ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! *“Memórias Para a História da Capitania de São Vicente”, Frei Gaspar da Madre de Deus (1715-1800) - Piratininga, ou Piratinim, é um ribeiro, e remete no Rio Grande dos Antigos, hoje conhecido pelo nome Tyetê, consta do auto de Demarcação das terras de Bras Cubas, feito em São Paulo no ano de 1633, por ordem do Provedor-Mór "sifne", o qual se acha no Archivo do Carmo de Santos. Maf. 15. No. 63. O mesmo consta também de uma carta de Sesmaria, passado por Jorge Ferreira aos 9 de agosto de 1567, que esta registrada no Cartório da Provedoria da Fazenda Real. Liv. II, tit. 1562 fol. 64. verf. “São Paulo e Piratininga”, Jornal Correio Paulistano, 16.11.940. Francisco de Assis Cintra (1897-1953) - Houve, na segunda metade do século XVI, duas povoações no planalto da Serra do Mar, nos vastos campos onde deslisava um pequeno rio, ao qual os guaynazes deram o nome de Piratininga. E do nome do riacho surgiu o do planalto: Rio Piratininga - Campos do Piratininga. Nessa parte da Capitania, as duas povoações viveram algum tempo em vizinhança, tendo uma o nome de São Paulo e outra o de Piratininga. Os nativos, em guerra co os colonos portugueses, atacaram esses povoados, conseguindo destruir um, que não resistiu aos ataques. E no ano de 1600, a povoação de São Paulo, fundada pelos jesuítas, continuou a viver, enquanto a sua vizinha, Piratininga, era reduzida a cinzas pelos selvagens, que a tomaram e queimaram. Piratininga foi uma cidadezinha que desapareceu e São Paulo, outra cidadezinha que cresceu, prospetou, agigantou-se e hoje é motivo de orgulho dos paulistas e dos brasileiros. Apesar disso, é comum a confusão que se faz entre esses dois nomes. Dizem "povo de Piratininga", em vez de "povo de São Paulo": "piratininganos", em lugar de "paulistanos". O holandês Jean de Laet escreveu duas obras, ambas notáveis: "História da Companhia das Índias Ocidentais" e "O Novo Mundo ou Descrição das Índias Ocidentais", esta última publicada no ano de 1625, na cidade de Leyde (Holanda) pelos famosos editores Elzvier. O crítico Tromel, de renome internacional, referindo-se ao segundo livro de Laet, diz que ele é de "grande merecimento": Várias foram as edições de tal obra: 1626 (edição "princeps", e holandês); 1630 e 1640 (tradução francesa). Pois bem, esse notável escritor, no Livro XV, capítulo XVII, na parte referente ao Brasil, descreve a Capitania de São Vicente, com as suas povoações. E ai encontramos isto, em tradução do francês para o português: "Vila de São Paulo: povoação situada sobre uma colina de cento e cinquenta pés de altura, junto da qual passam dois ribeirões. Um desses ribeirões desse do Sul e outro do Oeste, juntando-se ambos ao lado da vila para, unidos, irem despejar-se as suas águas no rio Iniamby. Tem este povoado para o sul, leste e norte, uma linda vista sobre grandes e belos campos que se perdem de vista. Na parte do oeste levanta-se majestosa floresta virgem. A povoação de São Paulo tem 100 (cem) casas mais ou menos duzentos habitantes portugueses, e mestiços, além dos escravizados. Nela há uma igreja paroquial, dois mosteiros (beneditinos e carmelitas) e um colégio da Companhia de Jesus. O povo vive da criação de ovelhas e da lavoura dos campos. No verão não é muito quente, devido a viração que vem das montanhas, que tempera o calor; no inverno faz muito frio, produzindo geada e ás vezes neve. As terras próximas são muito férteis, dividindo-se em campos, florestas, encostas e montanhas. Nessas terras, o povo de São Paulo cultiva o trigo, que não tem boa cor. Além dessa cultura, o paulistano se ocupa também do gado. Importam sal, azeite e vinho." Isso era a cidade de São Paulo, no princípio do século XVI. Falando da povoação vizinha, de São Paulo, diz o mesmo Jean de Laet, em 1630: "Houve uma povoação chamada Piratininga, nos campos do Planalto, cerca de 12 léguas da vila de São Vicente. Em Piratininga residiram primeiramente os jesuítas (Antes da fundação de São Paulo), como eles contam, e essa povoação foi saqueada e arrasada no ano de 1600 pelos selvagens brasileiros." Por ai se verifica que São Paulo é o São Paulo de hoje e Piratininga foi outra povoação, que desapareceu do planalto em 1600, queimada pelos selvagens. *Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. Vol. VI (1900-1901) - No mapa geográfico de Silveira Peixoto, de 1768, o primeiro em que vêm figurado os rios entre o Tieté e o Paranapanema com os nomes - Anembi-miri e Pirocaba, lê-se Anembi-graçú. No de Olmedilla, de 1775, o vocábulo conserva a primitiva grafia dos jesuítas - Anhemby, ao passo que no de d. Luiz Antonio de Souza Botelho Mourão se escreve - Niembi. Glimmer, no seu roteiro de 1602, escreveu Anhembi e João de Laet - Iniambi. A grafia, portanto, mais antiga e mais corrente é pois Anhembi, que se deve adoptar como a mais correta, e podendo-se identificar com a palavra Inhamby, ás vezes pronunciada Inhymbú, com a qual se designa a perdiz, ave galinácea outrora abundante nos campos de Piratininga ou de cima da Serra. Portanto, a denominação antiga, dada pelos primeiros colonos portugueses, de Rio Grande de Anhemby se pode traduzir Rio Grande das Perdizes. ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! *São Paulo na órbita do Império dos Felipes: Conexões Castelhanas de uma vila da américa portuguesa durante a União Ibérica (1580-1640) - O envolvimento de Francisco e Juan, juntamente com outros castelhanos, na suposta “Aclamação” de Amador Bueno não é fato comprovado, mesmo porque nem a própria aclamação o é. Mas este episódio, do qual falaremos mais adiante, é denotativo de um possível conflito de identidades naquele contexto. Independente de uma rivalidade ou oposição “nacionalista” entre castelhanos e portugueses, o que nos parece realmente importante é comprovar um forte processo de partidarização que teria ocorrido na vila de São Paulo a partir da década de 1620. Efetivamente, em 1633, surgiu o primeiro indício de que o tema da identidade peninsular poderia servir como pretexto para embates. No dia 20 de agosto, os oficiais da Câmara de São Paulo, daquele ano, fizeram um termo e o levaram até a aldeia de Barueri para expulsar os padres que ali estavam. Alegavam, na ocasião, que os jesuítas, ao se apossar da aldeia, agiam contra a jurisdição real, pois a lei de 1611 garantia o poder temporal aos capitães, reservando-se a um clérigo somente o atendimento espiritual. O termo conclamava os “moradores desta vila e mais estantes e habitantes com seus negros vão a aldeia de marui ajudar a defender a jurisdição real porquanto os padres da companhia queriam usurpar fazendo conservador fora do direito e clérigos castelhanos forasteiros...”.1104 O clérigo castelhano, em questão, era Juan de Medina y Ocampo, villariquenho com família estabelecida em Santana de Parnaíba e homem próximo de André Fernandes. A ação dos oficiais Antonio Raposo Tavares, Pedro Leme, Lucas Fernandes Pinto, Paulo do Amaral e Sebastião Ramos de Medeiros era, na verdade, impulsionada pela disputa em torno dos índios da aldeia de Barueri, que, muito provavelmente, ainda servia para abrigar uma parte da grande quantidade de índios descidos das reduções do Guairá. ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! ERROFONTE!!!
28 de outubro de 1633, sexta-feira Información de Meritos y Servicios de don Francisco de Ledesma Valderrama, inédita (no se refiere la fuente por corresponder a un trabajo en desarrollo) y AGPC, Sala 1, Actas Capitulares, Tomo 2, Folios 5-7, Santa Fe, 22.10.1633 – Instrucciones del gobernador don Pedro Esteban Dávila
ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! *Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, vol. XLIV, 2° parte, 1949 - (...) que o dito caminho que vinha de Santo André para Piratininga vinha do currau que foi de Aleixo Jorge pelo mesmo caminho que vem pela ponte grande que está em Tobatingoara, e dai entrava pela vila, e vinha pela rua direita até onde está o Mosteiro dos Padres da Companhia e dai vinhah pela porta que foi de Afonso Sardinha, e daí pela rua que foi de Rodrigo Alvares e Martim Afonso, e dai, vinha sair agora do Ribeiro atravessando o Ribeiro de Anhangabai pelo mesmo caminho que hoje por ele se serve os moradores que moram daquela banda de Piratininga até defronte da barra de Piratininga aonde dava o Rio Grande. [Página 258] update tabela set fontes=7 where autor=10641 and ano=1633 FONTES:7 DEUS!
![]() Fonte: ERRO!
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