Luis de Céspedes García Xería Parte em direção ao Guayrá, via Tietê e Paraná
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6 fontes relacionadas à Rio Anhemby / Tietê
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Afonso d´Escragnolle Taunay
Data: de 01/01/1922
Saindo de São Paulo, a 16 de julho de 1628, declara d. Luis de Céspedes que deixara "aquela mal terra com toda pressa". Quiçá receava que os paulistas o obrigassem a descer a serra rumo do mar. Caminhou então quarenta léguas penosas "por tierra y a pie, por ser camiho fragosissimo que no se puede andar de otra manera con ynfinitos travajo... ver+
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Basílio de Magalhães
Data: de 01/01/1935
O engenho, a que se refere Capistrano, era sito em Jacarepaguá. Graças aos documentos recentemente aproveitados pelo Padre Pastells, sabe-se que Céspedes, depois de ter estado cerca de um mês em São Paulo, embarcou-se no Tieté a 16 de julho de 1628, indo, pelo alveo do Paraná, até a província de Guayrá, donde se passou para Assunción.... ver+
*“Ulrico Schmidl no Brasil quinhentista”. Sociedade Hans Staden
Data: de 01/01/1942
Todos nós sabemos que ao tempo do governador d. Luis de Céspedes y Xeriá, em 1628, os moradores de São Paulo se serviam da via fluvial do Tietê para atingir o Guairá e daí, Assunção. ver+
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Valderez Antonio Da Silva
Data: de 14/12/2004
Porém, a mais antiga expedição fluvial pelo Tietê, na qual o rio e seus acidentes figuram documentados em mapa, é a do espanhol Dom Luiz Céspedes Xeria, nomeado capitão-general do Paraguai e casado com uma portuguesa em São Vicente. (..) Em seu tosco mapa, ou borón, que Affonso de Taunay fez copiar no Arquivo Geral das Índias em Sevilha, aparece o ... ver+
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*Articulando escalas: Cartografia e conhecimento geográfico da bacia platina (1515-1628), 2018. Tiago Bonato, Universidade Federal do Paraná
Conduzido por André Fernandes, Luis Céspedes e sua comitiva chegam no “Porto misterioso": Nossa Senhora de Atocha
10 fontes relacionadas à Rio Anhemby / Tietê
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Afonso d´Escragnolle Taunay
Data: de 01/01/1922
Dezoito vezes teve de atravessar o Tietê nesta jornada. Tal percurso fazia-o para atingir um ponto onde a navegação do grande rio começasse a ser mais franca. Afinal, chegou a este porto, a que deu o nome de Nossa Senhora de Atocha, e onde se demorou um mez a construir "embarcaciones de paios grandisimos". De onde teria o capitão-general enc... ver+
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Afonso d´Escragnolle Taunay
Data: de 01/01/1925
Perto da confluência do Sarapoy avistara uma fazenda de gente de São Paulo, subindo canoas por este afluente que provavelmente é o Sorocaba. ver+
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Francisco de Assis Carvalho Franco
Data: de 01/01/1940
Gastam em torno de cinco dias para chegar ao porto fluvial, que ele indica estar a quarenta léguas (parece um exagero). Encontra-se nas proximidades da atual Porto Feliz. ver+
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*“Ulrico Schmidl no Brasil quinhentista”. Sociedade Hans Staden
Data: de 01/01/1942
Todos nós sabemos que ao tempo do governador d. Luis de Céspedes y Xeriá, em 1628, os moradores de São Paulo se serviam da via fluvial do Tietê para atingir o Guairá e daí, Assunção. Na documentação paulista a primeira referência que dela encontramos data certamente de 1602, quando, com respeito à bandeira de Nicolau Barreto, que vencera o "... ver+
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Luís Castanho de Almeida
Data: de 21/12/1964
Havia moradores dispersos, desde que nada se encontrou. O mapa da navegação do Tietê por Dom Luiz de Céspedes Y Xeria em 1628 denomina Sarapuí ao rio Sorocaba, e diz que rio acima há povoadores. Eram os remanescentes de Araçoiaba e Itavuvú.... ver+
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*História do rio Tietê, Belo Horizonte, Editora Itatiaia, São Paulo, Editora da Universidade de São Paulo, 1981
Data: de 01/01/1981
Aqui, as narrativas do século XVIII podem nos ajudar a vislumbrar um pouco do percurso do rio até sua foz, no rio Paraná, assim como aspectos de sua fauna e flora. Um primeiro consenso, como já ressaltamos aqui, era a periculosidade do roteiro.
A mais antiga destas descrições, a de Céspedes Xeria, de 1628, produzida como carta ao rei Fel... ver+
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Valderez Antonio Da Silva
Data: de 14/12/2004
Porém, a mais antiga expedição fluvial pelo Tietê, na qual o rio e seus acidentes figuram documentados em mapa, é a do espanhol Dom Luiz Céspedes Xeria, nomeado capitão-general do Paraguai e casado com uma portuguesa em São Vicente. (..) Em seu tosco mapa, ou borón, que Affonso de Taunay fez copiar no Arquivo Geral das Índias em Sevilha, aparece o ... ver+
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Celso E Junko Sato Prado
Data: de 01/01/2020
Para o estudioso jesuíta, monsenhor Aluísio de Almeida, entre os anos 1608 e 1628 eram comuns as viagens subindo a Serra e daí ao baixo Paranapanema, tendo o rio Pardo como referência (Memória Histórica de Sorocaba - I, Revistas USP, 2016: 342). Também o estudioso, igualmente jesuíta, Luiz Gonzaga Cabral, ao mencionar Aleixo Garcia informa que os p... ver+
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José Carlos Vilardaga
Data: de 01/12/2020
A origem do nome do rio já mobilizou estudiosos de diversas gerações. O nome Anhembi, grafado nas fontes de formas as mais variadas, como Iniambi, Anhembi, Agembi, Aiembi, Anemby, Amiembi, Anhamby, Ayembí, identifica o rio até o século XVIII, quando o nome Tietê (“rio grande”) começou a prevalecer até nomeá-lo completamente. Inicialmente, os dois n... ver+
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Terra das Monções, consultado em portofeliz.sp.gov.br/historia
Data: maio de 23/05/2023
Em 1628, antes do povoamento, o capitão general do Paraguai, D.Luiz de Céspedes Xeria, realizou uma viagem ao seu país utilizando-se do Rio Anhemby, conforme ele próprio explicou em relatório ao Rei Felipe IV. A expedição fez uma parada num certo local, abaixo do Salto de Itu, onde 50 escravos e mais alguns criados dedicaram um mês na constr... ver+