Rio Branco explicou que acreditava que o governo "não poderia comprometer o caso" 1 de agosto de 1873, sexta-feira
O governo ficou do lado dos maçons e contra a igreja, ordenando que D. Vital voltasse atrás, algo que ele se recusou a fazer. A recusa fez com que os bispos fossem julgados em 1874 na Suprema Corte de Justiça e condenados a quatro anos de trabalhos forçados, que foi comutada para quatro anos de prisão sem trabalho. [119]Rio Branco explicou em uma carta datada de agosto de 1873 que acreditava que o governo "não poderia comprometer o caso" já que "envolve princípios essenciais para a ordem social e soberania nacional". [117] Essas ações estavam de acordo com seus próprios pontos de vista, porém suas convicções foram reforçadas pelas conclusões idênticas do imperador. [120] Pedro II considerava Rio Branco como seu político favorito[121] e um segundo no comando que ele podia confiar. [93] O monarca teve um papel decisivo ao apoiar as ações do governo contra os bispos. [122] O historiador Roderick J. Barman criticou a falta de independência que Rio Branco mostrou em relação a Pedro II, dizendo que o presidente do conselho apenas seguia políticas que não desagradavam o imperador ou que tinham seu total apoio. [123] O julgamento a aprisionamento dos bispos foi muito impopular. DATA:01/08/1873 fontes lentemp:3-2-21
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