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Rodrigo César de Meneses
Ano: 1721, 5 registros, 0 fontes



session:2542
DATAY:10-02Fevereiro
AMOREOXI

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   Rodrigo César de Meneses
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5 de setembro de 1721, sexta-feira
Rodrigo
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Instituto histórico e geográfico de São Paulo
*Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. Volume LXVI
01/01/1969

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   Rodrigo César de Meneses
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12 de setembro de 1721, sexta-feira
Governador pede que dois assassinos e estupradores sejam honrados com a mercê do Hábito de Cristo
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Francisco de Assis Carvalho Franco
*“Dicionário de bandeirantes e sertanistas do Brasil - séculos XVI - XVII - XVIII” de Francisco de Assis Carvalho Franco
01/01/1954

João e Lourenço Leme da Silva, naturais de Itu e filhos de Pedro Leme da Silva, alcunhado o Torto e de Domingas Gonçalves. Criados na vida solta de sertanistas, eram autores de mais de um crime, o que não constituía naqueles tempos nenhuma exceção. No rol de seus delitos avultava o assassinato do bandeirante Antonio Fernandes de Abreu, em 1717 e o estupro de três filhas de João Cabral da Távora, ambos na vila de Itu. Não eram assim culpas de molde a merecer muita condescendência, mas no meio em que viviam, passava-se de largo sobre tais coisas.

E a prova é que d. Rodrigo César de Meneses, governador de São Paulo, em cartas de 12 de setembro de 1721, 10 de outubro de 1722 e 20 de dezembro do mesmo ano, insistia junto à Côrte para que fosse dado o perdão régio a Lourenço Leme da Silva, honrando-se-lhe com a mercê do hábito de Cristo, "porque não só ficaria contente, mas sujeito, e com este exemplo se animarão os demais a fazerem novos descobrimentos. João e Lourenço Leme foram os principais da expedição que descobriu ouro em Cuiabá, em 1718. Mas potentados soberbos, poderosos e ricos, eram odiados por muitos dos seus contemporâneos. [Página 375]
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   Rodrigo César de Meneses
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23 de novembro de 1721, domingo
Lançado
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Instituto histórico e geográfico de São Paulo
*Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. Volume LXVI
01/01/1969

O caminho de Luís Pedro de Barros - Jorge Balestrini Filho

Em 1720, com o desmembramento de Minas Gerais, que passou a formar capitania a parte, a sede da de São Paulo, até então em Ouro Prêto, se fixou no planalto piratiningano. Pedro Álvares Cabral foi designado para dirigi-la, em dezembro de 1721, tendo recusado o cargo no dia 5 de setembro do mesmo ano, foi nomeado o capitão general Rodrigo César de Menezes, com ordens de embarcar o mais breve possível.

Uma de suas preocupações iniciais prendeu-se a ausência de caminhos terrestres, por onde pudesse se processar o escoamento de cargas e animais, mòrmente gado, para abastecimento das minas de Cuiabá. E dessa maneira reter in loco os bandeirantes e buscadores de ouro. Raciocinava praticamente: abrir caminho mais rápido, fornecer mantimentos; menos preocupados a respeito, poderão produzir mais e aumentar os lucros.

Expediu um bando com caráter de concorrência. Os interessados diriam das condições para abertura do caminho por terra para as minas cuiabanas, os "prêmios" e "honras", a que aspiravam especificando "as conveniências que se lhe hão de fazer, respeitando o trabalho, a despeza que hade ter".

Lançado a 23 de novembro de 1721, em S. Paulo, e simultâneamente em Santos, Itu e Sorocaba, dava-se prazo aos requerentes até o dia 24 do mês seguinte. Rezava o bando:

"Rodrigo Cezar de Menezes, etc. - Por ser conveniente ao real serviço de S. Mag.de q´ D.s g.e, e aos moradores desta capitania abrir-se o caminho pelo certão p: as novas minas do Cuyabá, para ficar mais fácil a todos o irem, e virem com cavalos, e cargas com mais comodidade de q´ atê gora experimentão pellos rios por onde se navega assim a resp.tn da dilação como do risco, secos, e correntezas do Rio, e tendo consideração a todas estas razões pello grande dezejo, q´ tenho de procurar adiantar todas as utilidades dos moradores desta cap."Ia, e q´ ella seja a melhor, e mais abastecida, tenho procurado, q´ alguas pessoas della abrão caminho em direitura pello certão, de sorte q´ fique a todos mais fácil, a sua condução, e por que nesta capitania ha pessoas abastadas de escravos, e com préstimo, e intelligencia, p." emprederem, e conseguirem o fim desta delligencia logo: Ordeno, e mando que toda a pessoa que quizer abrir e d." cam.O, pode vir fallarme, ou apresentarme petição em que declare o quer abrir, e as conveniencias que se lhe hão de fazer, respeitando o trabalho, e a despeza que ha de ter no dito caminho, por que se ha de fazer o ajuste com aquela pessoa, que se entender o fará logo, e pedir os prêmios, e honras, que forem iguaes ao serviço que hade fazer, e toda a pessoa que quizer fazer este serviço a S. Mg.de apresentarâ a sua petição na Secretaria deste Governo até 24 do mez que vem, p..? eu tomar sobre este particular o expediente que for mais conveniente ao real serviço e para que chegue a noticia de todos mandey lançar este bando, que se publicará na praça desta cid." e ruas p."" della, e depois de reg." na Secretr: deste Governo se fixarâ no corpo da guarda. Dado nesta cid." de São Paulo aos 23 de novembro de 1721. - O Secretr." do G0vr.O Gervasio Leyte Rebello a fes. - Rodrigo Cezar de Menezes. - Tambem se mandou lançar na Villa de Santos, Outú, e Sorocava."
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   Rodrigo César de Meneses
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   Rodrigo César de Meneses
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24 de dezembro de 1721, sexta-feira
Pedro Alvarez Cabral: Capitanias
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Instituto histórico e geográfico de São Paulo
*Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. Volume LXVI
01/01/1969

Em 1720, com o desmembramento de Minas Gerais, que passou a formar capitania a parte, a sede da de São Paulo, até então em Ouro Prêto, se fixou no planalto piratiningano. Pedro Álvares Cabral foi designado para dirigi-la, em dezembro de 1721, tendo recusado o cargo no dia 5 de setembro do mesmo ano, foi nomeado o capitão general Rodrigo César de Menezes, com ordens de embarcar o mais breve possível.

Uma de suas preocupações iniciais prendeu-se a ausência de caminhos terrestres, por onde pudesse se processar o escoamento de cargas e animais, mòrmente gado, para abastecimento das minas de Cuiabá. E dessa maneira reter in loco os bandeirantes e buscadores de ouro. Raciocinava praticamente: abrir caminho mais rápido, fornecer mantimentos; menos preocupados a respeito, poderão produzir mais e aumentar os lucros.
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