1865, domingo Quando o Brasil sustentava uma guerra com a República do Paraguai, foi encarregado da reorganização da fábrica o cap. de engenheiros Dr. Joaquim de Souza Mursa. O ministério da guerra, debaixo de cujas ordens estava o estabelecimento, marcou a produção diária de três toneladas de ferro fundido cinzento e uma tonelada de ferro batido
A estranha história de uma tal de “Casa das Armas Brancas”. Fernando JG Landgraf e Luciano Regalado - Há anos palco para muitas fotos de noivas, e até festas, a “Casa de Armas Brancas” é um grande prédio de pedra na área histórica da Flona Ipanema, terminado de construir em 1887. O prédio tinha desabado, nos anos 1940, foi reconstruído nos anos 1960 e para lá foram levadas várias máquinas das Oficinas antigas, tornos enormes fabricados na Alemanha no século 19. Mas e esse nome, o que quer dizer? Armas Brancas são facas, machados, punhais. As lendas gostam de imaginar que essas tais armas devem ter sido fabricadas ali para uso na última guerra que o Brasil liderou, a Guerra do Paraguai. Tudo imaginação. A Fábrica de Ferro de Ipanema estava desativada quando a Guerra começou, em 1865, e não há notícia de ter contribuído com armas ou munições, até o fim da guerra, em 1870. Existem relatórios anuais muito completos sobre a Fábrica, nessa época, e nenhuma menciona produtos para a guerra. O prédio, pior, nem estava construído. *A GUERRA DE S. SEBASTIÃO (1912-1916): UM ESTUDO SOBRE A RESSIGNIFICAÇÃO DO MITO DO REI ENCOBERTO NO MOVIMENTO SOCIORRELIGIOSO DO CONTESTADO. EDUARDO RIZZATTI SALOMÃO - Em meados de 1865 ou 1870, João Maria teria retornado ao Morro do Ipanema. Um bilhete encontrado no arquivo na Fábrica de Ferro, atribuído ao administrador Costa Passos e enviado ao Coronel Joaquim de Sousa Mursa, então diretor da fábrica, informa que o monge desapareceu e que no abrigo por ele ocupado se encontrou vestígios de sangue. Especulou-seque uma fera ou um criminoso tenha dado fim ao andarilho, mas nada foi encontrado para corroborar essa versão. Há notícias de que João Maria permaneceu em São Paulo e faleceu antes de 1889, no Morro Pelado, em Itirapina, ou em Araraquara, entre os anos 1906 e 190782. Mas esses relatos não são consistentes, pois outras informações, mais bem documentadas, apontam para a saída do peregrino do Brasil, como será visto posteriormente. Revista de Engenharia N° 147 - Em 1865, quando o Brasil sustentava uma guerra com a República do Paraguai, foi encarregado da reorganização da fábrica o cap. de engenheiros Dr. Joaquim de Souza Mursa. O ministério da guerra, debaixo de cujas ordens estava o estabelecimento, marcou a produção diária de três toneladas de ferro fundido cinzento e uma tonelada de ferro batido. É a partir desse momento que a prosperidade se inicia nesse importante estabelecimento metalúrgico da América do Sul. *“O Vulgarisador” (RJ) - ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! *Divisão administrativo e divisas municipais do estado de S. Paulo. Repartição de estatística e arquivo. página 385 - A lei n. 46 de 10 de abril de 1865 assim marcou as divisas entre este município e o de Campo Largo: "Principiam na barra do ribeirão Ypanema, no Rio Sorocaba, seguindo ribeirão acima até a barra de um córrego pelo lado esquerdo, e por este acima até sua cabeceira em um banhado perto do portão da Fábrica de Sâo João de Ypanema, deste banhado seguem pelo vale e portão da ditga fábrica até um córrego que serve de agoada no sítio que foi de José Quirino de Oliveira, e por este córrego abaixo até o ribeirão Ypanema, ficando todo o terreno da fábrica deste lado para Campo Largo, subindo o ribeirão Ypanema até a barra do Ypanemirim, e por este acima até o passo do Barreiro, e córrego acima, passando pela frente do Colégio do Professor Francisco de Paula Xavier de Toledo até sua cabeceira junto á casa do finado Laguna, ficando esta pertencendo á Sorocaba, e atravessando a estrada do Jundiacanga, próximo ao portão até a cabeceira de uma vertente que desagua no rio Pirapora, e por este abaixo até fazer barra no rio Sarapuy. ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! *Vocação agrícola: a inserção do Império brasileiro no comércio internacional e a percepção de viajantes britânicos e norte-americanos (1840-1870) - Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas: Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108 ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! update tabela set fontes=8 where autor=10641 and ano=1865 FONTES:8 DEUS!
![]() Fonte: ERRO!
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