Wildcard SSL Certificates

Francisco de Sousa
Ano: 1611, 18 registros, 63 fontes



session:1878
DATAY:10-02Fevereiro
AMOREOXI

tipo=p
Ver registros relacionados apenas a Francisco de Sousa
1610 (18)16111612 (/1)

 (23)


   Francisco de Sousa
eysyte
1611
Começou um povoamento na margem esquerda do rio Pirajibu, no Mato Adentro, perto da atual Aparecida
•  Imagens (1)
•  Fontes (7)
  
  
  

Referências relacionadas: (4)
1º fonte
Epidemia que atingia a vila de São Paulo / D. Francisco está no Sertão
Epidemia que atingia a vila de São Paulo / D. Francisco está no Sertão
12/05/1611

Ver  
fonte  
2º fonte
Barbosa Lima Sobrinho
*“O devassamento do Piauí”, Barbosa Lima Sobrinho
01/01/1946

De São Vicente, mais ou menos por essa época, saíra, à procura da região doo São Francisco, uma importante expedição, cujo comando se atribui a André de Leão. Não está perfeitamente apurado se se refere a essa entrada, ou a alguma outra um pouco posterior, o roteiro deixado por Wilhelm Glimmer e divulgado na obra de Piso e Markgraf.

O ponto de referência, para a fixação de sua data, é a chegada de D. Francisco de Sousa a São Vicente, como governador. O fato se repetiu em momentos diversos, em 1599 e em 1609, dentro das mesmas circunstâncias referidas no roteiro de Glimmer. Dai depreendeu Capistrano de Abreu a conclusão de que o itinerário se poderia referir à viagem de André de Leão, em 1601, como a alguma outra exploração de 1611. [Páginas 37 e 38]
Ver  
fonte  
3º fonte
Francisco de Assis Carvalho Franco
*“Dicionário de bandeirantes e sertanistas do Brasil - séculos XVI - XVII - XVIII” de Francisco de Assis Carvalho Franco
01/01/1954

Não encontrara no entanto o fidalgo português nesse local os metais nobres que tanto ambicionava. E mergulhado no isolamento dessas paragens desde janeiro de 1611, desamparado de toda sua antiga comitiva e de todo seu antigo fausto, veio por fim a perecer, em meados de junho, com o mais humilde e desbaratado dos seus antigos caminheiros do desconhecido. Da melancolia e da singularidade deste fim do magnifico cortesão dos reis de Castela, nasceram, à maneira de legendas, versões várias.
Ver  
fonte  
4º fonte
Luís Castanho de Almeida
“Memória Histórica de Sorocaba: Parte I”
21/12/1964

Outra curiosidade é que a margem esquerda do Piragibú, no Mato Dentro e perto da atual Aparecida, começa ser povoada nesse mesmo ano, aparecendo por limite o caminho, parte do que já delineamos. Mas nem Parnaíba era vila. Era uma fazenda de Suzana Dias, viúva de Manuel Fernandes Mourão, os pais de três homens notáveis: André, Baltazar e Domingos, respectivamente fundadores de Parnaíba, Sorocaba e Itú. Ela casou-se pela segunda vez. Entre 1611 e 1654, tudo é silêncio, menos as sesmarias de André Fernandes, uma das quais êle doou antes de 1648, ano de sua morte, a Baltazar. Em 1625 Parnaíba torna-se município e êsses moradores prestam-lhe obediência.
Ver  
fonte  



   Francisco de Sousa
eysyte
1611
Azevedo, o velho, que trouxe, em 1611, amostrar de esmeraldas
•  Imagens (31)
•  Fontes (2)
  
  
  

Referências relacionadas: (2)
1º fonte
Francisco de Assis Carvalho Franco
*“Dicionário de bandeirantes e sertanistas do Brasil - séculos XVI - XVII - XVIII” de Francisco de Assis Carvalho Franco
01/01/1954

Ver  
fonte  
2º fonte
*LIVRO QUE DÁ RAZÃO DO ESTADO D0 BRASIL~1612
*LIVRO QUE DÁ RAZÃO DO ESTADO D0 BRASIL~1612
01/01/1955

Ver  
fonte  



   Francisco de Sousa
eysyte
29 de janeiro de 1611, sábado
Petição que fez Clemente Alvarez
•  Imagens (1)
•  Fontes (4)
  
  
  

Referências relacionadas: (3)
1º fonte
Francisco de Assis Carvalho Franco
*“Os companheiros de D. Francisco de Souza”. Francisco de Assis Carvalho Franco (1886-1953)
01/01/1929

"...porquanto Francisco Alvares Corrêa que está eleito por eleição para ser procurador é ido fóra da villa e não se sabe aonde, que se ajuntasse algumas pessoas da governança da terra para com eles ditos oficiais elegerem um procurador que sirva em sua ausência e assim acordaram; e outrossim mandaram uma provisão que éra vinda a esta vila do sr. Governador d. Francisco de Sousa sobre o ouro valer por trinta mil réis o marco, que se suspendesse o seu efeito até a vinda do senhor governador por estar de caminho para esta Capitania..."
Ver  
fonte  
2º fonte
Afonso d´Escragnolle Taunay
*Historia Geral das Bandeiras Paulistas Escripta á vista de avultada documentação inedita dos archivos brasileiros, hespanhoes e portuguezes Tomo Quinto - Jornadas nos sertões bahianos - Os inventarios da selva - Primordios da mineração - O cyclo do ouro de lavagem - As esmeraldas e a prata, 1929. Afonso d´Escragnolle Taunay (1876-1958)
01/01/1929

Também conhecido como Gerhart Bettinck ou Geraldo Betting. Natural de Doesburg, Geldrie, Holanda. Engenheiro, veio para o Brasil, na companhia do governador D. Francisco de Souza, posteriormente a 1591, para trabalhar em pesquisas minerais, vivendo na Bahia até o ano de 1600 e passando para São Paulo após essa data. Acompanhou o governador em suas incursões à costa, aos rios Araçoiaba, Jaraguá e Ibituruna, acontecidas até julho de 1601. Em 1611, Balthazar Gonçalves declara que pretende ir às minas de Caativa com “o mineiro alemão Oalte ou Bettimk”.
Ver  
fonte  
3º fonte
Cassiano Ricardo Leite
*MARCHA PARA OESTE
01/01/1970

Ver  
fonte  



   Francisco de Sousa
eysyte
8 de abril de 1611, sexta-feira
Elevação da povoação de Santa Ana de Moji à categoria de Vila, assinado pelo governador
•  Imagens (2)
•  Fontes (3)
  
  
  

Referências relacionadas: (1)
1º fonte
asemana.com.br
Gaspar Vaz, fundador de Mogi. Por Rouxinol Mogi, em asemana.com.br
09/09/2022

Por avaliadores da fazenda que ficou em Mogi foram indicados e prestaram juramento Francisco Vaz Coelho e Braz da Piña, que devem ter acompanhado Gaspar Vaz e o corpo de Francisca a São Paulo, para ser sepultado na Igreja do Carmo. Estando em São Paulo com muitos dos moradores de Mogi, Gaspar Vaz encabeçou um requerimento solicitando a elevação da povoação de Santa Ana de Mogy à categoria de Vila, assinado pelo governador em 8 de abril de 1611.
Ver  
fonte  



   Francisco de Sousa
eysyte
11 de abril de 1611, segunda-feira
Despacho do Governador
  
  




   Francisco de Sousa
eysyte
21 de abril de 1611, sexta-feira
D. Francisco elevou o novo local com o nome de vila de São Filipe: “Entre 1611 e 1654, tudo é silêncio, menos as sesmarias de André Fernandes, uma das quais êle doou antes de 1648, ano de sua morte, a Baltazar”
•  Fontes (15)
  
  
  

Referências relacionadas: (12)
1º fonte
*Antigo mapa, provavelmente do final do século XVIII, mostrando dados cartográficos entre os anos 1608/1791, nele notadas as fazendas jesuíticas em Guareí - São Miguel e Botucatu - Santo Inácio
*Antigo mapa, provavelmente do final do século XVIII, mostrando dados cartográficos entre os anos 1608/1791, nele notadas as fazendas jesuíticas em Guareí - São Miguel e Botucatu - Santo Inácio
01/01/1791

Para Sorocaba traz a informação: “Esta Vila foi feita cidade por El Rei Felipe 3º, para dar-lhe o nome São Felipe, no tempo de Dom Francisco de Souza, Conde do Pardo, em 1611”.
Ver  
fonte  
2º fonte
*Revista do Instituto Histórico e Geográfico de SP, vol. LVIII, 1958. Comissão de redação: Dácio Pires Correia, Nicolau Duarte Silva e Vinicio Stein de Campos
*Revista do Instituto Histórico e Geográfico de SP, vol. LVIII, 1958. Comissão de redação: Dácio Pires Correia, Nicolau Duarte Silva e Vinicio Stein de Campos
01/01/1958

Em 1611, estando em São Paulo, como Governador das capitanias e das minas do Sul, Dom Francisco de Souza autorizou a mudança do povoado para o campo, à beira do Rio Sorocaba, no Itavuvu, tendo a vila de efêmera duração, o nome de São Felipe em honra do Rei da Espanha.
Ver  
fonte  
3º fonte
Jornal Correio Paulistano
Jornal Correio Paulistano/SP
20/04/1962

Em 1611 dita povoação transferiu-se para Itavuvu. Em 1654 Baltazar Fernandes fundou Sorocaba e em 1661, criado o município deste nome, os bairros que hoje fazem parte de Araçoiaba da Serra, inclusive o Campo Largo de Sorocaba tem a sua história em comum com o daquele município. O povoamento foi contemporâneo. Quando Baltazar Fernandes deu terras ao Mosteiro de São Bento em Sorocaba mencionou os limites com Braz Esteves. A fazenda deste era tão grande que estava na sede já nos limites atuais com Tatuí, na barra do Tatuí no Sorocaba.

Nesse local existiu, pois, a primeira casa e Capela de Araçoiaba da Serra enquanto território, cerca de 1660 a 1700. Então desaprovou-se de novo, vindo a imagem para a matriz de Sorocaba (Era Nossa Senhora da Conceição). A cruz foi erguida ha poucos anos no alto fronteiro à cidade.
Ver  
fonte  
4º fonte
Luís Castanho de Almeida
“Memória Histórica de Sorocaba: Parte I”
21/12/1964

Entre 1611 e 1654, tudo é silêncio, menos as sesmarias de André Fernandes, uma das quais êle doou antes de 1648, ano de sua morte, a Baltazar. Em 1625 Parnaíba torna-se município e êsses moradores prestam-lhe obediência. No ano de 1646, segundo informaram em 1747 ao vigário Pedro Domingues Pais, já havia moradores em Sorocaba.

O ano de 1611 é não só conveniente, mas muito plausível, por estar sob o nome São Filipe, no mais antigo mapa em que aparece a região de Sorocaba, do holandês João de Laet. O que a tradição oral guardou é a localização da segunda Sorocaba no Itavuvú. Lá estão hoje, com casas mais modernas, como que duas ruas em ângulo reto e num dos lados a capela, sucessora de outra que também não era a primeira.Deve ter havido um rancho para uma cruz, pelo menos. Outra curiosidade é que a margem esquerda do Piragibú, no Mato Dentro e perto da atual Aparecida, começo& â- ser povoada nesse mesmo ano, aparecendo por limite o caminho, parte do que já delineamos. Mas nem Parnaíba era vila. Era uma fazenda de Suzana Dias, viúva de Manuel Fernandes Mourão, os pais de três homens notáveis: André, Baltazar e Domingos, respectivamente fundadores de Parnaíba, Sorocaba e Itú. Ela casou-se pela segunda vez.

Sabe-se que o pelourinho foi mudado concretamente (ou se erigiu outro, sendo simbólica a mudança), para o Itavuvú e por ordem de Dom Francisco de Souza, com certeza histórica indireta. Isto é, em 1661 Baltazar Fernandes requereu a mudança do pelourinho erigido por Dom Francisco de Souza a légua e meia da atual Sorocaba. Desaparecido o documento original, várias cópias existentes falam em "meia légua", mas é êrro de cópia.
Ver  
fonte  
5º fonte
*Anais do VII Simpósio Nacional dos Professores Universitários de História
*Anais do VII Simpósio Nacional dos Professores Universitários de História
01/01/1974

Ver  
fonte  
6º fonte
José Monteiro Salazar
*Araçoiaba & Ipanema
01/01/1997

Pois repetimos: Pedro Taques de Almeida Pais Leme (1714-1777) não alude a Vila. Cita apenas que D. Francisco levantou pelourinho e denominou as minas de Nossa Senhora do Monserrate. Um ou outro autor acrescentava Monte Serrate do Itapevussú, mas isso não aparece na obra de Pedro Taques de Almeida Pais Leme (1714-1777). E ele continua sendo a melhor fonte de pesquisas para aquela época em Araçoiaba.

Então, segundo nos acode ao raciocínio, poderia, muito bem, em melhores casas, mais bem construídas, de Afonso Sardinha e seus principais auxiliares, no Itavuvú, ter ficado D. Francisco indo, diariamente, como o faria, nesta hipótese, o próprio Afonso Sardinha, para o local das minas e dos engenhos. [p. 58,59, 60 e 61]
Ver  
fonte  
7º fonte
Adolfo Frioli
*“A idéia da cidade”, 1997. Adolfo Frioli
01/01/1997

Quando D. Francisco retornou da Espanha, elevou este novo local com o nome de vila de São Filipe, em 21 de abril de 1611, em referência provável à administração hispano-portuguesa dos Reis Filipes, no período da União Ibérica das coroas.
Ver  
fonte  
8º fonte
Sérgio Coelho de Oliveira
*“Baltazar Fernandes: Culpado ou Inocente?”. Sérgio Coelho de Oliveira, jornalista e historiador
01/01/2014

A segunda tentativa, ainda por iniciativa de D. Francisco de Souza, foi o agrupamento dos remanescentes de Ipanema no atual bairro do Itavuvu, em 1611. O local recebeu o seu pelourinho e ganhou o nome de Vila de São Felipe, homenagem a Felipe II, rei de Portugal e Espanha. Também não vingou e nem chegou a ter Câmara.
Ver  
fonte  
9º fonte
Jornal Cruzeiro do Sul
“A dúvida dos pelourinhos Pródromos da Fundação e os Beneditinos”. Otto Wey Netto é professor, advogado e ex-redator deste jornal. Membro da Academia Sorocabana de Letras e Instituto Histórico Sorocabano (Jornal Cruzeiro do Sul)
20/02/2014

Ver  
fonte  
10º fonte
*Revista Ponto de Fusão
*Revista Ponto de Fusão
03/07/2015

O povoado do Itavuvu foi reconhecido em 1611 como vila. Ali também a coroa portuguesa autorizou a instalação de um pelourinho e batizou a localidade como Vila São Felipe.
Ver  
fonte  
11º fonte
“Sinalização Tupi-Guarani & Luso-Catolicismo”, João Barcellos
“Sinalização Tupi-Guarani & Luso-Catolicismo”, João Barcellos
22/03/2016

Ver  
fonte  
12º fonte
Jornal Diário de Sorocaba
“15 de agosto é uma data para comemorar: Sorocaba surgiu em fins de 1654”, Jornal Diário de Sorocaba
15/11/2018

Ver  
fonte  



   Francisco de Sousa
eysyte
27 de abril de 1611, sexta-feira
Informação favorável do Capitão Gaspar Conqueiro, visto “estar muyto apertados em a villa de São Paulo”
•  Fontes (1)
  
  




   Francisco de Sousa
eysyte
12 de maio de 1611, sexta-feira
Epidemia que atingia a vila de São Paulo / D. Francisco está no Sertão
•  Imagens (1)
•  Fontes (2)
  
  
  

Referências relacionadas: (2)
1º fonte
Francisco de Assis Carvalho Franco
*“Os companheiros de D. Francisco de Souza”. Francisco de Assis Carvalho Franco (1886-1953)
01/01/1929

Das atas seguintes se verifica que a 12 de Maio de 1611 d. Francisco ainda permanecia no sertão, em companhia de moradores de São Paulo e dos juízes Salvador Pires e Manuel Francisco e que a 5 de junho seguintes esses juízes já haviam regressado, não se falando de d. Francisco.
Ver  
fonte  
2º fonte
José Carlos Vilardaga
*“São Paulo na órbita do Império dos Felipes: Conexões Castelhanas de uma vila da américa portuguesa durante a União Ibérica (1580-1640)” de José Carlos Vilardaga
01/01/2010

As Atas se calam. Por elas sequer sabemos quando exatamente ele morreu. E não sabemos, ainda hoje, onde foi enterrado. Por aproximação, estima-se que tenha morrido entre 10 e 11 de junho de 1611, em meio a uma epidemia que atingia a vila.
Ver  
fonte  



   Francisco de Sousa
eysyte
5 de junho de 1611, domingo
Retornam a São Paulo
•  Fontes (1)
  
  

Referências relacionadas: (1)
1º fonte
Francisco de Assis Carvalho Franco
*“Os companheiros de D. Francisco de Souza”. Francisco de Assis Carvalho Franco (1886-1953)
01/01/1929

Ver  
fonte  



   Francisco de Sousa
eysyte
10 de junho de 1611, sexta-feira
O triste destino de D. Francisco de Souza, fundador do Itavuvu e 7° Governador-Geral do Brasil




Antônio de Sousa
filho

Luís de Sousa Henriques
filho
Referências relacionadas: (33)
1º fonte
Antonio Rodrigues Velloso de Oliveira
*Memória sobre o melhoramento da província de São Paulo. Aplicável em grande parte a todas as outras províncias do Brasil; Antonio Rodrigues Vellozo de Oliveira
01/01/1822

São bem conheida entre nós as ricas minas do ferro de Guiraçuyába (que desde os tempos de D. Francisco de Souza, sétimo Governador Geral do Brasil, tem feito muita bulha, sem nenhum proveito) descobertas por Afonso Sardinha, que nelas estabeleceu uma forja regular para a Fazenda Real, e cometidas à administração daquele Fidalgo,que havendo-se retirado para Lisboa no fim do seu Governo em 1602, voltou para São Paulo em 1609 com o cargo de Governador, e Administrador Geral de todas as Minas descobertas, e por descobrir nas três Capitanias, do Espirito Santo, Rio de Janeiro, e São Vicente, e promessa do Título de Marques das Minas (que alcançou o Neto do mesmo nome) e outros Despachos, que se deviam verificar depois de cinco anos de trabalho com a qualidade Juro, e Herdade: falecendo porém em 1611, tudo se perdeu, e pelo Regimento de 8 de agosto de 1618 se entregaram com aquelas todas as outras Minas á industria dos Povos; mas oprimidos com o enormíssimo tributo do quinto. Daquele tempo em diante, apenas se trabalharam as Minas de Ouro, e nenhuma pessoa se aplicou ao aproveitamento dos outros metais inferiores, porque não podiam suportar, sobre as despesas da exploração, e subsequente manufatura, o peso daquela imposição.
Ver  
fonte  
2º fonte
Manuel Cardoso de Abreu
*“Memória Histórica da Capitania de São Paulo e todos os seus memoráveis sucessos desde o ano de 1531 até o presente de 1796”, Manuel Cardoso de Abreu (1750-1804)
01/01/1796

No termo desta Villa há Minas de Ouro, Prata, e Ferro. No morro de Guaráçoyáva, onde já no anno de 1600 se achou em pessoa Dom Francisco de Souza, que depois passando ao Reino voltou a São Paulo, onde chegou em 1609, e faleceu em 10 de junho de 1611, tendo trazido a administração Geral das Minas com mercê de Marquez dellas com 30 mil cruzados de juro, e Erdade. No dito Morro de Guaráçoyava extraiu, e fundiu Prata Frei Pedro de Souza, enviado para estes exames em 1680; e ao depois nela se assentou a Fabrica de fundir as Pedras de Ferro, e Asso o mais excelente, que se pode apetecer; eque os antigos tiveram esta manobra com diversos Engenhos, que construíram, e e destruíram pelos annos de 1629 com a morte de Francisco Lopes Pinto, Senhor dos ditos Engenhos.
Ver  
fonte  
3º fonte
Lucas Figueiredo
*“Boa Ventura! A Corrida Do Ouro No Brasil” (1697-1810). Lucas Figueiredo
01/01/2011

D. Francisco não teve tempo de mandar cunhar novos mimos dourados para el-rei, nem chegou a importar suas lhamas. Abandonado pelos integrantes de sua comitiva e empobrecido pelos anos mal gastos no Brasil, ele morreu em junho de 1611. Não deixou muita saudade. São Paulo, Lisboa e Madri o esqueceram tão rapidamente que até mesmo a localização de seu túmulo acabou se perdendo na poeira da história. [p. 80]
Ver  
fonte  
4º fonte
José Carlos Vilardaga
*“São Paulo na órbita do Império dos Felipes: Conexões Castelhanas de uma vila da américa portuguesa durante a União Ibérica (1580-1640)” de José Carlos Vilardaga
01/01/2010

As Atas se calam. Por elas sequer sabemos quando exatamente ele morreu. E não sabemos, ainda hoje, onde foi enterrado. Por aproximação, estima-se que tenha morrido entre 10 e 11 de junho de 1611, em meio a uma epidemia que atingia a vila. Ou seja, não sabemos bem quando, nem onde e muito menos de quê morrera o governador.

As versões dão conta mais das ansiedades de cada um do que de uma informação legítima. Até mesmo nas versões de sua morte o governador foi apresentado de diversas maneiras. E talvez essa série de versões nos ajude a revelar um pouco mais do que foi a história da região nas décadas posteriores: uma disputa acirrada por hegemonia e pelos despojos do governador, com alianças instáveis, conexões interrompidas e a eclosão de grupos e facções em confronto.
Ver  
fonte  
5º fonte
Luís Castanho de Almeida
“Memória Histórica de Sorocaba: Parte I”
21/12/1964

Sabe-se que o pelourinho foi mudado concretamente (ou se erigiu outro, sendo simbólica a mudança), para o Itavuvú e por ordem de Dom Francisco de Souza, com certeza histórica indireta. Isto é, em 1661 Baltazar Fernandes requereu a mudança do pelourinho erigido por Dom Francisco de Souza a légua e meia da atual Sorocaba.

Desaparecido o documento original, várias cópias existentes falam em "meia légua", mas é êrro de cópia. Quanto a êsse local ser o Itavuvú é verdade que a distância de légua e meia podia recair em outros sítios, mas não naquele que os cronistas acertaram chamando Itapebuçú e só erraram confundindo-o com o Ipanema, que está a três léguas.

Se Dom Francisco veio pessoalmente a erigir o pelourinho, foi pouco antes de 11 de junho de 1611, dia de sua morte em São Paulo. E depois de 1609, quando chegou pela segunda vez a Piratininga, feito governador das capitanias do sul e administrador das minas. Vinha com a promessa do título de Marquês de Minas, que seus descendentes lograram, isto é, receberam, tão relacionado com a nossa história local.

O ano de 1611 é não só conveniente, mas muito plausível, por estar sob o nome São Filipe, no mais antigo mapa em que aparece a região de Sorocaba, do holandês João de Laet. O que a tradição oral guardou é a localização da segunda Sorocaba no Itavuvú. Lá estão hoje, com casas mais modernas, como que duas ruas em ângulo reto e num dos lados a capela, sucessora de outra que também não era a primeira.

Deve ter havido um rancho para uma cruz, pelo menos. Outra curiosidade é que a margem esquerda do Piragibú, no Mato Dentro e perto da atual Aparecida, começo& â- ser povoada nesse mesmo ano, aparecendo por limite o caminho, parte do que já delineamos. Mas nem Parnaíba era vila. Era uma fazenda de Suzana Dias, viúva de Manuel Fernandes Mourão, os pais de três homens notáveis: André, Baltazar e Domingos, respectivamente fundadores de Parnaíba, Sorocaba e Itú. Ela casou-se pela segunda vez.

Entre 1611 e 1654, tudo é silêncio, menos as sesmarias de André Fernandes, uma das quais êle doou antes de 1648, ano de sua morte, a Baltazar. Em 1625 Parnaíba torna-se município e êsses moradores prestam-lhe obediência. No ano de 1646, segundo informaram em 1747 ao vigário Pedro Domingues Pais, já havia moradores em Sorocaba. Nesse interim, André Fernandes tornava-se um dos maiores bandeirantes da caça ao índio. Baltazar o acompanhara em mais de uma expedição. Na destruição do Guiará, terminada em 1629-1630, os paulistas e parnaibanos passaram por Sorocaba na ida e na volta, no atual rumo da estrada de ferro a Itararé e daí ao alto Tibagí, onde estavam as últimas povoações... [Páginas 340 e 341]
Ver  
fonte  
6º fonte
Ambrósio Fernandes Brandão
*Diálogos das Grandezas do Brasil. Edições do Senado Federal – Vol. 134. Ambrósio Fernandes Brandão
01/01/2010

Seguiu-se D. Luís de Sousa, Conde do Prado, senhor de Beringel, que os historiadores confundem com D. Luís de Sousa Henriques, filho de D. Francisco de Sousa e governador efêmero, por morte deste, das capitanias do Sul. Aquele D. Luís de Sousa tomou posse do governo a 1º de janeiro de 1617, e só passou a residir na cidade do Salvador depois que as cartas régias de 30 de maio e 6 de novembro de 1618 o ordenaram expressamente – Anais do Museu Paulista, III, 2ª parte, pp. 69 e 78. [p. 105, 106]
Ver  
fonte  
7º fonte
Museu Paulista
*Anais do Museu Paulista, Tomo I, 2ª Parte, 1922
01/01/1922

Ainda em 1611, morria, na vila de São Paulo, o governador Francisco de Souza e seu filho, Luis de Souza, herdava o governo. Este emitiu uma comissão para que os caciques do Guairá, que quisessem ir a São Paulo aldear-se com seus parentes ou trabalhar nas minas, fossem autorizados a seguir o capitão Pedro Vaz de Barros,enviado à região. Pedro Vaz e Antonio de Añasco se encontraram em Itanguá-Mirim,próxima à atual Sorocaba, depois que o tenente guairenho seguiu os índios e seus caciques, que atenderam à comissão e migraram em massa a São Paulo.

Curioso como Añasco praticamente chegou às portas da vila de São Paulo, justo na região das minas de Montesserrate e Araçoiaba. O tenente, que já devia conhecer Pedro Vaz, senão pessoalmente, de nome (pois, em 1603, quando enviou os quatro soldados a São Paulo, Pedro Vaz era capitão da vila), endereçou uma carta ao governador Diego Negrón em que relatava o encontro.

Nela, comunicava, com pesar, o falecimento de D. Francisco, dando como motivo o desgosto pela morte do filho D. Antonio, e também contava como havia seguido os caciques e suas tribos até as proximidades com São Paulo. Segundo Añasco, Pedro Vaz dizia que fora buscar os caciques com ordem dos padres jesuítas de São Paulo, mas diante da força de seus argumentos, sem, contudo, precisá-los, o capitão português acabou apresentando a comissão do governador Luis de Souza. Añasco ainda voltaria ao Guairá com uma parte dos caciques e índios, mas os encontros entre guairenhos e paulistas pelos sertões não terminaram aí. [p.153]
Ver  
fonte  
8º fonte
Francisco de Assis Carvalho Franco
*“Dicionário de bandeirantes e sertanistas do Brasil - séculos XVI - XVII - XVIII” de Francisco de Assis Carvalho Franco
01/01/1954

O Araçoiaba era para ele uma montanha que se denominava "serro de Nossa Senhora do Monte Serrate, que tem o círculo de cinco léguas, de cujas fraldas extraem os portugueses muito ouro de 23 quilates e em seu cume, encontram-se muitas betas de prata; perto desse serro, d. Francisco de Sousa, cavaleiro daquela nação, fundou um povoado que continua dedicando-se ao benefício dessas minas de ouro e prata". Não encontrara no entanto o fidalgo português nesse local os metais nobres que tanto ambicionava. E mergulhado no isolamento dessas paragens desde janeiro de 1611, desamparado de toda sua antiga comitiva e de todo seu antigo fausto, veio por fim a perecer, em meados de junho, com o mais humilde e desabaratado dos seus antigos caminheiros do desconhecido.

Da melancolia e da singularidade deste fim do magnifico cortesão dos reis de Castela, nasceram, à maneira de legendas, versões várias. Dom Antônio de Anasco contava que morrera de desgosto ao receber a falsa notícia da morte de seu filho Antonio, colhido por piratas argelinos, em alto mar, quando levava presentes de ouro a El-Rei. Frei Vicente do Salvador anotava, entristecidamente, que perecera duma epidemia em São Paulo e tão pobre que se não fôra a piedade dum teatino, nem uma vela teria na sua agonia. [p. 396]
Ver  
fonte  
9º fonte
Wikipédia
Consulta em Wikipedia: Martim Correia de Sá
04/12/2024

Sertanista, foi também comerciante de pau-brasil e caçador de índios. Ao morrer em 10 de junho de 1611 em São Paulo, D. Francisco de Sousa deixou o governo a seu filho segundo, D. Luís de Sousa, continuador de sua obra, o qual investiu nas descobertas de Salvador Correia de Sá o Velho, de seu filho Martim Correia de Sá e de seu neto Salvador Correia de Sá e Benevides. Mas as pretendidas minas de prata não apareceram. Este governador-geral D. Francisco de Sousa era grande amigo da Companhia de Jesus e incansável propulsor dos Paulistas ao sertão, mas sua morte o impediu de assistir às dissensões entre os Paulistas e os jesuítas, às cenas violentas a propósito da escravidão dos índios já desde 1611. D. Luis de Sousa governou na ausência do irmão mais velho, D. Antônio de Sousa, desde 12 de junho de 1611 até a chegada de Gaspar de Sousa.
Ver  
fonte  
10º fonte
*Relatório de Antonio Paes Sande (1622-1695)
*Relatório de Antonio Paes Sande (1622-1695)
01/01/1698

Evidente prova é deste receio o sucesso que teve D. Francisco de Souza, quando foi aquela Capitania, pois acompanhando os Paulistas ao mineiro que mandou á serra de Sabarabussú, para saberem a parte donde ela ocultava as minas, depois de achadas, de que se fez aviso ao dito D. Francisco, e tiradas muitas cargas de pedra, que o mineiro trazia com grande contentamento, ponderando eles a mesma escravidão, que agora temem seus netos, mataram no caminho ao mineiro, e esconderam a pedra, disseram a D. Francisco que morrera no caminho, e se enganava no que havia escrito a S. Senhoria, de que resultou morrer o dito D. Francisco em breves dias e se perpetuar a suspensão daquelas minas, a tradição de haver muito ricas, e ainda há poucos anos algumas pessoas que existiam na Villa de S. Paulo davam notícia da prata que se fundio das cargas de pedra " [Páginas 197, 198 e 199]
Ver  
fonte  
11º fonte
Basílio de Magalhães
*“Expansão Geográfica do Brasil Colonial”. Basílio de Magalhães
01/01/1935

Ao tempo em que d. Francisco de Sousa administrou a Repartição do Sul, não consta a existência de expedições de "resgate", o que se explica por ser a elas contrário aquele governador. Mas, na interinidade de seu filho d. Luiz de Sousa, este mandou á sua custa diversos tuxáuas de Guayrá, então em São Paulo, a buscar os parentes que tivessem por lá, afim de lhe virem lavras as minas de Araçoyaba, que ele herdara do pai. Combinando-se os relatos de Gay e de Pastells, verifica-se que a expedição, da qual era Fernão Paes de Barros, um dos cabos, atingiu ao Paranapanema em fins de outubro de 1611, saqueando o povo do morubixaba Taubiú, e dele e de outra maloca arrebanhando mais de 80 indivíduos ou 800 famílias; mas, perseguida a tropa do governador de Guayrá, que ali acabava de chegar, o general d. Antonio de Añasco, foi quase completamente destroçada. Isso não impediu que Sebastião Preto, em agosto de 1612, andando a prear escravizados nativos naquela zona, reunisse cerca de 900 deles, com os quais marchava para São Paulo, quando o governador de Ciudad Real saiu com as forças superiores no encalço do paulista, conseguindo retomar-lhe mais de 500 guaranys apresados, dos quais, todavia, a metade ainda fugiu, para de novo juntar-se ao comboio do paulista. [Página 115]
Ver  
fonte  
12º fonte
Paulo de Oliveira Leite Setúbal
*"O Romance do Prata" de Paulo Setúbal (Sabarabuçu, serra Sabarabussú)
01/01/1934

— Cuidado, D. Francisco de Sousa, cuidado! Todos os que, até hoje, tentaram desvendar a prata que o mato esconde, morreram... Não escapou um só!

... Não pôde o Administrador do Sul realizar aquelas acicalantes miras que o empolgavam: D. Francisco de Souza, ao chegar, é subitamente atacado de doença grave. E morre.

Assim, com tão inesperado desfecho, desapareceu do cenàrio das minas o càlido perseguidor da esquiva serra misteriosa. E tão desvalido desapareceu o homem que mais cuidara no Brasil da serra branca, dessa Sabarabuçu mal agourada, que — sarcàstico pormenor — "segundo me affirmou hum padre da Companhia, que se achava com elle à sua morte (conta-o frei Vicente), morreo Dom Francisco de Souza tam pobre, tam pobre, que nem sequer huma vela tinha para lhe metterem na mão". [p. 27]

Anda muito escrito por ai que foi D. Francisco de Sousa quem acompanhou Melchior Dias às minas. Outros dizem que D. Francisco de Sousa apenas se ajuntou a D. Luiz de Sousa para a famosa entrada. A respeito de tais fatos, eis o que esclarece Basílio Magalhães:

"Ha ahi alguns enganos que teem gerado erronias deploraveis por parte de historiadores modernos. Ao tempo em que esteve D. Luiz de Souza em Pernambuco, isto é, de 1612 a 1616, nem só Melchior Dias estava ainda cuidando directamente de receber da Metropole as desejadas mercês (do que é prova a sua carta de 9 de Julho de 1614 depois da qual, parece, foi que mandou à corte o seu sobrinho Domingos de Araujo) como tambem não era governador da Bahia nenhum D. Francisco de Souza, pois este, nomeado a 15 de Junho de 1608 administrador Geral da Repartição do Sul fallecera em São Paulo a 10 de Junho de 1611. Quem, ao tempo das negociações entre D. Luiz e Melchior podia estar no governo da Bahia era Gaspar de Souza que, segundo a Historia Militar do Brasil, de D. José de Mirales, exerceu aquellas funcções desde 1614 até 1617. Mas quando se deu a entrada do neto de Caramurú à Itabaiana jà era governador da Bahia o proprio D. Luiz de Souza, que succedendo a Gaspar de Souza, tomou posse do cargo em 1617 e nelle permaneceu até 12 de Outubro de 1621. Não foi, pois, nenhum Francisco de Souza, nem mesmo Gaspar de Souza, quem o acompanhou ao sertão sergipense. Foi, de facto, um seu collega de governo, isto é, o representante da Metropole na Repartição do Sul. A prova disto é fornecida por uma testemunha presencial do acontecimento: Salvador Correia de Sà e Benevides". Segue-se aí a transcrição do depoimento de Salvador Correia. [p. 47]
Ver  
fonte  
13º fonte
Washington Luís Pereira de Sousa
*“Na capitania de São Vicente”. Washington Luís (1869-1957), 11° presidente do Brasil
01/01/1957

Em 1611, Pedro Vaz de Barros, comandando 32 homens,brancos e muitos índios tupis, em Guairá, teve “dares e tomares” com D.Antônio de Añasco, conforme este relata numa carta a Diego Marin Negron, a 14 de setembro do ano acima indicado (Anais do Museu de S.Paulo, vol. 1º, pág. 154). Pedro Vaz de Barros ia com um mandado de D. Luís de Sousa,filho menor de D. Francisco de Sousa, e que ficara governando a repartição do sul, por morte de seu pai e ausência de seu irmão D. Antônio de Sousa, para buscar índios para trabalho das minas. Este mandado está transcrito nos Anais do Museu Paulista (vol. 1º, pág. 148 e seguintes).
Ver  
fonte  
14º fonte
Pedro Taques de Almeida Pais Leme
*História da Capitania de São Vicente. Pedro Taques de Almeida Pais Leme (1714-1777)
01/01/1755

Pois repetimos: Pedro Taques de Almeida Pais Leme (1714-1777) não alude a Vila. Cita apenas que D. Francisco levantou pelourinho e denominou as minas de Nossa Senhora do Monserrate. Um ou outro autor acrescentava Monte Serrate do Itapevussú, mas isso não aparece na obra de Pedro Taques de Almeida Pais Leme (1714-1777). E ele continua sendo a melhor fonte de pesquisas para aquela época em Araçoiaba.

Então, segundo nos acode ao raciocínio, poderia, muito bem, em melhores casas, mais bem construídas, de Afonso Sardinha e seus principais auxiliares, no Itavuvú, ter ficado D. Francisco indo, diariamente, como o faria, nesta hipótese, o próprio Afonso Sardinha, para o local das minas e dos engenhos. [Araçoiaba e Ipanema, 1997. João Monteiro Salazar. Páginas, 58,59, 60 e 61]
Ver  
fonte  
15º fonte
D. Catarina Barreto e a retirada de 1635. Por Gilberto Osório de Andrade
D. Catarina Barreto e a retirada de 1635. Por Gilberto Osório de Andrade
09/06/2011

Em 1611 morreu D. Francisco na vila de São Paulo, "estando tão pobre" - escreveu Frei Vicente - "que nem uma vela tinha para lhe meterem na mão". Ausente D. Antônio, que na forma das prerrogativas outorgadas por el-Rei devia suceder a D. Francisco, evocou o governo D. Luis, mas sua gestão foi curta, porquanto logo vieram instruções de Lisboa para desobrigarse das três Capitanias. Em 1612, com efeito, foi reunificada a colônia e assumiu no ano imediato o décimo governador geral do Brasil, Gaspar de Sousa.
Ver  
fonte  
16º fonte
Demetrio Acacio Fernandes da Cruz
*Apontamentos Históricos, Topográficos e Descritivos da Cidade de Paranaguá, 1863. Demetrio Acacio Fernandes da Cruz
01/01/1863

De feito, empreendendo a viagem conseguiu a descoberta das minas de Jaraguape na vila de São Paulo em terras, que foram do Conselheiro da fazenda Antonio José da Franca e Horta e mais as de Varasoiaba no distrito de Sorocaba, e as que pertenceram á fábrica de ferro: ai morreu ele depois de ter superado tantos trabalhos e fadigas sem ter conseguido o título de Marques, que constituía o alvo de todas as suas ambições.
Ver  
fonte  
17º fonte
Associação Brasileira de Pesquisadores de História e Genealogia
Os Campos Bicudos da “Casa” de Suzana Dias. Revista da Associação Brasileira de Pesquisadores de História e Genealogia n.º 22 (Consultado nesta data)
04/09/2022

No tocante às filhas desta “família fundadora”, em que Metkalf (1990, 283-304) menciona que elas ficavam com a maior parte da riqueza como dote para os genros, Custódia Dias casou-se com Geraldo Beting, o mineralogista alemão de Geldres que vem a São Paulo na equipe solicitada por D. Francisco de Sousa. Mas foi assassinado pelos paulistas quando retornava de uma de suas pesquisas com muitos metais da região de Sabarabussu do Rio das Velhas, entre 1610-1611. Isto mesmo!

Desde 1602, com a jornada que fez Nicolau Barreto e atingiu as imediações de Pitangui, os sertanistas da Serra Acima já sabiam onde se encontrava o ouro do Sabarabussu. Um dos motivos da morte de D. Francisco de Sousa, registrado pela historiografia, desgostoso e depressivo, abandonado na sua casa na Vila de São Paulo, está ligado a este assassinato.
Ver  
fonte  
18º fonte
Frei Vicente do Salvador
História do Brasil. Autor: Frei Vicente do Salvador (1564-1639)
20/12/1627

Frei Vicente do Salvador, contemporâneo de D. Francisco de Sousa e que bastante estimava-o, a esse tempo se achava na Bahia. Em sua História do Brasil, a par das benignas qualidades de d.Francisco, conservava sempre toda a sua autoridade e respeito, e “assim foi o mais benquisto Governador, que houve no Brasil, junto com ser o mais respeitado e venerado”:

"... com uma enfermidade grande que teve na vila de São Paulo, da qual morreu (o governador), estando tão pobre que me afirmou um padre da Companhia que se achava com ele a sua morte, que nem uma vela tinha para lhe meterem na mão, si a não mandara levar do seu convento; mas quereria Deus alumia-lo em aquele tenebroso transe, por outras muitas que havia levado deante, de muitas esmolas e obras de piedade que sempre fez."
Ver  
fonte  
19º fonte
Francisco Adolfo de Varnhagen
*História geral do Brazil
01/01/1854

Pelos anos de 1611 excitaram-se grandes contendas entre os jesuítas e portugueses, moradores nesta Capitania, e as discórdias originadas da liberdade dos nativos que os padres defendiam, talvez com zelo excessivo, vieram produzir o seguinte atentado. [p. 367, 368 e 369]
Ver  
fonte  
20º fonte
Instituto histórico e geográfico de São Paulo
*Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, volumes 20-21
01/01/1918

Vila de Sorocaba e as minas de BiraçoyabaA vila de Nossa Senhora da Ponte de Sorocaba foi povoação que, pelos anos de 1670, fundou a paulista Balthazar Fernandes, irmãos dos povoadores da vila de Parnahyba e Itú, com seus genros André de Zunega e Bartholomeu de Zunega, cavaleiros da província do Paraguay das Indias de Castella, e á custa da sua própria fazenda fizeram construir a Igreja matriz, casa de Conselho e Cadeia; e se aclamou vila por provisão do Capitão-mór loco-tenente do donatário de Itanhaém, Francisco Luiz Carneiro de Souza, conde da Ilha do Príncipe.Porém, no sítio chamado "Serra do Biraçoyaba", adiante desta vila, levantou pelourinho D. Francisco de Souza, por conta das minas de ouro, de prata e de ferro, que na dita Serra estavam descobertas pelo paulista Afonso Sardinha; e o mesmo D. Francisco de Souza lhe deu o nome de Minas de Nossa Senhora do Monteserrate: porém com sua ausência para o reino, saindo de São Paulo em junho de 1602, para embarcar no porto de Santos, a direitura cessou e com ela o labor das minas de Biraçoyaba, até que, em melhor sítio se fundou a vila que atualmente existe.São estas as palavras textuais da notícia que, sobre a fundação desta vila, escreve Pedro Taques de Almeida Pais Leme (1714-1777), na sua "História da Capitania de São Vicente". Nesta serra de Biraçoyaba (Ipanema), diz ainda o referido autor, houve um grande engenho de fundir ferro construído á custa do paulista Afonso Sardinha, cuja manobra teve grande calor pelos anos de 1609, em que voltou a São Paulo o mesmo D. Francisco de Souza, constituído governador e administrador das Minas descobertas e por descobrir, das três Capitanias, com mercê de "Marques das Minas", com trinta mil cruzados de juro e herdade, falecendo, porém, em São Paulo, o mesmo D. Francisco de Souza em junho de 1611.Com o decurso dos anos se extinguiu o labor da extração do ouro e da fundação de ferro. Nesta mesma serra de Biraçoyaba fundiu pedras e delas extraiu boa prata, Frei Pedro de Souza, religioso da Santíssima Trindade, quando para estes exames veio mandado pelo príncipe regente D. Pedro, em 1680 (...) [Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, volumes 20-21, 1918. Páginas 613 e 614 do pdf, 585 e 586]
Ver  
fonte  
21º fonte
Salvador Correia de Sá e Benevides
Depoimento de Salvador Correia de Sá e Benevides (1594-1688) ao Conselho Ultramarino
03/05/1677

Regimento surgiu depois das notícias da morte do tal mineiro alemão que andava com Francisco de Souza e dos boatos de que se fundia ouro do tamanho da “cabeça de um cavalo”.

Estes regimentos só reforçam as expectativas e os investimentos feitos em torno das supostas minas. Segundo nos diz Taunay, baseado numa consulta de Salvador Correia de Sá e Benevides realizada pelo Conselho Ultramarino em 1677, o regimento de 1603 teria surgido em função das várias dúvidas existentes em relação às minas, em especial, depois das notícias da morte do tal mineiro alemão que andava com Francisco de Souza e dos boatos de que se fundia ouro do tamanho da “cabeça de um cavalo”.

Esta história do ouro do tamanho de uma cabeça de cavalo aparece em outro documento. No Libro de los sucessos del ano de 1624, alocado na BNE (MSS2355), fala-se deste mineiro alemão, só que teria sido assassinado a mando dos jesuítas, que temiam que a notícia da riqueza aumentasse a servidão dos gentios.

Conforme o manuscrito, o mineiro descobrira que poderia retirar “tan gran pedazo de oro como el cavallo en que estava”, e tal noticia alarmara tanto os padres, que, na mesma noite, o mineiro foi encontrado morto.

Apesar de o livro referenciar o ano de 1624, o documento é posterior a 1640, já que dá conta da Restauração(rebelión, conforme seu texto) que parecia ter ocorrido há pouco, e da expulsão dos jesuítas da vila, porque, segundo o manuscrito, não respeitavam os direitos dos moradores.

Menciona ainda que os jesuítas tiravam ouro de São Paulo e o enviavam ao Duque de Bragança, para financiar a revolta. O documento é do reinado de Felipe IV, já que nele se fala da prata que nunca foi retirada do Brasil no tempo de Felipe III, “ni en el de su majestade”.
Ver  
fonte  
22º fonte
Francisco de Assis Carvalho Franco
*“Os companheiros de D. Francisco de Souza”. Francisco de Assis Carvalho Franco (1886-1953)
01/01/1929

Das atas seguintes se verifica que a 12 de maio do mesmo ano d. Francisco ainda permanecia no sertão, em companhia de moradores de São Paulo e dos juízes Salvador Pires e Manuel Francisco e que a 5 de junho seguinte esses juízes já haviam regressado, não se falando de d. Francisco. A 12 de junho foi lavrado um termo em como d. Luis de Sousa se havia apresentado, com um codicilo e nomeação, que fizera d. Francisco de Sousa, e para o fim de assumir o governo das Capitanias do Sul.

Vê-se, pois, que, entre 5 e 12 de junho de 1611, d. Francisco de Sousa faleceu, afirmando Pedro Taques que foi a 11. Mas seu falecimento ter-se-ia dado na vila de São Paulo ou no sertão?
Ver  
fonte  
23º fonte
Instituto histórico e geográfico de São Paulo
*Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo
01/01/1998

Ocupado, porém, com a instalação da nova usina, achacado de doenças que o levaram ao túmulo, tendo de acudir ao desenvolvimento da extração de ouro, não é provável nem consta fosse ele novamente ver as minas de Biraçoyaba. Estas iam sendo dirigidas por Diogo de Quadros, que pouco após a morte de D. Francisco de Souza, em 10 de junho de 1611, mais se dedicou á nova mina do que á antiga, vindo está a cessar seu trabalho. [p.33]
Ver  
fonte  
24º fonte
Manuel Eufrásio de Azevedo Marques
*Apontamentos Históricos, Geográficos, Biográficos, Estatísticos e Noticiosos da Província de São Paulo seguidos da Cronologia dos acontecimentos mais notáveis desde a fundação da Capitania de São Vicente até o ano de 1876
01/01/1876

Alguns anos depois (1600) cedeu-a a D. Francisco de Sousa, governador geral das Capitanias do Sul, o qual, transportando-se á Araçoyaba, intentou levantar em suas imediações e fundou mesmo uma povoação, a que deu o nome de Itapeboçú, com o fito de facilitar e desenvolver a fabricação de ferro. A povoação não progrediu, e parte de seus habitantes foi se congregando tempos depois para o lugar em que se acha hoje a cidade de Sorocaba. D. Francisco de Sousa faleceu em São Paulo em 1611, e por sua morte passou a propriedade a seu filho D. Antonio, que associou-se em 1619 a Francisco Lopes Pinto e a Diogo de Quadros, para darem impulso ao que então chamava-se engenho de ferro; porém, passados dez anos, estes novos empresários tinham já abandonado o seu propósito.

Descobertas as minas de ouro de Jaraguá, Apiahy e Paranapanema, e reconhecidas pobres, voltaram-se as atenções para as de Araçoyaba, porque se dizia existirem ali veeiros de prata. Para o reconhecimento d´esta especialidade mandou o Governo da metrópole em 1681 a Fr. Pedro de Sousa [p. 136]

É, pois, certo que o governador geral D. Francisco de Sousa (que faleceu em São Paulo em 1611) intentou fundar ali uma povoação e que chegou mesmo a estabelece-la pelos anos decorridos de 1600 a 1610, com o fim de dar desenvolvimento á exploração das minas; mas sobrevindo-lhe a morte, não progrediu a referida povoação, antes decaiu rapidamente até extinguir-se de todo; essa povoação chamou-se Itapeboçú. [p. 173]
Ver  
fonte  
25º fonte
Sergio Buarque de Holanda
*“Visão do Paraíso - Os motivos edênicos no descobrimento e colonização do Brasil”. Sérgio Buarque de Holanda
01/01/1969

Ver  
fonte  
26º fonte
Família Saker
Pedro Taques de Almeida Pais Leme
22/11/1766

Ver  
fonte  
27º fonte
Instituto histórico e geográfico de São Paulo
Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, Vol. XXXV*
01/01/1894

Ora, em 1591, começava a governar na Baía o dr. Dom Francisco de Sousa, ou melhor, o Dom Francisco das "minas". Sua vida toda tivera um fito: alcançar o Eldorado misterioso e o título sonoro de Marquês das Minas. Este, ao menos, o aproveitaram os netos. Ele morreira pobre, em São Paulo, a 10 de junho de 1611.
Ver  
fonte  
28º fonte
Antônio de Añasco Melgarejo
Carta de D. Antônio de Añasco a Diego Marin Negron
14/09/1611

Quase que imediatamente a morte de D. Francisco de Souza, Antonio de Añasco, comunicava, com pesar, o falecimento de D. Francisco, dando como motivo o desgosto pela falsa notícia da morte do filho D. Antonio, colhido por piratas argelinos, em alto mar, enquanto levava presentes de ouro a El-Rei. Curioso como Añasco praticamente chegou às portas da vila de São Paulo, justo na região das minas de Montesserrate e Araçoiaba.
Ver  
fonte  
29º fonte
D. Francisco de Sousa experimenta as minas capixabas. morrodomoreno.com.br
D. Francisco de Sousa experimenta as minas capixabas. morrodomoreno.com.br
12/06/2017

Teve ainda a promessa do título de marquês, quando as minas começassem a ser exploradas, no primeiro lugar que povoasse, recebendo um quinto dos rendimentos, título que não chegou a gozar por ter morrido, a 11 de Junho de 1611, na vila de São Paulo. Sucedeu-lhe no governo das capitanias do Sul, o filho D. Luís de Sousa, que governou até a Coroa unificar de novo a administração do Brasil na pessoa de Gaspar de Sousa.

Diz-se que morreu pobre, apesar de terem chegado à corte algumas reclamações de estar a servir os seus interesses próprios, tendo ficado conhecido por D. Francisco das Manhas
Ver  
fonte  
30º fonte
heroidapaz
Consulta em heroidapaz.nmconhecimento.com.br - O Paraná do Século XVII
02/10/2025

Em fins do Século XVI, o Governador D. Francisco de Souza, sétimo Governador do Brasil, veio para dirigir a procura de ouro e prata no Brasil. Com sua saída, os paulistas empenharam-se mais na busca de índios no Guairá do que em explorar minas. A atividade aurífera era um trabalho por demais de dificultoso a um morador das vilas circunvizinhas de São Paulo, por se tratar da distância e a logística de escravos, durando a viagem de S. Paulo aos Campos de Curitiba 40 dias em transportes nas costas de índios.
Ver  
fonte  
31º fonte
José Monteiro Salazar
*Araçoiaba & Ipanema
01/01/1997

Ver  
fonte  
32º fonte
Consulta em Wikipedia - Francisco de Sousa
Consulta em Wikipedia - Francisco de Sousa
27/12/2024

Ver  
fonte  
33º fonte
Wikipédia
Quinto do ouro, consulta em Wikipédia
27/08/2023

Ver  
fonte  



   Francisco de Sousa
eysyte
11 de junho de 1611, sábado
Falecimento de D. Francisco de Sousa
•  Fontes (1)
  
  
  




   Francisco de Sousa
eysyte
12 de junho de 1611, domingo
Retirou-se
•  Imagens (1)
  
  
  




   Francisco de Sousa
eysyte
27 de julho de 1611, sexta-feira
Requerimento de terras
•  Fontes (1)
  
  
  

Referências relacionadas: (1)
1º fonte
*Chronica geral e minuciosa do Império do Brazil. Desde a descoberta do Novo Mundo ou América até o ano de 1879. Dr. Mello Moraes
*Chronica geral e minuciosa do Império do Brazil. Desde a descoberta do Novo Mundo ou América até o ano de 1879. Dr. Mello Moraes
01/01/1879

Antonio Pacheco Calheiros, em 27 de Julho de 1611 requer ao capítão-general D. Francisco de Souza, a confirmação da posse das terras que seu sogro André Leão possuía entre a Gavêa e a Lagôa onde tinha canaviais e mantimentos. [Página 146]
Ver  
fonte  



   Francisco de Sousa
eysyte
1 de setembro de 1611, sexta-feira
Elevação do povoado a vila / mudança do Pelourinho / Aldeados poderiam administrar as minas
•  Imagens (3)
•  Fontes (3)
  
  
  

Referências relacionadas: (2)
1º fonte
Pedro Taques de Almeida Pais Leme
*História da Capitania de São Vicente. Pedro Taques de Almeida Pais Leme (1714-1777)
01/01/1755

Ver  
fonte  
2º fonte
*Chronica geral do Brazil
*Chronica geral do Brazil
01/01/1886

A vila de Santa Ana de Mogy das Cruzes foi erigida no dia 1 de setembro de 1611 por Gaspar Conqueiro loco-tenente de Lopo de Souza. A dez léguas distante da cidade de São Paulo, Bras Cuabs, fundador da cidade de Santos, estabeleceu uma fazenda e uma légua afastada do rio Tietê; e mais tarde, se erigindo nela uma igreja dedicada á Senhora Santa Ana, e com a presença deste templo aumentando a povoação, no 1 de setembro de 1611, Gaspar Conqueiro, loco-tenente de Pedro Lopes de Souza, elevou-a á dignidade de vila de Santa Ana de Mogy das Cruzes.
Ver  
fonte  



   Francisco de Sousa
eysyte
11 de setembro de 1611, domingo
Baltazar Gonçalves avisa que vai ao sertão, às minas de Caativa, com “o alemão mineiro”






   Francisco de Sousa
eysyte
14 de setembro de 1611, sexta-feira
Carta de D. Antônio de Añasco a Diego Marin Negron
•  Fontes (2)
  
  
  




   Francisco de Sousa
eysyte
28 de outubro de 1611, sexta-feira
Provisão datada do Rio de Janeiro
•  Fontes (1)
  
  
  




   Francisco de Sousa
eysyte
21 de novembro de 1611, segunda-feira
Carta de Filipe III ao governador D. Diogo de Menezes
•  Fontes (1)
  

Referências relacionadas: (1)
1º fonte
*LIVRO QUE DÁ RAZÃO DO ESTADO D0 BRASIL~1612
*LIVRO QUE DÁ RAZÃO DO ESTADO D0 BRASIL~1612
01/01/1955

Filipe III, em carta ao governador D.Diogo de Menezes, de 21 de novembro de 1611, mandou que abrisse uma devassa contra Francisco da Rocha e seu sogro, moradores de São Miguel, dando-cs como prejudiciais ao serviço real. (Códic-e Cartas de El-Rei a Gaspar de Sousa, no Itamarati,fls. 398 v.). Diégues Junior identifica os Rochas como João e Sebastião da Rocha, mencionados em carta anterior, do mesmo rei ao governador Diogo de Meneses.
Ver  
fonte  



   Francisco de Sousa
eysyte
13 de dezembro de 1611, sexta-feira
O segundo filho de D. Francisco de Souza, D. Luis de Souza, tomou posse do governo
•  Fontes (1)
  


Luís de Sousa Henriques
filho
Referências relacionadas: (1)
1º fonte
*Entre o ouro a escória: arqueometalurgia do ouro no Brasil dos séculos XVIII e XIX. Por Reginaldo Barcelos
*Entre o ouro a escória: arqueometalurgia do ouro no Brasil dos séculos XVIII e XIX. Por Reginaldo Barcelos
01/01/2016

Ver  
fonte  


vts:536
TESTETSE!  testando base


Sobre o Brasilbook.com.br