ERROFONTE!!! *Negros da terra: índios e bandeirantes nas origens de São Paulo, 1994. John Manuel Monteiro - O maior empreendimento pós-1640, a bandeira de 1666, também estava associado a um forte movimento colonizador. Ao que parece, a expedição penetrou no sertão de Minas Gerais, talvez na nascente do rio São Francisco, uma vez que alguns documentos associados ao movimento referem-se a cativos amboapira (tememinó) e apuatiyara (tobajara), grupos que habitavam a citada região. A Comprovar a mesma hipótese, um dos participantes da expedição, Bartolomeu Bueno Cacunda, declarava, num litígio de 1682, que havia estabelecido uma roça no Sapucaí dezesseis anos antes. Outras informações provêm do testamento pouco conhecido de Manuel Lo- pes, redigido em 1666 no sertão dos Abeiguira. No documento, o moribundo afirmava encontrar-se "neste deserto", arrolando 24 sertanistas proeminentes como testemunhas. O chefe da expedição, portador da almejada patente de capitão-mor, era Jerônimo de Camargo, que, pouco depois, estabeleceria próspera propriedade em Atibaia, com seiscentos índios e uma elaborada capela. Outros participantes, tais como Francisco Cubas Preto, Baltasar da Veiga, Salvador de Oliveira, Antonio Bueno e Bartolomeu Fernandes Faria, assentaram-se, igualmente, nas boas terras situadas entre os rios Juqueri e Atibaia, cada qual com plantéis com mais de cem índios. [Página 82] ERROFONTE!!! *As Minas Imaginárias O maravilhoso geográfico nas representações sobre o sertão da América Portuguesa – séculos XVI a XIX, 2009. Marcelo Motta Delvaux - Mas não foi somente a prata de Paranaguá o que Agostinho Barbalho Bezerra havia sido incumbido de encontrar: “Havendo mandado ver o q me escreveo Agostinho Barbalho Bezerra, a quem tinha encarregado do descobrimento das minas de São Paulo, dando me conta da Jornada que fizera da Capitania do espirito Santo p.a aquelle descobrimento e Serra das esmeraldas (...)”. update tabela set fontes=3 where autor=10641 and ano=1666 FONTES:3 DEUS!
![]() Fonte: ERRO!
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