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Registros de 1626











ANO COMPLETO
1625  (17)
1626
15 registros / erro fontes
1627  (28)
1 de 15
1626, quinta-feira
São Roque Gonzales fundou quatro Reduções: Candelária, Caaçapa-Mirim, Assunção do Juí e Caaró
• 1º fonte - 01/06/2020
YBIANGI, o pico icônico do sul do Brasil, altamontanha.com*
- Considerando “Tempos Modernos”, atuais, nas proximidades dos Morros do Ybiangi, do Apucarana, dos rios Tibagi, Apucarana e Apucaraninha e não longe do Ivaí, há reservas, áreas indígenas, principalmente de Kaingang. Desde as Reduções ou Missões, basta ver a toponímia, levando em conta sempre, que muitas podem ter sido dadas por quem falava a língua franca dos tempos Coloniais (proibida em 1758 e ninguém acha que no dia seguinte, ninguém falava ou nos anos seguintes) Língua Geral Brasílica, nas regiões SE, S e CO o ramo ou Língua Geral Paulista, e assim, não necessariamente os ameríndios regionais, mas seus visitantes, bandeirantes, sertanistas, garimpeiros, mas praticamente toda a toponímia é do Tronco Lingüístico, Família Lingüista Tupi Guarani e não Jê-Meridional.

Ou seja, embora a redução de São Miguel do Ibituruna, o do Ibiangui ou Ibiteruçu, aldeou, reduziu,”salvou almas”, “trouxe para o grêmio da sociedade, da igreja” “fixou em menores áreas“ os Kaingang (Gualachos, Guananas Guaianases, Camperos, depois Coroados…), alguns Xokleng, talvez alguns Xeta e grande parte do Paraná, foi anteriormente dos Guarani e seus subgrupos e nem vamos escrever, que éramos da Coroa Espanhola.

Há algo discutível, se o topônimo (Campos, Rio) do Inho-ho é Jê, possivelmente e pode ser posterior ao “esvaziamento Guarani” causado pelo bandeirantismo no século XVII, principalmente entre 1729/1730. Tibagi (Latibaxiba, Tibaxiba… Tibaji, Tobagi, Tubagi…Apucarana, Huybai/Ivaí, Piquiri, Itararé, Paranapanema, Anhembi/Tietê, Perituba, Assungui, Curitiba, Paraná e Ybiangi.

Todos do que poderíamos dizer, do Guarani Antigo ou do que era falado, no tempo do Guairá. Que nomes usavam os Kaingang, Xokleng, Xeta, para o que nos na pobreza toponímica, ao contrário da deles, chamamos de Agudos ou para aquelas montanhas, faróis orográficos, visto a mais de 120-130 km?.

A importância de reverencial para caminhos, migrações sazonais, para viagens continentais do Atlântico ao Pacifico ou á Bacia do Prata, ao Rio Paraguay é tamanha que o Ybiangi chegou longe, até Assunção ao ponto de ser a única conhecida, desenhada no chão, na areia, num papel em Assunção, no final da década de 1620 ou inicio da seguinte, na impressionante leitura do relevo, da hidrografia de vasta região que os exímios Guarani tinham conhecimento, que afinal, muito de seu saber cartográfico, da sua oralidade, das suas tradições,da sua mitologia, outras tribos, encheram o mapa de Luis Ernot, abrangendo cerca de 4 milhões de quilômetros quadrados e no Brasil atual e países vizinhos, há 4 representações orográficas no mapa, a Serra de Famatina na Argentina (histórica mineração de metais) com 6100 m de altitude aproximadamente, uma colina, em tempo “ruim”, neblinas e nevoeiros, chuvas balizavam a margem direita do gigantesco estuário do Rio da Prata, que o jesuíta – cartógrafo colocou Mont Vídeo, futura capital do Uruguai, um enigma até recentemente, Ibituruna (cultura, morro, serra, campo, os “modernos Campos de Palmas”?) e com ícone cartográfico, o único, o Ybiangi. Ignorar essa toponímia, mais antiga de grande parte do Brasil e vizinhos, usando o vulgar Agudo, mesmo que acrescido de seu município, sem culpa ou nossa intenção, é tacanho demais, a mais suave que achamos. Antes de ser Certam de Coritiba (até o RS, rio Paraná e grande parte do estado de SC), depois Sertão do Tibaji, foi antes Sertão do Ybiangi, Ybiangui, Ibiãguira….Nomes que resistiram, chegaram até nós e antes, das outras culturas?

Temos enorme curiosidade, mesmo sabendo que como ocorreu muitas vezes, quando desconhecíamos a toponímia indígena, ou mesmo sabendo, uma das primeiras formas de dominação foi a apagar sua cultura, seus nomes, de rios e muitas e quando não achamos nada adequado, por exemplo, arvores, ervas, frutas,animais, comidas, praticas, etc. deixamos, mas não antes de escrever, transformar o que nossos ouvidos, ou que achamos que ouvimos, em vocábulos “indígenas”, eivados de corrupções, alterações, neologismos que jamais existiram (e que há gente disposta a traduzir) e ainda mais de duas montanhas mitológicas, reverenciadas, conhecidas por diversas culturas e que as orientaram durante largo tempo. Como eles as chamavam em suas línguas ou como também pode ter acontecido, usaram os termos de outras? Temos uma pista, possibilidade que mostraremos na Cartografia.
• 2º fonte - 01/01/2011
Reduções jesuítico-guarani: espaço de diversidade étnica, 2011. André Luis Freitas da Silva. Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) como parte dos requisitos para a obtenção do título de Mestre em História. Área de concentração: História, Região e Identidades. Orientadora: Profa. Dra. Càndida Graciela Chamorro Argüello
- Siete Arcángeles del Tayaoba - Foi organizada em 1626 na terra de um poderoso cacique chamado Tayaoba. “Este nombre fue de uno principal cacique gobernador de muchos pueblos, del cual tomó toda aquella provincia el nombre”. Para Cristina dos Santos e Tiago Baptista, “foi na principal redução do Guairá que uma legítima experiência de convívio entre culturas distintas se realizou: Los Angeles de los Tayaobá”, onde “30 caciques são tanto de parcialidade Guarani, quanto Jê”. Sobre esta redução Montoya observou o seguinte:

Estão nesta redução os Padres Pedro de Espinosa e Padre Nicolás Ernacio, ardorosos obreiros da vinha do Senhor, que com seu grande zelo e solicitude fizeram muito bem aquela redução, tornando nossa casa e Igreja muito capazes que com ter nesta redução tantos gente, nela cabem todos, trabalhando no espiritual sem cansar e no temporal de uma forma que pode competir com os antigos, já têm vacas, cabras e ovelhas e tudo se faz muito bem, é terra muito fértil e com o cuidado dos Pais, em poucos anos haverá abundância de tudo, plantaram uma boa vinha e um canavial e fizeram um bom pomar com o qual terão muitos presentes. O gado já começa a parir com o fato de já ter leite e manteiga e fazer queijo. Já existe uma multiplicação muito boa do rebanho suíno.

(...)

Siete Arcángeles del Tayaoba

Foi organizada em 1626 na terra de um poderoso cacique chamado Tayaoba. “Este nombre fue de uno principal cacique gobernador de muchos pueblos, del cual tomó toda aquella provincia el nombre”. Para Cristina dos Santos e Tiago Baptista, “foi na principal redução do Guairá que uma legítima experiência de convívio entre culturas distintas se realizou: Los Angeles de los Tayaobá”, onde “30 caciques são tanto de parcialidade Guarani, quanto Jê”. Sobre esta redução Montoya observou o seguinte:

Están en esta reducción los Padres Pedro de Espinosa y el Padre Nicolás Ernacio muy fervorosos obreros de la viña del Señor, los cuales con su gran celo y solicitud han puesto aquella reducción muy buena haciendo nuestra casa e Iglesia muy capaz que con haber en esta reducción tanta gente, toda cabe en ella, trabajando en lo espiritual sin cansarse y en lo temporal de manera que puede competir con las antiguas, tienen ya vacas, cabras y ovejas y se da todo muy bien, es tierra muy fértil y con el cuidado de los Padres dentro de pocos años habrá mucha abundancia de todo, han plantado una buena viña y cañaveral y hecho una buena huerta con que tendrán mucho regalo. El ganado comienza ya a parir con que tienen ya leche y manteca y hacen quesos. Hay ya muy buena multiplicación del ganado de cerdo274 . De maneira semelhante ao caso do cacique Pindoviiú que procurou o padre Montoya para solicitar redução, também o fez o cacique Tayaoba, mas agindo de outra maneira. Ao saber que religiosos estavam reunindo populações e organizando grandes povoados, Tayaoba enviou uma pequena embaixada liderada por seu filho mais velho, que ia acompanhado de um morubixaba chamado Maendi para entrarem na redução de São Francisco Xavier a fim de descobrirem como os padres agiam e como era a vida dos reduzidos.

Desta forma, eles entraram na redução dizendo-se serem naturais do Ybitiruna, local onde mais tarde veio a ser organizada a redução de San Miguel, com índios Camperos. “Os hóspedes, sob a capa de desconhecidos, podiam notar tranquilamente tudo quanto se passava no povo reduzido”. No entanto, passado algum tempo o padre Francisco Dias Taño descobriu a procedência do grupo. “Já sei, meus filhos, quem sois e não ignoro o motivo de vossa vinda nosso povoado! [...] Ficaram os hospedes ainda oito dias e, como tinham tirado as perucas, dobraram-se as festas e as manifestações de amizades” 275.

Tayaoba sabia que os jesuítas vinham se dirigindo para suas terras a fim de contatá-lo e antecipara-se, pois, em tempos passados este cacique juntamente com outros caciques fora enganado por espanhóis de Vila Rica e presos. Os encomendeiros aprisionaram-no, obrigando-o a enviar um grande número de indígenas para trabalharem nas encomiendas. Na prisão, alguns caciques que não quiseram trair seu povo, acabaram perecendo de fome. Tayaoba conseguiu escapar da prisão, e conduziu sua parcialidade para lugares remotos. Proibindo e coibindo a entrada em suas terras de qualquer espanhol 276.

Ao enviar uma falsa embaixada, ele tentava descobrir a real intenção dos jesuítas, e dependendo do resultado ele poderia antecipar-se às ações dos mesmos. Tal como ir para guerra contra os padres e seus índios aliados, se evadir novamente ou se reduzir. A última opção foi a escolhida.

O cacique Tayaoba tinha 28 filhos com diferentes mulheres e era senhor de 80 caciques, 60 dos quais aceitaram se reduzir. Para marcar o local da redução foi erguida uma cruz de sete braças de altura com acompanhamento de 300 índios277. O padre Montoya observava que os tayaobas, antes inveterados antropófagos, haviam estabelecido fortes laços de amizade com seus antigos inimigos, os Gualachos. Hechóse esto de ver en el trato y acogida que hacen estos indios a los gualachos. Eran estas dos naciones enemigas mortales matándose y cautivándose perpetuamente de una parte y de otra sin remedio alguno que para esto se pusiese. Pero ahora después que han recibido el Santo evangelio así estos como aquellos ya no como enemigos capitales, pero como unos muy grandes amigos se tratan todos ellos, viniendo los gualachos al Tayaoba y estos yendo a la tierra y pueblos de los gualachos. Hiciéronse estas amistades ahora año y medio o cerca de dos años. [p. 104, 105, 106 e 107]
• 3º fonte - 01/01/1962
*Misiones y sus pueblos guaraníes, 1962. Guilherme Furlong
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• 4º fonte - 01/01/1911
*Organizacion Social de Las Doctrinas Guaraníes de La Compañía de Jesús P. Pablo Hernàdez
- 1626: São Miguel em Ibitiruzú ou Ibiangui. 1626: San Pablo no rio Iñeay, limite entre as terras de Tayati e as de Tayaoba. [Página 10]
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1626, quinta-feira
Laet
• 1º fonte - 16/11/1940
“São Paulo e Piratininga”, Jornal Correio Paulistano, 16.11.940. Francisco de Assis Cintra (1897-1953)
- O crítico Tromel, de renome internacional, referindo-se ao segundo livro de Laet, diz que ele é de "grande merecimento": Várias foram as edições de tal obra: 1626 (edição "princeps", e holandês); 1630 e 1640 (tradução francesa). Pois bem, esse notável escritor, no Livro XV, capítulo XVII, na parte referente ao Brasil, descreve a Capitania de São Vicente, com as suas povoações. E ai encontramos isto, em tradução do francês para o português:

"Vila de São Paulo: povoação situada sobre uma colina de cento e cinquenta pés de altura, junto da qual passam dois ribeirões. Um desses ribeirões desse do Sul e outro do Oeste, juntando-se ambos ao lado da vila para, unidos, irem despejar-se as suas águas no rio Iniamby. Tem este povoado para o sul, leste e norte, uma linda vista sobre grandes e belos campos que se perdem de vista. Na parte do oeste levanta-se majestosa floresta virgem. A povoação de São Paulo tem 100 (cem) casas mais ou menos duzentos habitantes portugueses, e mestiços, além dos escravizados.

Nela há uma igreja paroquial, dois mosteiros (beneditinos e carmelitas) e um colégio da Companhia de Jesus. O povo vive da criação de ovelhas e da lavoura dos campos. No verão não é muito quente, devido a viração que vem das montanhas, que tempera o calor; no inverno faz muito frio, produzindo geada e ás vezes neve.

As terras próximas são muito férteis, dividindo-se em campos, florestas, encostas e montanhas. Nessas terras, o povo de São Paulo cultiva o trigo, que não tem boa cor. Além dessa cultura, o paulistano se ocupa também do gado. Importam sal, azeite e vinho."


Isso era a cidade de São Paulo, no princípio do século XVI. Falando da povoação vizinha, de São Paulo, diz o mesmo Jean de Laet, em 1630:

"Houve uma povoação chamada Piratininga, nos campos do Planalto, cerca de 12 léguas da vila de São Vicente. Em Piratininga residiram primeiramente os jesuítas (Antes da fundação de São Paulo), como eles contam, e essa povoação foi saqueada e arrasada no ano de 1600 pelos selvagens brasileiros."

Por ai se verifica que São Paulo é o São Paulo de hoje e Piratininga foi outra povoação, que desapareceu do planalto em 1600, queimada pelos selvagens.

ERROFONTE!!!
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1626, quinta-feira
Mapa “America with those know parts in that unknowne worlde both people and manner of buildin”, John Speed, Abraham Goos e George Humble
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1626, quinta-feira
A expedição de Raposo Tavares percorreu esse caminho (que na época correspondia ao braço principal do antigo caminho indígena do Peabiru, que ligava a atual São Vicente ao Paraná e ao Paraguai), rumo às reduções jesuíticas do Guairá, com a finalidade de captura e escravização de índios, tipo de ação que os historiadores do século XIX passaram a denominar "desbravamento"

ERROFONTE!!!
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26 de janeiro de 1626, segunda-feira
Concessão de Sesmarias

ERROFONTE!!!
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2 de março de 1626, segunda-feira
Pedia que o capitão mor notificasse a Luís Fez, fundidor "que fizesse ferro e o desse a este povo pelo preço de dous mil reis ... " e que os mesmos senhorios do engenho não mais "desfizessem o ferro em ferramentas ... "

ERROFONTE!!!
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7 de março de 1626, sábado
A 7 de março de 1626 avisava-se a Fernão Dias, sempre capitão dos nativos, que a Câmara iria visitar as aldeias, assim ajuntasse o gentio

ERROFONTE!!!
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21 de março de 1626, sábado
Os moradores reclamavam que Cornélio de Arzão e Luis Fernandes Aragonês, responsáveis pela fundição do ferro, ao invés de vender o ferro bruto aos ferreiros, transformavam todo o ferro em ferramentas

ERROFONTE!!!
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20 de abril de 1626, segunda-feira
Última solicitação de sesmaria foi feita por Domingos Góes em conjunto com seu genro, Francisco de Mendonça

ERROFONTE!!!
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2 de maio de 1626, sábado
Documento

ERROFONTE!!!
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1 de junho de 1626, segunda-feira
Documento

ERROFONTE!!!
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27 de junho de 1626, sábado
Documento

ERROFONTE!!!
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6 de julho de 1626, segunda-feira
Procuração

ERROFONTE!!!
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5 de setembro de 1626, sábado
Requerimento do provedor das minas Vasques da Mota
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7 de setembro de 1626, segunda-feira
Comprou Baltazar Fernandes de seu tio Cap. Pedro Cubas, pelo valor de 100$000, uma área com quatro casas e quintal

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FONTES:7

DEUS!

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Direto ao ano:





Cassius Marcellus Clay Jr.
1942-2016
Cássius Clay é nome de escravo, não o escolhi, não o quero. Sou Muhammad Ali, um nome livre.

Fonte: ERRO!

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Dúvidas, críticas ou sugestões: Adriano César Koboyama