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Pedro de Sousa Pereira
Ano: 1687, 6 registros, 0 fontes



session:2915
DATAY:10-02Fevereiro
AMOREOXI

tipo=p
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   Pedro de Sousa Pereira
eysyte
8 de janeiro de 1687, sexta-feira
Carta régia manda dar índios para a diligência as minas de prata e ferro de Sorocaba. a ser realizada por Luís Lopes de Carvalho e frei Pedro de Sousa
  
  
  




   Pedro de Sousa Pereira
eysyte
30 de janeiro de 1687, sexta-feira
Correição
    
    
    
     Fontes (2)




   Pedro de Sousa Pereira
eysyte
8 de fevereiro de 1687, sábado
As minas de Biraçoiaba são referidas em uma carta régia como minas de prata e ferro
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   Pedro de Sousa Pereira
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22 de maio de 1687, sexta-feira
Carta do Ouvidor-Geral Thomé de Almeida e Oliveira para o Rei Pedro II de Portugal
  
  




   Pedro de Sousa Pereira
eysyte
20 de setembro de 1687, sábado
Assassinato de Pedro de Sousa Pereira
•  Imagens (1)
•  Fontes (4)
  
  
  

Referências relacionadas: (3)
1º fonte
João Silvério Trevisan
*A idade do ouro no Brasil
01/01/1962

Francisco do Amaral Gurgel organizou o assassinato brutal, à traição, de um dos mais antigos funcionários coloniais, Pedro de Sousa Pereira, próximo do Rio de Janeiro, no dia 20 de setembro de 1687. Fugira, depois, para o remoto sertão de São Paulo e assim pode participar dos primeiros anos da corrida do ouro em Minas Gerais. Ali, não só fez fortuna como se tornou o mais rico entre todos (...)
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fonte  
2º fonte
Denise Vieira Demetrio
*Senhores Governadores: Artur de Sá e Meneses e Martim Correia Vasques. Rio de Janeiro, c. 1697 – c.1702.
01/01/2014

No que toca especificamente à trajetória de Martim Correia Vasques na conjuntura pós-1660, temos que considerar a morte de alguns parentes importantes, como a dos irmãos Salvador Correia Vasques, em 1652 (148), e Tomé Correia de Alvarenga, em 1675 (149); a do primo Salvador Correia de Sá e Benevides, falecido em 1681 (150) e a do sobrinho Pedro de Sousa Correia, (filho de seu cunhado homônimo e de sua irmã Ana Correia), assassinado em 1687 (151).

150 - Luis Ferrand de Almeida. “A data da morte de Salvador Correia de Sá”. Revista Portuguesa de História, v. III, p. 327-330, 1959-1961. Segundo este autor a última consulta assinada por Benevides é datada de 12 de dezembro de 1681 e em 12 de janeiro de 1682 uma carta do Secretário de Estado Frei Manuel Pereira mencionava que a vaga de Sá no Conselho Ultramarino estava desocupada. Apud: Francis Dutra. “Salvador de Sá e a luta pelo Brasil e Angola de Charles Boxer: cinquenta anos depois”. In: Stuart Schwartz e Erik Myrup (org). O Brasil no Império Marítimo Português. Bauru, SP: Edusc, 2009, p. 17-18.

151 - AHU, RJ, CA, Doc. 1650-1651. Carta do ouvidor-geral do Rio de Janeiro, Thomé de Almeida e Oliveira, em que participa o assassinato de Pedro de Sousa Pereira e as diligências que empregara para prender os criminosos. 22 de maio de 1688.

Com a morte dos irmãos mais velhos e alguns parentes, Martim Correia Vasques torna-se o cabeça da família Correia na capitania, sendo o parente mais velho no final do século XVII. No reino, os elos com o ramo titulado, os Viscondes de Asseca, seriam mantidos [p. 73]
Ver  
fonte  
3º fonte
Wikipédia
Wikipedia
19/08/2024

Em 1687, Cláudio e seus dois primos, os capitães Bento do Amaral da Silva e Francisco Nunes do Amaral (que também assinava como Francisco Gurgel do Amaral, irmão de Bento) foram acusados pela morte de Pedro de Souza Pereira (que ás vezes assinava como Pedro de Souza Correia),conforme consta numa carta do ouvidor-geral Thomé de Almeida e Oliveira enviada para o Rei D. Pedro II de Portugal.[23]Em 1693, o Governador-Geral do Brasil, Antônio Luís Gonçalves da Câmara Coutinho escreveu uma carta para o Rei D. Pedro II de Portugal, pedindo detalhes sobre o andamento do processo a respeito do assassinato de Pedro de Souza Pereira.

Em resposta recebeu a sentença pelo tribunal baiano que declarava Bento do Amaral da Silva, João Velho Barreto, João Batista do Amaral, Antônio Coutinho Figueira, João de Campos Matos, Francisco Correia Leitão e Cláudio Gurgel do Amaral culpados. E por esse motivo, os culpados foram revogar a sua sentença na Casa da Suplicação de Lisboa (alegaram que foram prejudicados por terem sido julgados por dois inimigos da família, os desembargadores João de Sousa e Belchior da Cunha Brochado).[7] Apesar da acusação, foram declarados inocentes desse incidente.
Ver  
fonte  



   Pedro de Sousa Pereira
eysyte
22 de dezembro de 1687, segunda-feira
Correição
  
  



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