Nº Ano Orador Oradora ObservaçõesM215
1687 Manuel de Brito Domingas FilgueirasM216
1687 Manuel Ferreira Antônio da GraçaM217
1688 Manuel Barbosa da Silva Bárbara CorreiaM218
1688 Manuel Rodrigues da SilvaSebastiana de BarrosM219
1688 Manuel Cardoso de VargasJustificaçãoM220
1688 Manuel Ferreira Isabel dos SantosM221
1688 Manuel Antunes de CarvalhoAna de AlmeidaM222
1688 Miguel de Araújo CaldeiraIsabel CardosaM223
1688 Manuel Homem Quintela (?)JustificaçãoM224
1688 Manuel de Pina JustificaçãoM225
1688 Manuel Nunes Maria NunesM226
1688 Manuel Gonçalves Lima JustificaçãoM227
1688 Manuel Francisco BugalhoAna de BenavidesM228
1688 Mateus do Cocho Sodré Felipa de Menezes e CastroM229
1688 Manuel Duarte Bernarda de AbreuM230
1688 Manuel Garcia Maria das NevesM231
1688 Manuel Alexandre de MarinsGrácia Teles, d. M232
1688 Manuel Álvares Moeda Leonor NunesM233
1688 Marcos Soares de Faria Catarina de OliveiraM234
1688 Manuel Castanho JustificaçãoM235
1688 Manuel de Souza Maia Suzana de GóesM236
1688 Manuel de Mendonça DomundoMaria de PeraltaM237
1688 Manuel Jorge Maria de AraújoM238
1688 Matias Rodrigues Maria de JesusM239
1688 Manuel Rodrigues de AndradeAndreza de JesusM240
1688 Manuel Gonçalves Lima Joana de FreitasM241
1689 Manuel Pires Nogueira Tomásia dos ReisM242
1689 Manuel Lopes de Souza Isabel RibeiraM243
1689 Manuel Rodrigues Vitória da Silva de
[p. 72]Em uma das minhas viagens a Piracicaba, estudei o inventário post mortem do Tenente Manuel de Barros Ferraz, pai de D. Rosa Balbina de Barros (bisavó de meu avós maternos João do Amaral Mello – Guiomar Corrêa de Meira), no Arquivo do Fórum de Piracicaba, então depositado na sede do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba. Foi declarante a viúva D. Gertrudes Antônia de Barros. Por obra do acaso, nesse processo descobri que Antônio de Barros Ferraz – o futuro barão de Piracicamirim – era filho do casal acima. Portanto, vovô não se enganara: D. Rita Ferraz era realmente sua tia-bisavó, por afinidade.
Publiquei a identificação de Antônio de Barros Ferraz, en passant, em um traba-lho meu, no ano de
1991, ao tratar do segundo casamento de Balduíno de Mello Castanho e Sampaio (viúvo de D. Antônia de Pádua do Amaral Gurgel) com D. Gertrudes Antônia de Barros, em 2 de abril de
1834, em Itu. 3 D. Gertrudes era viúva do Tenente Francisco Xavier Cardoso Leite, seu segundo marido, o qual faleceu em 1. ode outubro de
1833 em Limeira. O Tenente Manuel de Barros Ferraz havia sido o primeiro marido de D. Gertru-des, de quem, unicamente, deixou geração.
O casal Balduíno – D. Gertrudes – reuniu os filhos menores de idade de cada um, e viveram, por algum tempo, sob o mesmo teto. No recenseamento de
1836 na fre-guesia de Indaiatuba (segunda quadra), da vila de Itu, Antônio ali foi registrado, com a idade de 17 anos. Balduíno e D. Gertrudes deixaram de ter vida marital e, muito prova-velmente, Antônio de Barros Ferraz acompanhou sua mãe de volta a Piracicaba, onde passaram a viver. 4Enfim, passemos à identificação e origem do futuro barão. Antônio de Barros Ferraz foi batizado em 9 de Maio de
1819 na matriz de Santo Antônio de Piracicaba, como segue:5Aos 9 de Maio de mil oitocentos e dezanove batizei e pus os Santos Óleos a Antônio inocente filho legítimo de Manuel de Barros e Gertrudes Antônia. Padrinhos Manuel Joaquim Pinto de Arruda e sua mulher D. Ana Josefa de Sampaio. O Vigário Manu-el Joaquim do Amaral Gurgel de que fiz este assento. O Vigário Manuel José de França
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