ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! Revista da ASBRAP nº 15, data da consulta - Antônio Pinto (descrito por Américo de Moura) seria o mesmo, casado segunda vez, por 1606, com Marina de Chaves, falecida abintestada, em 1617. No inventário, arrolaram-se um sítio com casas de telha, em Iraru, duas sesmarias, uma concedida por Martim Afonso de Sousa, em Cubatão, e a outra pelo Cap. Mor Gaspar Conqueiro em ... queriby, e cerca de vinte administrados do gentio (Inv. e Test., V, 235). ERROFONTE!!!
29 de fevereiro de 1616, segunda-feira Baltazar Gonçalves Moreno e adquiriu, no dia 29 de fevereiro de 1616, ao judeu converso Carlos Francisco Drago, por vinte e dois contos e quatrocentos mil réis, um engenho bem montado, com extensos canaviais, sediado à margem do rio Jaboatão, “a oeste Santo Amaro (Jaboatão) e nos limites da Zona da Mata, até então desbravada pela lavoura canavieira”
ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! Os Campos Bicudos da “Casa” de Suzana Dias. Revista da Associação Brasileira de Pesquisadores de História e Genealogia n.º 22 (Consultado nesta data) - O uso costumeiro de mandar os filhos ao sertão obtém persistência de geração em geração. No testamento de Domingos Fernandes, em 24 de janeiro de 1653, ele declara que mandou os filhos Tomé e Felipe ao sertão, ‘donde trouxeram muitas peças, das quais Tomé levou 12 para casa e aos demais dei menos’.18 No tocante às filhas desta “família fundadora”, em que Metkalf (1990, 283-304) menciona que elas ficavam com a maior parte da riqueza como dote para os genros, Custódia Dias casou-se com Geraldo Beting, o mineralogista alemão de Geldres que vem a São Paulo na equipe solicitada por D. Francisco de Sousa. Mas foi assassinado pelos paulistas quando retornava de uma de suas pesquisas com muitos metais da região de Sabarabussu do Rio das Velhas, entre 1610-1611. Isto mesmo! Desde 1602, com a jornada que fez Nicolau Barreto e atingiu as imediações de Pitangui, os sertanistas da Serra Acima já sabiam onde se encontrava o ouro do Sabarabussu. Um dos motivos da morte de D. Francisco de Sousa, registrado pela historiografia, desgostoso e depressivo, abandonado na sua casa na Vila de São Paulo, está ligado a este assassinato. A outra filha de Suzana, Catarina Dias, casou-se com Antônio Rodrigues Velho, o Araá, de cujo ramo provém o Velho da Taipa, de Pitangui, genro de José de Campos Bicudo, o Monteiro. Segundo seu testamento, em 1616, (Vol. 11, fls 47 a 53,1616) Antônio Rodrigues Velho ‘a segunda vez foi casado com Joana de Castilho [com quem], teve seis filhos. [...] Cita os irmãos: Francisco Rodrigues Velho (a quem nomeia testamenteiro e curador dos filhos), Garcia Rodrigues Velho, o Padre Jorge Rodrigues, já então falecido’.19 Da “Casa” de Suzana Dias, do clã dos Campos Bicudos, Maria Bicudo – moradora em Juqueri, Santana de Parnaíba, falecida em 1659, filha de Antônio Bicudo Carneiro e de Izabel Rodrigues, mãe de Margarida Bicudo casada com Felipe de Campos Bander Borth – era casada com Manuel Pires. Este sertanista conquistou no sertão muitos gentios bárbaros que, sendo batizados se tornaram peças administradas trabalhando na agricultura, sob a doutrinação do primeiro filho, Padre Estevão Rodrigues da Companhia de Jesus. 20 Em seu testamento, como foi se tornando tradição, também Maria Bicudo ‘declarou que mandou o filho Salvador para o sertão com sete negros (grifo meu)[...]. Deixou terça para sua filha Margarina Bicudo casada, em 1643 em S. Paulo, com Felipe de Campos Bander Borth e para Isabel Bicudo casada com Francisco de Arruda Sá’. 21 Este, com sesmaria em Itatiaiuçu, era tesoureiro dos quintos nas Minas22, no período anterior a Guerra dos Emboabas. [Os Campos Bicudos da “Casa” de Suzana Dias. Página 284] Consulta em projetocompartilhar.org - Data: 18 de julho de 1616. Local: Vila de São Paulo, casa de Cláudio Forquim. Juiz: Bernardo de Quadro. Declarante: Cláudio Forquim, o viúvo. Avaliadores: Antonio Lopes Pinto e Belchior de Ordas e Leão. *São Paulo na órbita do Império dos Felipes: Conexões Castelhanas de uma vila da américa portuguesa durante a União Ibérica (1580-1640) - Numa carta do avô de 21/07/1616, citada por Carvalho Franco, Salvador Correia alegou que estava averiguando as minas e que havia muito ouro, que a cada dia se descobria mais, mas que os ministros reais teriam empenho em esconder as descobertas, já que atingiam suas jurisdições. De fato, Salvador Correia chegou a encarregar o filho Gonçalo de empreender uma devassa na vila para apurar a suspeita de que moradores estavam induzindo testemunhas a relatar que não havia ouro algum. [Página 173] ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! update tabela set fontes=8 where autor=10641 and ano=1616 FONTES:8 DEUS!
![]() Fonte: ERRO!
|