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Ação policial prende quadrilha que abastecia a Cracolândia, em SP
2 de dezembro de 2015, quarta-feira
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A Cracolândia, em São Paulo, foi alvo de uma ação policial. Onze integrantes de uma quadrilha que abastecia a região com a droga foram presos. A polícia diz que duas mulheres eram as cabeças das negociações, responsáveis até por comprar os carregamentos na fronteira. Investigadores e guardas civis ocuparam, por uma hora, a Favela do Moinho, que fica ao lado dos trilhos da CPTM, no Bom Retiro. A ordem da Justiça era para procurar armas e drogas em uma casa em construção cercada por barracos. Ela tem 10 cômodos. O dono não estava lá e deixou para trás sacos de roupas e TVs que, segundo a polícia, foram dados como pagamento por consumidores de drogas. Onze pessoas foram presas, todas suspeitas de organizar a venda de crack na região central. Elisabeth dos Santos Moura e o marido foram presos em Sorocaba. Viviam numa casa espaçosa, de dois andares, que ainda estava sendo decorada. Segundo a polícia, Elisabeth guardava em casa R$ 40 mil que seriam usados para comprar uma carga de crack. Ela tinha uma sócia: Valéria Cenciani, que fugiu. Não é qualquer pessoa que pode vender drogas na região da Luz. A polícia diz que os microtraficantes são cadastrados pela quadrilha e só compram dos fornecedores indicados por ela. Na Cracolândia, o grupo vende até 7 mil pedras de crack por dia. A polícia sabe que o consumo de crack não vai parar por causa da operação, mas espera ter criado dificuldade para a droga chegar e circular pela Cracolândia, pelo menos por alguns dias. A polícia também apreendeu sete quilos de drogas na operação.
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Cassius Marcellus Clay Jr.
1942-2016
Cássius Clay é nome de escravo, não o escolhi, não o quero. Sou Muhammad Ali, um nome livre.

Fonte: ERRO!

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