Wildcard SSL Certificates
  
1967
  84  32  98  77  89
   Registros      Cidades      Categorias      Pessoas      Imagens   









Paulo do Chevrolet verde-creme: o comerciante que atirou em Erasmo Carlos a 120km/h
14 de jan. de 1967, sábado
   
  Comentar  Meu álbum

Eram sete horas da manhã quando Erasmo Carlos apareceu na Central de Polícia de São Paulo. Apresentando-se ao Delegado Tobias Delbel Júnior, contou a seguinte história:"— Se não fôsse meu Santo Antônio, a esta hora estaria frito, mano. O meu azar não foi na sexta 13, mas no sábado 14. Quando vinha para São Paulo, de avião, ficamos sobrevoando um tempão a pista. Um dos pneus do aparelho estava furado, mas aterrissamos bem, graças ao Santo Antônio. Depois fui para Sorocaba, onde faria um “show” no Clube Recreativo dessa cidade. Logo na porta, eu e meus companheiros fomos desacatados. No meio do espetáculo o mesmo gaiato quis engrossar, mas eu agüentei firme. Na saída, porém, êle continuou de piadinhas, e eu parti pra cima do bruto. Brigamos aos sôcos. Depois quase fui linchado na cidade. A polícia nos escoltou, com duas radiopatrulhas, evitando que quinze carros. cheios de moços da cidade, nos alcançassem. Pelas 4 horas da madrugada, quando chegávamos próximo a uma cidadezinha, chamada Brigadeiro Tobias, a 120 km por hora, escutei cinco disparos de arma de fogo. Atiravam de um Chevrolet verde-creme, com o tal sujeito dentro, que soube chamar-se Paulo e ser comerciante em Sorocaba. Furaram o meu carrão todo mas, graças a S. Antônio, eu e meus companheiros não fomos feridos". Nas fotos: Erasmo Carlos mostra as perfurações no seu carro e aguarda o Delegado, em companhia de um colega do "show".
select * from curiosidades where id=17764
VERAS

VERAS
fontes


  História  (33054)
  Cidades  (713)
   Imagens  (12671)
  Pessoas  (10468)
  Temas  (1493)
Direto ao ano:





Cassius Marcellus Clay Jr.
1942-2016
Cássius Clay é nome de escravo, não o escolhi, não o quero. Sou Muhammad Ali, um nome livre.

Fonte: ERRO!

.

Dúvidas, críticas ou sugestões: Adriano César Koboyama