Bierrenbach declarou que “enquanto os órgãos policiais não apurarem e não apresentarem elementos suficientes à Justiça Militar, os crimes de terror continuarão impunes”.
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1 de setembro de 1981, terça-feira
Bierrenbach pediu vista do IPM do Riocentro
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2 de outubro de 1981, sexta-feira
Bierrenbach pediu a abertura de um novo inquérito para que o capitão Wilson Machado fosse ouvido em uma auditoria como acusado, “a menos que o Ministério Público Militar queira ser levado ao descrédito perante toda a nação”
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10 de outubro de 1981, sábado
Bierrenbach afirmou que mantinha seu voto contra o arquivamento do inquérito e repudiava “com veemência” as críticas que recebera