ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! 1º fonte - 01/01/2006 *Caminhos e descaminhos: a ferrovia e a rodovia no bairro Barcelona em Sorocaba/SP, 2006. Emerson Ribeiro, Orientadora Drª. Glória da Anunciação Alves - Ainda segundo Almeida, os caminhos que ramificavam na serra de São Francisco iam a dois sentidos: um ia para a cidade de São Roque e o outro para Sorocaba. O caminho dos Morros e o da Caputera, como até hoje, encontravam-se numa encruzilhada que levava à Penha a ao Popolo ou São Francisco, e, enfim, o de São Roque procurou Inhaíba, passa três, Caputera, quase como hoje. Estes ramais dos Morros e tronco para São Roque existiam pelo menos aí por 1750, mas teriam começado antes. [Páginas 107 e 108] ERROFONTE!!! 1º fonte - 05/02/2026 Sorocaba já cobrou imposto até de quem puxava o cavalo pela ponte - O intenso trânsito de animais levou as autoridades portuguesas a criarem registros para a cobrança de impostos. Nos Campos Largos do Araçoiaba, todos os caminhos se afunilavam na ponte sobre o Rio Sorocaba, onde, em 3 de setembro de 1750, foi criado o Registro de Animais de Sorocaba. A arrecadação era arrendada a empresários da época, que contratavam funcionários sem ligação com os moradores da Vila para serem mais rigorosos na cobrança, o que gerou conflitos com comerciantes, tropeiros e fiadores locais. 2º fonte - 20/03/2023 Sorocaba e a feira do Tropeirismo Por Marco André Briones, consultado em cidadeecultura.com - 3º fonte - 01/04/2015 Revista online do arquivo público do estado de SP* - em particular o Sul. A partir daí a Vila prosperou com os serviços oferecidos aos tropeiros, como hospedagem e aluguel de pasto para os animais da tropa (principalmente mulas). Mais do que isso, tornou-se um importante centro de comercialização de animais de carga e arrecadação de impostos sobre este comércio e sobre o próprio trânsito das tropas.Em 1750, foi criado o Registro de Animais de Sorocaba, que centralizava essa cobrança. A arrecadação era transferida a particulares, mediante um leilão de tais direitos (como eram chamados os impostos nessa época). Em Sorocaba, como no resto da capitania paulista, os maiores arrecadadores eram os donos das maiores fortunas. Essas pessoas juntavam sua riqueza através dos impostos que cobravam em nome da Coroa e do comércio.Todo esse movimento – como observa a aluna de graduação – leva a um impulso decrescimento de Sorocaba, através do aumento de pedidos de “datas” de terra urbana. Em seu trabalho de Iniciação Científica, intitulado Configuração espacial de Sorocaba: povoado em 1654, vila em 1661 e cidade em 1842, a graduanda estuda esse processo de expansão urbana manifesto no Maço de População de 1783. Ele revela um retrato bastante aproximado de Sorocaba, sua urbanização e sua economia à época. 4º fonte - 25/03/2013 Sorocaba e sua identidade tropeira, Jornal Cruzeiro do Sul. 25.03.2013 - O Brasil era colônia de Portugal e o governo de Lisboa, atento às possibilidades do negócio, criou uma série de Registros de Animais ao longo do caminho das tropas. O objetivo era obrigar os tropeiros a passar por esses locais e arrecadar impostos. O mais importante Registro de Animais foi instalado em 1750 em Sorocaba, junto à ponte sobre o rio (a atual ponte que liga a rua 15 de Novembro à avenida São Paulo). 5º fonte - 01/06/2000 Sorocaba no Império: comércio de animais e desenvolvimento urbano, por Cássia Maria Baddini* - 6º fonte - 01/09/1965 “Memória Histórica de Sorocaba, parte III”* - Até 1750, porém, os tropeiros pagavam à escolha, aqui ou em Itú, pois nesse ano Cristovão Pereira ainda providenciou livros para os assentamentos daquela vila. É que pelo Itapeva, Nhaiba, São Roque era permitido viajar para São Paulo, de forma a não passar perto de Itú. Um documento antes de 1740 fixa o caminho para São Paulo pela fazenda do padre Dr. João Leite... ERROFONTE!!! 1º fonte - 23/11/2022 Francesco Tosi Colombina, pt.wikipedia.org - Na América Portuguesa, por volta de 1734, dirigiu a expedição que descobriu o rio Tibagi. Posteriormente, em 1749, acompanhou o quarto Ouvidor da Capitania de Goiás, Agostinho Luís Ribeiro Vieira, em sua viagem que partiu do interior de São Paulo até Vila Boa de Goiás. A partir dali, em lombo de mula, percorreu a região até Natividade, levantando a "Carta da Capitania de Goiás e Mato Grosso", remetida ao Governador e Capitão-general da capitania de Goiás, D. Marcos José de Noronha e Brito, conde dos Arcos, futuro vice-rei do Estado do Brasil. Com base nessa experiência, recebeu licença para explorar, por dez anos, um "Caminho Novo" a ser aberta de São Paulo às minas de Cuiabá: "Francisco Tossi Colombina e outros propuseram abrir por esse tempo uma estrada de carros de São Paulo para Cuiabá, passando pela Capital de Goiás, e requereram a concessão do privilégio do seu rendimento por espaço de dez anos, e uma sesmaria de três em três léguas em toda a extensão da projetada via de comunicação. Foi esta pretensão deferida por provisão de 06.12.1750 (…). O privilégio caducou, por nunca terem os empresários podido organizar a companhia que se devia encarregar desses trabalhos." (ALENCASTRE, 1863:124). DEUS!
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