Em 1º de Agosto de 1624, Cornélio de Arzão, como procurador de sua sogra requer que o juiz João de Brito Cassão intime Clemente Álvares para entregar as escrituras para que se faça partilhas das terras.
1 de agosto de 1624, quinta-feira, atualizado em 23/10/2025 17:24:18