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Organizando a História




Localizava-se na esquina da rua São Bento com a rua Padre Luís. Foi demolido em 1965 1º de 3 registrosManoela de Santa Clara e Rita de Santa Ignes informam que, com “inflamada no ardente desejo de servir a Deus”, construíram a base legítimas de uma “casa de recolhimento”12 de fevereiro de 1810, segunda-feira, atualizado em 13/02/2025 06:42:312º de 3 registrosPríncipe Regente mandou o Conde de Aires escrever a Franca e Horta22 de junho de 1810, sexta-feira, atualizado em 25/10/2025 23:57:593º de 3 registrosProvisão régia aprova a fundação do Recolhimento de Santa Clara, em Sorocaba, de iniciativa das filhas do alferes Francisco Xavier de Oliveira22 de julho de 1810, domingo, atualizado em O parecer foi feito com o objetivo de responder ao pedido de esclarecimentos realizado pelo Conselho Ultramarino sobre as intenções dos camarários de Sorocaba. Na parte inicial do documento, Franca e Horta apresenta problemas econômicos para a fundação, alegando que a Vila de Sorocaba era muito pobre e com poucas famílias abastadas para manter o recolhimento; fato que poderia ser contestado, pois, com ainstalação do registro de animais, as fortunas locais cresceram (Bacellar, 2001).A viagem de Franca e Horta aconteceu em 1804, quando ele passou pelas vilas de Itu, Sorocaba e Porto Feliz. Segundo a descrição de sua viagem (Horta, 1906), os motivos do deslocamento teriam sido dois: obter mais informações sobre a construção do novo caminho que ligava Itu à cidade de São Paulo e sobre a fundação de duas Irmandades da Misericórdia – uma em Sorocaba, outra em Itu.Na mesma narrativa, o governador descreveu os cidadãos das duas vilas como muito honrados e bons servidores do Estado. Como afirmara em seu parecer ao Conselho Ultramarino, durante a viagem, ele não só conhecera Manoela de Santa Clara – e provavelmente seus familiares –, como talvez tenha sido recebido por Salvador de Oliveira Leme, falecido em 1805. Outro ponto importante:ele visitou o local onde a construção do prédio do Recolhimento de Santa Clara tinha sido iniciada. A historiografia (Algranti, 1993; Almeida, 2003; Azzi, 1983) mostra vários exemplos de recolhimentos que começaram a construção de seus prédios antes mesmo dereceber a autorização régia. Segundo o relato de Franca e Horta, Manoela de Santa Clara coordenava a construção, e ele afirma que o prédio não era adequado por sua construção ser conduzida por uma mulher. [1]A primeira vez que essas mulheres aparecem claramente é na documentação sobre os pedidos para a fundação de um recolhimento. De forma indireta no parecer, o então capitão-general de São Paulo Franca e Horta apresenta a opinião desfavorável à fundação de um recolhimento na vila.Resta-me finalmente informar a Vossa Alteza motivos particulares que tiveram estes camaristas para [ileg.] a presente súplica, circunstâncias que pessoalmente examinei, quando por outra diligência que interessava o Real Serviço, me foi preciso chegar à vila de Sorocaba. Existe ali uma insensata mulher, que pelo vaidoso entusiasmo de ser fundadora, e regente, havendo-lhe tocado uma pequena fonte de terras por herança, deu princípio a um edifício com essa destinação.O terreno onde tem algumas casinhas, e uma asseada capela, suposto tenha capacidade para os ofícios de um recolhimento, falta-lhe, contudo, o essencial, que é o seu interior uma área indispensavelmente [ileg.] para [ileg.] e passeio das Recolhidas, o que é impossível de conseguir-se por achar situado no centro da vila cercado por toda a parte das casas de moradores.Este informe edifício de taipas de terra, mal construído pela direção daquela mulher, que sem discurso, nem força para a dita obra, não faz mais que levantar este ano, o que no passado se desfez, foi olhando por aqueles homens como um fundo suficiente para o dito recolhimento lisonjeados da esperança de que outros concorreriam com esmolas para o complementarem como se tão débeis fundamentos [ileg.] se pudessem contar alguma coisa [2]
29 de junho de 1896, segunda-feira
Fundado o “Clube dos Aymorés”
1900, segunda-feira
Desenho de Renato Sêneca de Sá Fleury
18 de abril de 1846, sábado
Dom Pedro II visitou o Mosteiro São Bento, Convento de Santa Clara e a tarde o “salto d...

Sorocaba em 1900
Data: 01/01/1900
Créditos/fonte: Desenho de Renato Sêneca de Sá Fleury / MHS
Atualização: 10/12/2025 05:51:09

1 - Mosteiro São Bento
2 - Canto do largo de São bento e Capelinha, cemitério
3 - Cocheira
4 - Convento Santa Clara
5 - Residência do Coronel Sá Fleury e Família
6 - Sobrado do Clube dos Atiradores
7- Câmara, Intendência, Fórum e Cadeia
8 - Gabinete de Leitura no largo da matriz
9 - Clube Aymorés no Largo da Matriz em frente do qual ficava o chafariz
10 - Residência e escola pública do professor Izidoro Marins
11 - Palacete de Antônio Xavier de Araújo visinho da Matriz
12 - Relógio de Sol (canto do largo da Matriz)
13- Residência do coronel Manoel N. Padilha
14 - Armazém de Hércules Tavares de Campos
15 - Sobrado e armazém do Chico Loureiro
16 - Sobrado pertencente à Maçonaria (antiga Cadeia)
17 - Sobrado e Fábrica de Calçados de Chico Grandino
18- Parte posterior do sobrado e loja do Juca Loureiro
19 - Sobrado Farmácia de Alfredo Vasconcelos e Anibal Dias
20 - Cartório do João José da Silva
21 - Chalé da felicidade, Abílio S.
Rua da Direita, atual Braguinha. Largo do São Bento. Rua São Bento. Rua da Penha. Igreja matriz. Rua Barão do Rio Branco (pfp) mapa (scl) (ccc) (sbm)((cht)


Geografia e Mapas
926 registros
Rua São Bento
115 registros
Cemitérios
253 registros
Convento Santa Clara
71 registros
Catedral / Igreja Matriz
153 registros
Mosteiro de S. Bento, Sorocaba
223 registros
Gabinete de Leitura de Sorocaba
52 registros
Rua Coronel Benedito Pires
49 registros
Praça Fernando Prestes
91 registros
Circolo Italiano
12 registros
Boulevard Braguinha
38 registros
Rua da Penha
61 registros
Sorocaba/SP
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