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Jornal do Brasil
15 de março de 1903, domingo
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Transcrevemos o trecho abaixo encontrado na obra do dr. Henrique Leal sobre as missões da Companhia de Jesus no Brasil, o qual tirou da obra, sobre o assunto, de Simão de Vasconcelos:

"Contava-se de uma nação de gente, que habitava além dos carijós, aos quais chamavam hierayuras e os portugueses bilreiros, dotada de bons costumes, de uma só mulher; de não comerem carne humana, de sujeição e uma só cabeça e que não eram amigos de matar. "

Pareciam, portanto, próprios da doutrina de Cristo, e foi isso o primeiro motivo por que despacharam a essa missão o irmão Pedro Correa, sendo o segundo o estarem desamparados no porto dos Patos uns hespanhois, que indo para o Rio da Prata ai naufragaram.

Dai os trouxe o padre Leonardo com suas famílias a São Vicente. Com medo dos tupis, que lhes ficavam entre-meio, pediram a Nóbrega mandasse aplacar estes bárbaros pelo irmão Pedro Correa; foi o terceiro para acabar as guerras entre os tupis e carijós, com as quais não poderia pregar a doutrinar.

Chegaram a um porto principal dos tupys, que depois se chamou Cananéa. Prometeram estes nativos pazes aos padres e fazer igreja; e entregaram também os prisioneiros que tinha, entre os quais havia um castelhano ferido, razão por que ficou o irmão Fabiano para curar e tratar.

Passa o irmão Correa aos carijós e daí aos tupys, de quem consegue pazes; porém não lhe sucedeu o mesmo com os bilreiros. Conhecendo que nada conseguia deles, tratou de por a salvo os hespanhois e procurou voltar aos carijós.

No caminho encontrou a morte que lhe estava aparelhada. Dizem uns que foi tramada por um castelhano, a quem o padre Manuel de Chaves havia livrado da corda dos tupys, cedendo a um deles a nativa manceba do referido prisioneiro; e outros, com Orlandini, que este castelhano era o mesmo, a quem o próprio Pedro Correa livrara agora das mãos dos tupys, e cujo serviço pagava com ódio aos da Companhia de Jesus.
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Cassius Marcellus Clay Jr.
1942-2016
Cássius Clay é nome de escravo, não o escolhi, não o quero. Sou Muhammad Ali, um nome livre.

Fonte: ERRO!

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Dúvidas, críticas ou sugestões: Adriano César Koboyama