Bloem argumenta que o Rio de Janeiro não seria um bom local para um empreendimento desse tipo: os salários a serem pagos seriam altos e o custo de vida elevado; a evasão dos estrangeiros seria grande, pois faltavam os divertimentos dominicais que havia nos países de origem; faltava moralidade; faltaria a energia hidráulica necessária para tocar as máquinas e não haveria boa madeira para a construção dos barcos
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23 de julho de 1840, quinta-feira
Esses três canhões sobrevivem até hoje, têm gravada a data da Maioridade, “23 de julho de 1840”, o nome de “Pedro II” e, pelo menos em um deles, o nome do autor, “BLOEM”
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agosto de 1840
Bloem manda outra correspondência, perguntando a quem ele deveria enviar, no Rio de Janeiro, os três canhões que tinha fundido, usinado e testado, com carga de pólvora três vezes superior à carga padrão. Bloem incluiu na carta um desenho com as dimensões dos três canhões*
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22 de set. de 1840, terça-feira
O ministério da Guerra respondeu que as propostas de Bloem só seriam interessantes se o percurso entre Ipanema e o rio Juquiá fosse transitável e se fosse ali construída a oficina de máquinas a vapor, que era um assunto da Marinha
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