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Sorocaba/SP
Registros de 1942











ANO COMPLETO
1941  (22)
1942
53 registros / erro fontes
1943  (23)

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1942, quinta-feira
Avenida Eugênio Salerno. Acervo: Douglas Gomes (data estimada)

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1942, quinta-feira
Casamento de Paschoal Police e Angela na Igreja do Bom Jesus

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1942, quinta-feira
Anais da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Ministério da Educação. Volume LXIV. Diretor Rodolfo Garcia

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1942, quinta-feira
Inventários e Testamentos. Vol. XXXII

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1942, quinta-feira
Revista do Arquivo Municipal, Volumes 85-87

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1942, quinta-feira
Revista Motor/RJ

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1942, quinta-feira
Instituto Geográfico e Genealógico de Sorocaba cria o Colar Evocativo ao Sesquicentenário da Revolução Liberal de 1842

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1942, quinta-feira
Florestan Fernandes realizou uma pesquisa sobre João de Camargo em Sorocaba

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1942, quinta-feira
Revista da Sociedade de Geografia do Rio de Janeiro, Tomo XLIX

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1942, quinta-feira
Médico diz que o Manicôminio de Sorocaba tem servido de presídio

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1942, quinta-feira
Inaugurada a adultora que ligava a represa de Itupararanga ao núcleo de Sorocaba

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1942, quinta-feira
Rua Arlindo Luz. Vila Santana (data aproximada)

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1942, quinta-feira
Irandir Albertone e Santina Albertone. Vila Hortência, Sorocaba/SP

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1942
“Ulrico Schmidl no Brasil quinhentista”. Sociedade Hans Staden
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1942, quinta-feira
Ampliação

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jan. de 1942
Revista Genealógica Brasileira, Volumes 3-4*

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1942, quinta-feira
Rua Álvaro Soares

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1942, quinta-feira
Avenida São Paulo, Sorocaba/SP

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1942, quinta-feira
Bairro Aparecidinha (data estimada)

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1942, quinta-feira
Avenida São Paulo (data aproximada)

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1942, quinta-feira
Planta da nova sede feita pela Construtora Celbe. Créditos da imagem: Benedito Maciel de Oliveira Filho (data estimada)

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1942, quinta-feira
Primeira professora negra de Sorocaba começou a lecionar

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1942, quinta-feira
Ponte sobre o rio Sorocaba, ligando a rua XV de Novembro a avenida São Paulo

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1942, quinta-feira
Cemitério da Saudade foi ampliado até a praça Pedro de Toledo

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1942, quinta-feira
O bairro que era chamado de Passa-Três e mudou de nome para Brigadeiro Tobias

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1942, quinta-feira
Escola Maternal de Santa Rosália foi transformado em Escola Ginasial

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1942, quinta-feira
Rua Nogueira Padilha. Á direita, local onde seria construída a Igreja do Bom Jesus. Vila Hortência. Créditos da imagem: Gal Moreira Dini II / Antônio Carlos Sartorelli (data estimada)

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1942, quinta-feira
Luís Castanho de Almeida publica um estudo sobre o “Monge de Ipanema”

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1942, quinta-feira
Foi incorporada à Sorocabana a Estrada de Ferro Cantareira

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25 de jan. de 1942, domingo
“No dia de São Paulo”. Jornal Correio Paulistano/SP, página 5
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3 de fevereiro de 1942, terça-feira
Publicado o edital chamando concorrentes para construção do novo prédio do Sorocaba Club
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7 de fevereiro de 1942, sábado
Publicado o edital chamando concorrentes para a construção do novo prédio do Sorocaba Club

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15 de fev. de 1942, domingo
Jornal Correio Paulistano

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24 de fevereiro de 1942, terça-feira
A Noite Ilustrada, 24.02.1942. Como Jundiaí foi elevada a vila
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1 de março de 1942, domingo
Rua São Bento (data estimada)*

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21 de março de 1942, sábado
Nascimento de Ademir de Barros em Cambará

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9 de abr. de 1942, quinta-feira
Lançamento da primeira pedra da nova igreja do Bom Jesus
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mai. de 1942
Revista Illustração Brasileira (FRA)*

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3 de mai. de 1942, domingo
Correio Paulistano

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5 de maio de 1942, terça-feira
Fundado o Aeroporto Araçoiaba

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1942, segunda-feira
Jornal O Malho

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6 de junho de 1942, sábado
Jornal Correio Paulistano

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14 de jun. de 1942, domingo
Zé Arrepiado, o noivo que desenterrou o cadáver da noiva

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18 de julho de 1942, sábado
Correio Paulistano, 18.07.1942, página 4. Capitão Jerônimo Leitão, Américo de Moura

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25 de julho de 1942, sábado
“A primeira guerra de Jerônimo Leitão”. Américo de Moura (1881-1953), Jornal Correio Paulistano
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9 de agosto de 1942, domingo
Lançada a pedra fundamental do Hangar Araçoyaba, benzida por Dom Aguirre

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14 de agosto de 1942, sexta-feira
A entidade sindical da categoria econômica do comércio varejista teve como data inaugural

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15 de agosto de 1942, sábado
“Domingos Luiz Grou”. Américo de Moura (1881-1953), Jornal Correio Paulistano, página 4

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22 de agosto de 1942, sábado
Caminho do Anhembi, Américo de Moura, Correio Paulistano, 22.08.1942, página 4

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28 de setembro de 1942, segunda-feira
Falecimento de João de Camargo Barros

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1 de outubro de 1942, quinta-feira
Rubens de Faria e Souza é designado para exercer o cargo de Vice-Diretor da Escola Profissional Secundária Mista “Bento Quirino”, de Campinas.

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15 de novembro de 1942, domingo
Jornal Correio Paulistano, página 3
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3 de dezembro de 1942, quinta-feira
Apontamentos para a História da Fábrica de Ferro do Ipanema, 03.12.1942. Prof. João Lourenço Rodrigues (1869-1954), Itapetininga/SP
• 1º fonte - 01/01/1959
*Boletim do Departamento do Arquivo do Estado de SP. Secretaria da Educação. Vol. 9. Apontamentos para história da Fábrica de Ferro do Ipanema (1959) Prof. João Lourenço Rodrigues
- No tempo em que a estrada de ferro só chegava até Sorocaba, esta cidade era o empório comercial de tôda a zona sul paulista (...) Meu saudoso avô tinha por costume, ao escurecer, ir sentar - se à porta da sua vivenda de Campo Largo. O céu ali era de uma limpidez maravilhosa e José dos Santos dava -me noções encantadoras sôbre astros e constelações; e daí sem dúvida o meu pendor para os estudos uranográficos.

Ora, uma dessas noites sucedeu que o nosso colóquio viesse a ser interrompido pela passagem de um esplêndido bólide, cujo clarão alumiou tôda a paisagem. O brilhante meteoro tinha uma côr esverdeada e, no seu trajeto de sul para o norte, ia lançando fagulhas e deixando ouvir um fragor longinquo, como aquele que anuncia a aproximação de uma das chamadas chuvas de pedras ou granizos. A tal fragor, seguiu - se um estampido surdo, de curta duração.

- Foi cair no morro da Fábrica, exclamou meu avô. O que é aquilo, padrinho ? perguntei cheio de curiosidade. É uma Mãe de Ouro . No tempo de dantes ela já morou alí no morro : havia lá então uma lagôa dourada e, à roda dela, ouro em tal abundância que era só ajuntar no chão. Mas eram muito raros os homens que a isso se animavam , porque essas riquezas da Mãe de Ouro eram defendidas por uns fantasmas que infundiam pavor. Outras pessoas sedentas de novidade, entre as quais alguns tropeiros, foram - se aproximando de nós, e meu avô, animando - se mais e mais, fez -nos uma preleção em regra. Houve contudo, continuou ele, um canhembora mais animoso do que os caipiras da vizinhança. Era um negro da Costa já bastante idoso, um escravo fugido de qualquer fazenda distante. Quando fazia bom tempo, o tal canhembora saía lá do seu esconderijo , e andava à cata das pedrinhas que lhe parecia conterem ouro. Punha - as num canudo feito de um gômo de taquarussú ; mas à proporção que o canudo se ia enchendo, minguava sua provisão de mantimentos. Que fazia então o negro canhembora? Tratava de vender sua colheita a um ourives de Sorocaba, seu freguês e protetor, o qual fazia com isso magnífico negócio. O negro chegava à cidade alta noite e se dirigia à casa do ourives onde ficava escondido enquanto o seu hospedeiro se encarregava de fazer-lhe, durante o dia, a compra de comestíveis. Chegada a noite, o pobre preto, tendo as malas cheias de mantimentos, regressava para a sua paragem da Lagoa Dourada, onde recomeçava a sua faina, escapando à vigilância solerte dos capitães de mato. Parece, porém, que o tal ourives de Sorocaba deu com a língua nos dentes, a propósito da mina de ouro do morro Araçoiaba. A notícia correu célere e sucedeu o que era de esperar : os bravos aventureiros surgiram um dia lá no morro , à procura da mina da Lagôa Dourada. O canhembora abandonou aquelas bibocas, procurando novo refúgio, e os aventureiros levaram um lôgro. Por que, padrinho ? perguntei. Porque a Mãe de Ouro também se mudou para outro ponto, onde ocultou de novo os seus tesouros. Agora ei-la de volta , e hão de vêr que a Lagôa Dourada, sêca por longos anos, vai encher - se de novo. E quem nos dizque ouro não vai abundar de novo no serro azul do Araçoiaba ? !— Então vovô, quando os buavas vieram ao morro não encontraram mais ouro ? perguntei.Nem sinal! Puzeram -se então a procurar prata, efoi novo trabalho perdido. Só encontraram pedras deferro, fáceis de reconhecer porque atraem agulhas.Pedras de ferro, sim, havia - as em abundância, e por issoos intrusos mudaram o nome do morro, o qual ficou sendoconhecido por Morro do Ferro .E que fizeram eles depois ?- Levantaram nas fraldas do morro um pequeno forno para derreter as pedras. Foi assim que surgiu nomorro Araçoiaba a primeira fábrica de ferro. Eis porque êle se chama tambem Morro da Fábrica. Nesse relato , algumas inexatidões existem a pedir correção. Há, em primeiro lugar, um anacronismo. Éfato histórico bem averiguado que a povoação de Sorocaba foi fundada no correr dos trabalhos de mineraçãono Morro do Ferro. Ora se o canhembora citado por meu avô alí estacionou antes da irrupção dos portuguesesno local, é obvio que nesse tempo Sorocaba ainda não existia; e assim sendo a história do ourives fica reduzida a uma lenda. Mas não só nesse ponto se achava equi vocado o narrador : vê- lo- emos através da resenha que vamos fazer, dos ensaios siderúrgicos do morro Araçoiaba. Seguiremos nela a ordem cronológica.

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FONTES:5

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Direto ao ano:





Cassius Marcellus Clay Jr.
1942-2016
Cássius Clay é nome de escravo, não o escolhi, não o quero. Sou Muhammad Ali, um nome livre.

Fonte: ERRO!

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Dúvidas, críticas ou sugestões: Adriano César Koboyama