A "Relação das Fazendas de Curitiba" acusa o povoamento rarefeito, indicando a existência de 29 grandes fazendas e 100 pequenos sítios, numa extensão que ia desde o rio Pitangui, hoje e Ponta Grossa, até o rio Itararé, tendo como eixo o caminho Sorocaba-Curitiba. Das grandes propriedades, apenas 9 proprietários residiam na própria fazenda. Os outros moravam em Paranaguá, São Paulo e Santos, e as fazendas eram trabalhadas por escravos sob as ordens de um feitos. Alguns desses ausentes possuíam mais de uma fazenda, e contra eles as Câmaras Municipais reclamavam continuamente, "por consumirem seus frutos em outros distritos" (Machado, B. 1962: