Wildcard SSL Certificates
  
2015
  103  59  188  176  26
   Registros      Cidades      Categorias      Pessoas      Imagens   









\\windows-pd-0001.fs.locaweb.com.br\WNFS-0002\brasilbook3\Dados\resumox\28/01/2024 04:30:57.txt
Morre o motorneiro do último bonde da cidade
24 de janeiro de 2015, sábado
•  
•  
   
  Comentar  Meu álbum

Hidylio Ferreira Duarte foi o motorneiro responsável pelo recolhimento do último bonde em circulação nas ruas de Sorocaba. O carro aberto número 52 foi guardado em 28 de fevereiro de 1959, às 23h50, na garagem da Prefeitura situada na rua Pedro Jacob, Vila Senger - nas proximidades do início da avenida São Paulo. Ontem, esse importante personagem da história sorocabana faleceu aos 86 anos e o seu corpo será sepultado hoje, às 9h, no cemitério da Consolação. Duarte contava com detalhes a última viagem feita no bonde. Quando o carro chegou no interior da garagem, o motorneiro presenciou outros pilotos emocionados e chorando após as últimas viagens. Esse meio de locomoção deixou de existir na cidade para a instalação do serviço de ônibus. Naquela época, Duarte era funcionário da Prefeitura. Os bondes, administrados pelo governo municipal, circulavam entre as regiões do Além-Ponte e do Cerrado pelas ruas pouco movimentadas de Sorocaba. Curiosamente, o falecimento de Duarte ocorreu bem no ano do centenário do início da circulação dos bondes em Sorocaba. O primeiro carro circulou no município na manhã de 31 de dezembro de 1915. Era o primeiro meio de transporte coletivo dentro do território sorocabano. A iniciativa partiu de Giotto Pannunzio, avô do atual prefeito da cidade, Antonio Carlos Pannunzio. O corpo de Duarte é velado na Ossel da Vila Assis. Ele era casado com Isabel Elisa Bassi Duarte e deixou seis filhos: Orlando, Edson, Carlos, Sérgio, Maria e Carmen. (Da
select * from curiosidades where id=16632 fontes

  História  (33054)
  Cidades  (713)
   Imagens  (12689)
  Pessoas  (10468)
  Temas  (1493)
Direto ao ano:





Cassius Marcellus Clay Jr.
1942-2016
Cássius Clay é nome de escravo, não o escolhi, não o quero. Sou Muhammad Ali, um nome livre.

Fonte: ERRO!

.

Dúvidas, críticas ou sugestões: Adriano César Koboyama