdf)

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1598, quinta-feira
Mapa de Johannes Metellus
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1598, quinta-feira
Casamento
• 1º fonte - 13/10/2022
Inventários e Testamentos como documentos linguísticos, consultado em 13.10.2022
- PEDRO TAQUES n Setúbal, PT - m em 1644, em SP. [CN]Filho de Francisco Taques Pompeu, natural de Brabante, na Bélgica, e de Inês Rodrigues, portuguesa. Passou para o Brasil, como secretário do governador geral D. Francisco de Sousa, em 1591, e quando esse governador veio a São Paulo, em 1598, Pedro também veio e aí se casou com Ana de Proença, filha de Antônio de Proença. Exerceu os cargos de almotacel, em 1603, e de juiz de órfãos, entre 1609 e 1612.• Em 1621 (SP), T de Miguel Sanches, solteiro, filho de Diogo Sanches e Izabel Felix; v.1• Em 1638 (no termo do Ipiranga, SP), T de Francisco de Proença, c1c Isabel Ribeiro e c2c Mécia Bicudo; v.10 Foi avaliador na vila de SP, junto• com o escrivão Calixto da Mota e o avaliador Gonçalo Madeira, o velho(n PT), em 1623 (SP), I de Baltasar Nunes [Mm] (cc Isabel Dias) [Inventários e Testamentos como documentos linguísticos, consultado em 13.10.2022. Página 60 do pdf]
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1598, quinta-feira
Antonio Knivet esteve na aldeia dos Tamoios em aproximadamente 1598
• 1º fonte - 01/01/1940
*Bandeiras e Bandeirantes de São Paulo
-
• 2º fonte - 01/01/1914
*História do Brasil, 1914. João Ribeiro
- Depois chegaram às cabeceiras do Rio dos Patos,onde acharam canoas de cascas em que desceram oito diassaindo numa bela baía donde viram o mar. Aí encontraram os índios Carijós, que depois de uma derrota pediramo auxílio dos portugueses de São Vicente que, vindo sob ocomando de Martim de Sá, capturaram outra vez o fujãoKnivet.Num capítulo, tratando especialmente dos índios, quevêm no original inglês e falta na tradução publicada pelo Instituto Histórico (por ter sido omitido na tradução holandesa, donde esta foi tirada), Knivet dá mais algumasinformações sobre essa expedição. Sem precisar a data, diz que teve lugar uns cinco ou seis anos depois de sua captura pelos portugueses do Rio de Janeiro, e que esteve nove meses no sertão com Martim de Sá e onze meses entre os índios. Além de Paraeua se encontram os índios Molopaque, que empregam ouro nas suas linhas de pescar no Rio Pará, oitenta léguas adiante do Rio Paraeua, sendo o metal encontrado na terra preta chamada Taiaquara, de uma montanha seca chamada Etepararange. Na aldeia, na margem do Rio Iawary, donde Martim de Sá voltou, foram encontradas pepitas de ouro, pedaços de cristal e pedras coloridas de azul. Na viagem no sertão, depois da volta da expedição,Knivet e os seus companheiros passaram muitas montanhas, onde encontraram tanto ouro que se convenceram que estavam na província do Peru e na vizinhança de Cusco. Depois de dois meses, chegaram à grande montanha de cristal onde se deu o incidente da passagem do rio encanado e o encontro com os Tamoios. A marcha para o mar com estes foi através da província de Tucumã, que é toda arenosa. Depois depassada esta região chegaram a um grande rio que corre deTucumã para o Chile, onde se ocuparam durante quatrodias em fazer canoas, por estar o rio cheio de jacarés. No outro lado do rio havia uma montanha chamada “de todos os metais” que tinha sido visitada por espanhóis e portugueses e onde Pedro de Charamento tinha fincado uma grande cruz com o nome do rei da Espanha que Knivet substituiu pelo da Rainha da Inglaterra. Aí também havia uma pequena igreja com imagens. Julgaram estar em território espanhol do Rio da Prata e daí tomaram caminho para o mar. [Páginas 168, 169, 170 e 171]
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1598, quinta-feira
Após um Mameluco informar Dom Francisco de Souza que visita os "Montes de Sabaroason", enfim ele visitou o local / Nossa Senhora de Monte Serrat do Itapevuçu
• 1º fonte - 03/07/2015
*Revista Ponto de Fusão
-
• 2º fonte - 01/01/2015
*Imaginária Retabular Colonial em São Paulo. Estudos Iconográficos (2015) Maria José Spiteri Tavolaro Passos
- A primeira ermida dedicada à Nossa Senhora de Montserrat em terras brasileiras foi erguida na Bahia, sob a responsabilidade de Dom Francisco de Souza, ainda no século XVI e doada ao Mosteiro de São Bento da Bahia em 1598. No Rio de Janeiro, a fundação beneditina que havia sido elevada a abadia em 1600, mudou a invocação de sua ermida de Nossa Senhora da Conceição para Nossa Senhora de Montserrat, no intuito de agradar o Governador Dom Francisco de Souza, que era seu devoto. (FAUS, 1976).
• 3º fonte - 01/01/1940
*Bandeiras e Bandeirantes de São Paulo
- Dando uma notícia condensada de todos esses descobrimentos, temos o escritor holandês, Jean de Laet; na sua obra "O Novo Mundo ou Descrição das Indias Ocidentais", cuja princeps é de 1625 e que colheu os necessários informes de Anthony Knivet e de Wilhelm Jostten Glimmer. Assim, escreveu ele:

"As minas de ouro que se descobriram nestes annos precedentes, na capitania de São Vicente, são: Santiago e Santa Cruz, nas montanhas de Paranapiacaba, a quatro ou cinco leguas do mar; Jaraguá, cerca de cinco leguas de São Paulo para o norte, e a dezesete ou dezoito leguas do mar; Serra dos Guaramumis ou Marumiminis, seis ou sete leguas de São Paulo, ao nordeste e a vinte ou pouco mais do mar; Nossa Senhora do Monserrate, dez ou doze leguas de São Paulo para o noroeste, onde se encontram pepitas que pezam ás vezes duas e tres onças; Buturunda ou lbitiruna, a duas leguas da precedente, para o oeste; Ponta da Cahativa, a trinta leguas de São Paulo para o sudoeste. Quase trinta leguas da. mesma villa de São Paulo para o sudoeste, ficam as montanhas de Berusucaba ou Ibiraçoiaba, abundantes em veios de ferro, não lhes faltando também veios de ouro, que os selvagens cananéas tem por costume extrahir".

Na obra de Piso e Marcgraff em que colaborou, João de Laet ainda menciona os "montes de Sabaroason", dos quais cerca de 1598, um mameluco extraiu amostra dum metal cor azul escura, salpicado de uns grânulos cor de ouro, que levou á d. Francisco de Sousa, na Bahia, varando o sertão e que foi causa da vinda nesse mesmo ano á capitania de São Vicente, daquele notável representante do governo espanhol. [Páginas 37 e 38]

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10 de fevereiro de 1598, terça-feira
Terras
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8 de mar. de 1598, domingo
Acorria o povo a atender a provisão do Governador Geral, D. Francisco de Souza
• 1º fonte - 01/01/1969
*Revista do Arquivo Municipal de São Paulo CLXXVI. Prefeitura do Município de SP
- Acorria o povo, a 8 de março de 1598 a atender a provisão do Governador Geral, D. Francisco de Souza para que, com os moradores da vila de Santos, fossem fazer o caminho do mar, discutindo se o trabalho seria "de mão comum", se fintado o povo ou pagando a quem o desejasse.
• 2º fonte - 30/09/1958
“Os transportes em São Paulo no período colonial”, José Gonçalves Salvador
- O último, na direção norte, conduzia ao porto do Rio Tietê. Descer ao mar era ainda uma aventura das mais arriscadas, exigindo coragem e espírito de sacrifício. É verdade que o governador, D. Francisco de Souza, mandara melhorar o dito caminho em 1597 e 1598, mas nem assim podiam transitar por ele as cavalgaduras. Isto, entretanto, não impedia que uma vez ou outra surgissem na pacata vila de Piratininga mercadores forasteiros, acompanhados de seus cargueiros nativos, a trocar os artigos do comércio.
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20 de março de 1598, sexta-feira
Doze dias após Afonso Sardinha à Câmara, onde novamente tratavam do mesmo assunto e quando, a bem do povo, deliberaram sobre o quanto havia de custar a carne fresca do porco, que tabelaram a "quatorze réis o macho e a fêmea a doze réis e a da vaca fresca a duzentos réis a arroba", confirmando as posturas relativas ao gado e continuando proibida sua venda para Santos, sem licença da Câmara
• 1º fonte - 01/01/1969
*Revista do Arquivo Municipal de São Paulo CLXXVI. Prefeitura do Município de SP
- Doze dias após Afonso Sardinha à Câmara, onde novamente tratavam do mesmo assunto e quando, a bem do povo, deliberaram sobre o quanto havia de custar a carne fresca do porco, que tabelaram a "quatorze réis o macho e a fêmea a doze réis e a da vaca fresca a duzentos réis a arroba", confirmando as posturas relativas ao gado e continuando proibida sua venda para Santos, sem licença da Câmara.
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21 de mar. de 1598, sábado
A 21 de março de 1598, em vereança, a Câmara da vila de São Paulo se inquietava pela sorte da expedição de João Pereira de Sousa e requereu ao capitão-mór "que se mandasse socorro à nossa gente que ficara no sertão, porque não vinha, nem se sabia se eram mortos ou vivos"
• 1º fonte - 01/01/1957
*Na Capitania de São Vicente
- É de notar que este requerimento foi dirigido ao capitão-mór Jorge Correia, que já reassumira o seu cargo, e nesse cargo estava desde 19 de julho de 1597, porque nesta data é a esse capitão, Jorge Correia, que a Câmara de São Paulo se dirige pedindo carcereiros, ferro, prisões, para os delinquentes da vila.
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13 de maio de 1598, quarta-feira
Diogo Gonçalves Laço chega á São Paulo
• 1º fonte - 14/02/2023
Família Laço, consultado em geneall.net
- Do "Dicionário de Bandeirantes e Sertanistas do Brasil" de F. de Assis Carvalho Franco, consta:

"Diogo Gonçalves Laço - Portugues, casado com Guiomar Lopes. Veio do reino com D. Francisco de Souza, sétimo governador geral do Brasil, e na Bahia exerceu, em 1591, o cargo de Juiz de Orfãos.

Em 1597, D. Francisco de Souza nomeou-o administrador das minas e capitão da vila de São Paulo. Trouxe ele então consigo o alferes Jorge João, os mineiros Gaspar Gomes Moalho e Miguel Pinheiro Zurara e o fundidor Domingos Rodrigues além de um regimento e ordens para receber do almoxarifado de Santos todo o dinheiro que carecesse para o benefício das minas.

Depois de algumas providências em São Vicente, esse emissário do governador geral do Brasil tornou à Bahia, regressando dali com o mesmo, em outubro de 1598, de viagem novamente para a capitania vicentina. Em Vitória, onde a comitiva escalou, Diogo Gonçalves Laço comandou uma tropa à serra do Mestre Alvaro, na sondagem da prata. Com ele seguiu Francisco de Proença, sertanista de São Paulo, não dando porém resultados a diligência. Em São Paulo, Diogo Laço acompanhou D. Francisco de Souza em todas as suas jornadas ao sertão e recebeu um regimento para o serviço das minas em 19/07/1601. Faleceu deixando geração.
• 2º fonte - 01/01/2012
*Entre a memória coletiva e a história “cola e tesoura”: as intrigas e os malogros nos relatos sobre a fábrica de ferro de São João de Ipanema
- Dom Francisco de Sousa foi duas vezes Governador-Geral do Brasil. Enquanto esteve na corte de D. Felipe II, teve contato com Gabriel Soares de Sousa, que foi senhor de engenho na Bahia e que acreditava na lenda do Sol e da Terra, mencionada pelos tupiniquins junto ao Rio São Francisco. Conseguiu autorização para voltar ao Brasil e realizar expedições pelo sertão.

Enquanto isso, enviara Diogo Gonçalves Laço para ser Administrador das Minas e Capitão da Vila de São Paulo. Com D. Francisco de Sousa vieram os mineiros Gaspar Gomes Moalho e Miguel Pinheiro Zurara e o fundidor Domingos Rodrigues. Estes foram enviados a São Paulo com ordens para receber todo o dinheiro necessário do almoxarifado de Santos para a atividade mineira.

Em 1599, D. Francisco de Sousa teria vindo a São Paulo, indo diretamente às minas de ferro de Biraçoiaba. Também ordenou que uma expedição fosse em direção ao Peru atrás de ouro, mas nada teria sido encontrado. Retornou à metrópole, mas voltou ao Brasil como Marquês das Minas. Todavia, nada se encontrou por aqui, a não ser a mina de Biraçoiaba.108 Afonso Sardinha, com a vinda de D. Francisco de Sousa, teria doado um dos engenhos construídos ao rei, para que este último o administrasse em seu nome. Também nessa mesma época ergueu-se pelourinho na região, o qual, posteriormente, deu origem à vila de Sorocaba. [p. 44]
• 3º fonte - 21/12/1964
“Memória Histórica de Sorocaba: Parte I”
- Dom Francisco enviou Martim dé •Sá em 1597 no rastro de.Diogo Soares. Em outubro de 1598, Sonhando atingir Sabarabuçú como que pela retaguarda, e . aVantajando em demasia pequena mineração dos Sardinha; crendo fazer da capitania de• São Vicente um nôvo Perk • embarCóu.para o sul, com uma comitiva de soldados portuguêses e índios mansos para o transporte de pessoas e cargas e os primeiros trabalhos, não sem enviar antes, como administrador das minas, Diogo Gonçalves Laço, que chegou à vila dé São Paulo em 13 de maio daquele ano.
• 4º fonte - 01/01/1915
*Primeiro Congresso de História Nacional: Explorações Geográficas, Arqueológicas e Etnográficas
- Informado, entretanto, d. Francisco de Sousa de que, nas proximidades de São Paulo haviam sido descobertas jazidas de ouro e de ferro, enviou, em 1598, a essas, minas, Diogo Gonçalves Laço, no posto de capitão, e ele próprio, em obediência a ordens régias, partiu, em 1599, para São Paulo, afim de visitar as minas de Ybiraçoyaba, descobertas por Afonso Sardinha e Clemente Alvarez, nas imediações de Sorocaba.
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18 de maio de 1598, segunda-feira
Chegada
• 1º fonte - 01/01/1998
*Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo
- Compreendo o valor da nova que lhe era dada, e enquanto se apressava a seguir para as minas, mandou imediatamente nomear o administrador delas, Diogo Gonçalves Laço, a quem também fez Capitão da Vila de São Paulo, deu-lhe um alferes, Jorge João, e, providência mais acertada, remeteu para lá dois mineiros experimentados, Gaspar Gomes Moalho e Miguel Pinheiro Zurara, vencendo estes por ano 200$000 casa um, e um fundidor, D. Rodrigo ou Rodrigues, com as necessárias instruções e ordem para receber do almoxarife da Fazenda Real da vila de Santos o dinheiro de que este carecesse para seus trabalhos. Chegaram esses homens práticos em São Vicente a 18 de maio de 1598.

Poder-se-ia dizer que a estes, e não a Afonso Sardinha, caberia a glória de ter levantado a usina de Araçoyaba, tendo o Paulista somente a de descobrir o minério. Não parece procedente esta arguição, pois consta dos documentos, uníssonos neste ponto terem sido os engenhos construídos á custa daquele, que os doou, como coisa sua, a El-Rey. Os trabalhos dos auxiliares remetidos por D. Francisco de Souza, a ser exata a versão que contestamos, deveriam ter sido pagos por Sardinha.

Ora diz Taques, baseando-se no 1°. livro de regimentos do Cartório da Provedoria que além dos ordenados do pessoal foram despendidos 589$100 da data da sua chegada até janeiro de 1598, para o benefício das Minas. Essas despesas, portanto, deviam ser outras que não as do estabelecimento da usina, custeada pelo Paulista ilustre, fundador da siderurgia no Brasil.
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4 de jul. de 1598, sábado
Para a fundação do mosteiro foram concedidas pelo capitâo-mór Jorge Corrêa duas sesmarias, como vê-se no livro de registros na Thesouraria de Fazenda
• 1º fonte - 01/01/1886
*Algumas notas genealógicas: livro de família: Portugal, Hespanha, Flandres-Brabante, Brazil, São Paulo-Maranhão: séculos XVI-XIX
- O mosteiro de S. Bento foi fundado em S. Paulo, no anno de 1600, por frei Matheus da Ascensão, na ermida erecta em 1598 por devoção do governador D. Francisco de Souza e por frei Mauro Teixeira, dedicada â Nossa Senhora do Montserrate. Para a fundação deste mosteiro foram concedidas pelo capitâo-mór Jorge Corrêa, em 4 de Julho de 1598, duas sesmarias, como vê-se no respectivo livro de registros na Thesouraria de Fazenda, A egreja foi reconstruida em 1650 por Fernão Dias Paes, que se obrigou, por si e por seus descendentes, a dal-a prompta de tudo, inclusive alfaias, sob a condição de ter para sua família na capella-mór um carneiro ou jazigo, e assim mais duas sepulturas nas ilhargas do dito carneiro.
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1 de out. de 1598, quinta-feira
D. Francisco partiu para o Sul
• 1º fonte - 14/02/2023
Família Laço, consultado em geneall.net
- Depois de algumas providências em São Vicente , esse emissário do governador geral do Brasil tornou à Bahia, regressando dali com o mesmo, em outubro de 1598, de viagem novamente para a capitania vicentina.
• 2º fonte - 15/08/2011
Ruínas podem alterar a história de Sorocaba, por Giuliano Bonamim
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• 3º fonte - 01/01/2010
*São Paulo na órbita do Império dos Felipes: Conexões Castelhanas de uma vila da américa portuguesa durante a União Ibérica (1580-1640)
- Foi ainda sob o cumprimento dessa missão, já depois dos insucessos de Gabriel Soares no sertão do rio São Francisco, que o governador descambou para a parte sul da colônia, em outubro de 1598, deixando em seu lugar, na Bahia de Todos os Santos, o capitão Álvaro de Carvalho. Iniciava, assim, sua viagem rumo à capitania de São Vicente. Como já dissemos, fora para lá formalmente atraído em função das notícias de descobertas de ouro e prata nas minas de Jaraguá, Viraçoiaba e Vuturuna, nas cercanias da vila de São Paulo, todas elas com participação ativa de Afonso Sardinha, pai, e Afonso Sardinha, o moço, por volta de 1595.
• 4º fonte - 01/01/1998
*Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo
- Em outubro de 1598 partiu da Bahia para o sul o Governador Geral, aportando em poucos dias na Victoria, afim de providenciar sobre o descobrimentos das esmeraldas e da prata de que havia notícia na Serra do Mestre Alvaro. Mando também de lá para as lavras de São Vicente uns duzentos nativos, cujo transporte por mar se fez em navio de Aguine por conta do Almoxarifado de Santos, á vista da provisão data de Victoria a 1 de dezembro de 1598. [Páginas 29, 30 e 31]
• 5º fonte - 01/01/1940
*Bandeiras e Bandeirantes de São Paulo
- Segundo o historiador Carvalho Franco em sua obra “Bandeiras e Bandeirantes de SãoPaulo” – São Paulo, 1940, pág. 35/38, foi o mameluco Afonso Sardinha, o Moço, ocontinuador das pesquisas do ouro na capitania. Explorando as regiões próximas a SãoPaulo, acabou descobrindo ouro de lavagem na Serra da Mantiqueira em Guarulhos,Jaraguá e São Roque. Os seus descendentes continuaram na exploração das minas doJaraguá.Outras informações também as localizam nas serras de Paranapiacaba, Guaramumis,Nossa Senhora de Monserrate, Ibituma (Parnaíba) e Ibiraçoiaba (Sorocabana).As primeiras referências a certos “montes de Sabaroason”, vem de 1598, de onde ummameluco teria extraído amostras de metal que, sendo levadas à Bahia, motivaram a vindado governador, D. Francisco de Sousa, a São Vicente. [“Bandeiras e Bandeirantes de SãoPaulo”, 1940. Carvalho Franco. pág. 35/38]
• 6º fonte - 01/01/1938
*“Historia Monetária do Brasil Colonial”, Severino Sombra
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27 de outubro de 1598, terça-feira
Gaspar Gomes
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14 de novembro de 1598, sábado
Diogo de Lara pediu 200 braças no caminho do Piquiri, do segundo ribeiro à mão direita até o Tamanduateí. Recebeu 25 braças em quadra
• 1º fonte - 03/02/2024
POVOADORES DE SÃO PAULO - DIOGO DE LARA, O VELHO, data da consulta em Asbrasp
- A 14 de novembro de 1598, tendo requerido à Câmara, obteve uma data de chãos para fazer casas e quintal "indo para o Pequiri do segundo ribeiro a mão direita até o rio Tamendoatei". Alegou na petição ter mulher e filhos e que lutara nas "guerras e rebates da terra" (RGCSP, VII, 52).
• 2º fonte - 17/05/2023
CARTAS DE DATAS DE TERRAS, consulta em Projeto Compartilhar
- Diogo de Lara - 14/11/1598- Pediu 200 braças no caminho do Piquiri, do segundo ribeiro à mão direita até o Tamanduateí. Recebeu 25 braças em quadra.
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14 de novembro de 1598, sábado
Isabel Rodrigues mulher de Antonio Bicudo, ausente. Chãos entre Manoel de Siqueira, seu genro, e Pedro Nunes e Miguel Fernandes o crespo
• 1º fonte - 17/05/2023
CARTAS DE DATAS DE TERRAS, consulta em Projeto Compartilhar
- Isabel Rodrigues – 14/11/1598- Mulher de Antonio Bicudo, ausente. Chãos entre Manoel de Siqueira, seu genro, e Pedro Nunes e Miguel Fernandes o crespo.
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14 de nov. de 1598, sábado
Afonso Sardinha, o moço, encontrava-se em pleno sertão acompanhado de “alguns mancebos e mais de cem índios cristãos” em demanda de ouro e outros metais / Metalúrgicos se estabeleceram na região / Carijós fogem para Paranapanema
• 1º fonte - 25/05/2025
Itavuvu: começo da história de Sorocaba virou sinônimo de crescimento urbano
- A avenida Itavuvu é simbolicamente onde Sorocaba começou. Em 1598, Afonso Sardinha e Clemente Álvares estiveram no Morro de Araçoyaba (popularmente conhecido como “Morro de Ipanema”) à procura de ouro. Encontrando minério de ferro, mas pensando ter encontrado ouro e outros metais preciosos em abundância, comunicaram a descoberta ao governador-geral dom Francisco de Souza, que criaria ali, em 1599, a Vila de Nossa Senhora do Monte Serrat, mandando mineiros explorarem as redondezas e para ali transferindo, inclusive, a sede de seu governo.
• 2º fonte - 18/03/2023
Genealogia de Henrique da Cunha Gago, o Velho. Consultado em genearc.net
- Em 1598, Henrique participou da bandeira de Afonso Sardinha, o Moço, ao sertão do Jeticaí, para captura de índios. Com Afonso Sardinha, fez também algumas expedições em busca de ouro. Em 1602, participou da expedição de Nicolau Barreto contra as tribos do Guairá. Chefiou uma das entradas na direção da região do Guairá.
• 3º fonte - 20/02/2023
"Povoadores de SP - Afonso Sardinha" Revista da ASBRAP nº 17, consultado em
- II- AFONSO SARDINHA, O MOÇO, n. depois de 1556 (sua mãe, dos povoadores) residente em S. Paulo onde, a 31 de julho de 1593 (como elegível da Câmara) foi nomeado almotacel com Simão Borges (de Cerqueira) estando ambos ausentes da vila (ACCSP, I, 446; RGCSP, I, 122). Em 1598, comandou uma entrada ao sertão formada por moradores de S. Paulo, com cerca de cem administrados cristãos, mas a Câmara decidiu pelo seu regresso (ACCSP, II, 47).
• 4º fonte - 01/01/2020
*Forjando "Máquina Grande" nos sertões do Atlântico: Dimensões centro-africanas na história da exploração das minas de Ipanema e na instalação de uma Real Fábrica de Ferro no Morro do Araçoiaba - 1597-1810. Franciely das Luz Oliveira
- Seu filho, mameluco, bastante rememorado nas narrativas sobre a descoberta do ferro na Capitania de São Vicente, também esteve envolvido coma vida sertanista. Em 1598, nas atas da câmara, os vereadores fizeram uma queixa contra ele, pois o filho que carregava o mesmo nome do pai, Afonso Sardinha,

"havia ido ao sertão e levou em sua companhia outros mancebos e mais de cem nativos, tinha intenção de ir à guerra e saltos e correr e terá com intenção de tirar ouro e outros metais (...)".

Não era pouca a monta; certamente o cabedal de cem nativos não era acessível a qualquer pessoa.
• 5º fonte - 01/01/2010
*São Paulo na órbita do Império dos Felipes: Conexões Castelhanas de uma vila da américa portuguesa durante a União Ibérica (1580-1640)
- Mas, independente das duas visões, o que podemos aferir sobre a existência efetiva de ouro em São Paulo? Como já dito, as notícias que atraíram o governador davam conta de certo ouro encontrado pelos Sardinha (o velho e o moço), nas cercanias de São Paulo. Em novembro de 1598, na iminência da chegada de Souza, Afonso Sardinha, o moço, encontrava-se em pleno sertão acompanhado de “alguns mancebos e mais de cem índios cristãos” em demanda de ouro e outros metais.
• 6º fonte - 01/01/1997
*História Geral Da Civilização Brasileira V 11 Economia E Cultura ( 1930 1964) Topics História do Brasil
- Continuando essas primeiras sondagens de ouro na Capitania de São Vicente, o mameluco Afonso Sardinha, cognominado "o moço”, localizou ouro de aluvião na serra da Mantiqueira, em Guarulhos, no Jaraguá e em São Roque. Em 1598, promoveu uma entrada que chegou às proximidades das nascentes do rio São Francisco. [p. 318]
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14 de nov. de 1598, sábado
Barreto
• 1º fonte - 01/01/1957
*Na Capitania de São Vicente
- Ainda inquieta pela sorte da bandeira a Câmara requereu de novo a 14 de novembro de 1598, mas já a Roque Barreto, então capitão-mor, “porquanto a nossa gente que ficou no sertão da companhia de João Pereira de Sousa não vinha e podia estar necessitada de socorro e que era bem que se lhe desse socorro e se soubesse de (que) modo estava, pois é bem de todos (Atas, vol. 2º, pág. 47).

A devassa instaurada contra Jorge Correia não dera resultado criminal (e nem esse intuito teve D. Francisco de Sousa), pois que Jorge Correia exerceu seu cargo após a prisão de João Pereira de Sousa.

O que importava para D. Francisco de Sousa era que o capitão, por ele mandado, fora preso e não poderia levar a cabo a entrada ao sertão, e que a opinião dos jesuítas e de seus partidários prevaleceria não se fazendo por conseqüência as explorações, que deveriam encontrar as minas desejadas, com o desânimo de alguns e com a dispersão dos bandeirantes.

Na Bahia, o Governador-geral do Brasil sentiu que as atividades dos sertanistas vicentinos se perderiam e, que os seus esforços para descobrir as fabulosas minas de Robério Dias, procuradas antes por João de Sousa e por Gabriel Soares de Sousa nenhum resultado teriam. Resolveu, pois, passar-se para a Capitania de S. Vicente para coordenar o trabalho dos bandeirantes, acalmar os jesuítas e assim descobrir o ouro cobiçado e obter o marquesado das Minas. [Página 270]
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27 de novembro de 1598, sexta-feira
Diogo Arias de Aguirre foi nomeado Capitão-Mór da Capitania de São Vicente
• 1º fonte - 21/12/1964
“Memória Histórica de Sorocaba: Parte I”
- D. Francisco enviou Martim de Sá em 1597 no rastro de Diogo Soares. Em outubro de 1598, sonhando em atingir Sabarabuçú como pela retaguarda, e avantajando em demasia a pequena mineração dos Sardinha, crendo fazer da capitania de São Vicente um novo Perú, embarcou para o sul, com uma comitiva de soldados portugueses e nativos mansos para o transporte de pessoas e cargas e os primeiros trabalhos, não sem enviar antes, como administrador das minas, Diogo Gonçalves Laço, que chegou à vila de São Paulo em 13 de maio daquele ano.

No Espírito Santo deteve-se o Governador, enviando na direção da Sabarabuçú a Diogo Martim Cão. Parou pouco no Rio. De Santos a Cubatão, viajou em canoa. Subiu o péssimo caminho da Paranapiacaba em rêde. Nos arredores de São Paulo teria cavalgado.
• 2º fonte - 01/01/1957
*Na Capitania de São Vicente
- De fato, partiu para a Capitania de Lopo de Sousa tocando em diversos pontos da costa do Brasil, como Espírito Santo de onde dizem mandou exploradores ao sertão. Em Vitória, por provisão datada de 27 de novembro de 1598, nomeou Diogo Arias de Aguirre capitão-mor de certos navios que foram em direitura para a capitania de S. Vicente com 300 índios flecheiros, para sua guarda e benefício das minas de S. Vicente “até a minha chegada para evitar os inconvenientes que com a minha presença se atalharão sem embargo de presente (haver?) na dita capitania capitão” (Provisão registrada na Câmara de S. Vicente a 18 de dezembro de 1598 e também na Câmara da vila de S. Paulo no Reg. Geral, vol. 7º, págs. 61 a 65).
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1 de dezembro de 1598, terça-feira
Provisão de Francisco
• 1º fonte - 27/08/2023
Quinto do ouro, consulta em Wikipédia
- A união das duas Coroas ibéricas facilitou a penetração no interior do Brasil pelos portugueses. Um dos mais ativos nessa diligência foi o governador-geral, D. Francisco de Sousa, Que pretendia o título de Marques das Minas, prometido pelo rei espanhol, Filipe II de Espanha a quem encontrasse ouro no Brasil. Em 1598, D. Francisco de Sousa seguiu para São Vicente, a fim de examinar pessoalmente os primeiros depósitos de ouro descobertos nessa capitania: o ouro das minas de Jaraguá, Bitiruna, Monserrate e Araçoiaba.

Substituído no governo geral, em 1602, D. Francisco foi nomeado governador da Repartição Sul e incentivou novas buscas por metais preciosos. Apesar de não ter realizado seu intento - D. Francisco de Sousa morreu na capitania - em 1611, seu esforço foi fundamental para o que veio a seguir: as bandeiras, como ficaram conhecidas as novas expedições que partiam da vila de São Paulo em direção ao interior.
• 2º fonte - 01/01/1998
*Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo
- Mandou também de lá para as lavras de São Vicente uns duzentos nativos, cujo transporte por mar se fez em navio de Aguirre por conta do Almoxarifado de Santos, á vista da provisão data de Victoria a 1 de dezembro. [Páginas 30 e 31]
• 3º fonte - 22/06/1929
“As minas de ouro do Jaraguá”
- Não tardou o governador em dar inicio a tarefa que lhe havia sido imposta e que lhe sorria, por estar no seu propósito vindo ao Brasil, providenciar bandos para o descobrimento do ouro.Achando-se D. Francisco de Sousa no Rio de Janeiro, dirigiu-se para o planalto de Piratininga em fins de 1598. Foi a Araçoiaba acompanhado por Antonio Raposo Tavares, onde examinou as minas de pedras, e, em seguida, fundou uma povoação no vale das furnas, a que deu o nome de São Felippe, em homenagem ao monarca que o nomeara. Ali fez levantar pelourinho, simbolizando o predicamento de Villa. Essa povoação foi pouco depois transferida para a margem esquerda do Rio Sorocaba, onde está edificada a cidade desse nome.
• 4º fonte - 01/01/1929
*Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, volume XXVII
- Achando-se D. Francisco de Sousa no Rio de Janeiro, dirigiu-se para o planalto de Piratininga em fins de 1598. Foi a Araçoyaba acompanhado por Antonio Raposo Tavares, onde examinou as minas de pedras, e, em seguida fundou uma povoação no vale das furnas, a que deu o nome de São Felippe, em homenagem ao monarca que o nomeara. Ali fez levantar pelourinho, simbolizando o predicamento de Vila.

E para que não deixasse de ser satisfeita a cobiça do valido do magnata castelhano, dava-lhe Sardinha um dos dois fornos catalães com que explorara as riquezas avaramente guardadas no seio da terra.

De nada, entretanto, valera a avidez do senhor D. Francisco para o progresso dos trabalhos, e, já em 1629, estava extinta a exploração das minas, cujos preciosos minérios eram guardados, segundo a crendice nativa, por fabulosos duendes que povoavam a "lagoa dourada", assente no cume do Araçoyaba.
• 5º fonte - 01/01/1886
*Chronica geral do Brazil
- Malogrado a descoberta das minas de prata da Bahia, noticiada a Felippe II de Castella por Diogo Dias, e para cuja execução foi encarregado D. Francisco de Souza, governador geral do Brasil, persistindo El-rei na ideia da descoberta de minas determinou ao governador, que insistisse nela, e sabendo D. Francisco de Souza, que na serra de Araçoiaba ou Araaçoiava (cobertura do sol), montanha de três léguas de comprimento, no distrito de Sorocaba, existiam jazidas de minerais, além de puro ferro, dirigiu-se para ali, e chegando em São Paulo em fins de do ano 1598, partiu para a serra de Araçoiaba, e reconheceu a riqueza do mineral pela presença de dois fornos que ali estavam, levados por um tal Sardinha, que os trouxera da Espanha, e em sua presença procedendo-se os ensaios, retirou-se D. Francisco de Souza, satisfeito do que vira, aceitando um dos fornos que Sardinha lhe ofertara.

Para não deixa o lugar sem uma lembrança da sua excursão, tendo antes passado pelo vale das Furnas, próximo a serra do Araçoiaba, escolhendo um sítio, fez levantar pelourinho, como símbolo de vila, o qual, foi depois transferido para o lugar onde posteriormente edificou a cidade de Sorocaba. (Vid. o governo de D. Francisco de Souza no meu Brazil Hist.)

ERROFONTE!!!
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11 de dezembro de 1598, sexta-feira
Ordens expedidas
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12 de dezembro de 1598, sábado
Belchior Dias recebeu terras em Vuturuna (São Roque), caminho de Ibirapuera, onde teria descoberto as minas de Vuturuna
• 1º fonte - 09/05/2022
Biografia de Lopo Dias Machado, consultada em genearc.net
- Andou pesquisando ouro nas proximidades de Santana do Parnaíba, e foi o descobridor das minas de Vuturuna, no atual município de São Roque, SP. Residiu junto às suas minas, em terras doadas por sua irmã Suzana. Em 1598, recebeu terras de sesmaria no caminho de Ibirapuera".

A Serra do Voturuna ou Boturuna é uma serra localizada nos municípios de Santana do Parnaíba e Pirapora do Bom Jesus, no estado de São Paulo, no Brasil. Seu ponto culminante é o morro do Voturuna, também chamado de morro Negro, no município de Pirapora do Bom Jesus, com 1 217 metros de altitude. Também fazem parte, da serra, o morro do Voturana e a cachoeira do Voturuna.
• 2º fonte - 01/02/2014
Patrimônio Natural e Cultural em uma área de expansão urbana: O Caso da Granja Carolina*
- Suzana Dias após a morte de seu primeiro marido casa-se com Belchior da Costa, este traz para a sua vizinhança os filhos de sua primeira mulher e o irmão de Suzana Dias, Belchior Carneiro.

Recebe desta, quinhentas braças de terra e fixa residência na região. Belchior Carneiro foi o descobridor das minas de ouro do Vuturuna, perto de Parnahiba. Falleceu em 1607 no sertão em descobrimento de metaes. [Páginas 48, 49 e 50]
• 3º fonte - 01/01/2007
*A REPRESENTAÇÃO DO IMIGRANTE ALEMÃO NO ROMANCE SUL-RIO-GRANDENSE: A DIVINA PASTORA, FRIDA MEYER, UM RIO IMITA O RENO, O TEMPO E O VENTO E A FERRO E FOGO
- Em requerimento conjunto com Belchior Carneiro, obteve da Câmara, a 12 de dezembro de 1598, vinte braças craveiras de chãos em quadra para casas e quintais, no caminho de Ibirapuera (Carta de Datas, I, 104).

ERROFONTE!!!
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18 de dezembro de 1598, sexta-feira
André de Escudeiros e Jaques Felix conseguem terras na Vila de Burapuera, partindo com Nuno Vaz Pinto, ao longo do caminho, até Maria Ribeiro. André recebe 20 braças e Jaques 10

ERROFONTE!!!
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18 de dezembro de 1598, sexta-feira
Diogo Fernandes pede um chão vizinho à casa que tinha dado a seu genro Domingos de Góis, limitando com José de Camargo, Antonio Raposo e João de Santa Ana

ERROFONTE!!!
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18 de dezembro de 1598, sexta-feira
Diogo Arias de Aguirre é confirmado no cargo

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FONTES:31

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1942-2016
Cássius Clay é nome de escravo, não o escolhi, não o quero. Sou Muhammad Ali, um nome livre.

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