13 de maio de 1598, quarta-feira 23/10/2025 17:21:29
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Dom Francisco enviou Martim •dé •Sá em 1597 no rastrode.Diogo Soares. Em outubro de 1598, Sonhando atingir Sabarabuçú como que pela retaguarda,•e . aVantajando em demasiapequena mineração dos Sardinha; crendo fazer da capitania de• São Vicente um nôvo Perk • embarCóu.para o sul, comuma comitiva de soldados portuguêses e índios mansos parao transporte de pessoas e cargas e os primeiros trabalhos, nãosem enviar antes, como administradOr das minas, Diogo Gonçalves Laço, que chegou à vila dé São Paulo em 13 de maiodaquele ano. [1]
Esta malograda tentativa foi seguida de outra, dirigida pelo capitão Diogo Gonçalves Laço que, vindo da Bahia para S. Paulo em 1598 acompanhado de Francisco de Proença, no posto de capitão das minas que em S. Paulo foram descobertas em 1507 pelos paulistas Affonso Saldinha e Clemente Alvares nas serras de Jaguamimbava, Jaraguá, Vuturuna ou Ibituruna e Biraçoiaba; daqui, com alguns companheiros, entre os quais o mesmo Francisco de Proença, fez nova entrada no sertão com o mesmo fim. Isto teve lugar nos 1.ºs. anos do século 17, sem que conseguissem o almejado fim. [www.geni.com/people/] [2]
1° de 6 fontes
30 de Janeiro de 1915, domingo
Primeiro Congresso de História Nacional: Explorações Geográficas, Arqueológicas e Etnográficas Informado, entretanto, d. Francisco de Sousa de que, nas proximidades de São Paulo haviam sido descobertas jazidas de ouro e de ferro, enviou, em 1598, a essas, minas, Diogo Gonçalves Laço, no posto de capitão, e ele próprio, em obediência a ordens régias, partiu, em 1599, para São Paulo, afim de visitar as minas de Ybiraçoyaba, descobertas por Afonso Sardinha e Clemente Alvarez, nas imediações de Sorocaba.
“Memória Histórica de Sorocaba: Parte I” Dom Francisco enviou Martim dé •Sá em 1597 no rastro de.Diogo Soares. Em outubro de 1598, Sonhando atingir Sabarabuçú como que pela retaguarda, e . aVantajando em demasia pequena mineração dos Sardinha; crendo fazer da capitania de• São Vicente um nôvo Perk • embarCóu.para o sul, com uma comitiva de soldados portuguêses e índios mansos para o transporte de pessoas e cargas e os primeiros trabalhos, não sem enviar antes, como administrador das minas, Diogo Gonçalves Laço, que chegou à vila dé São Paulo em 13 de maio daquele ano.
Entre a memória coletiva e a história “cola e tesoura”: as intrigas e os malogros nos relatos sobre a fábrica de ferro de São João de Ipanema. Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História Social, do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, como requisito parcial para obtenção do título de Mestre em História. Área de Concentração: História Social Orientadora: Profa. Dra. Nanci Leonzo Dom Francisco de Sousa foi duas vezes Governador-Geral do Brasil. Enquanto esteve na corte de D. Felipe II, teve contato com Gabriel Soares de Sousa, que foi senhor de engenho na Bahia e que acreditava na lenda do Sol e da Terra, mencionada pelos tupiniquins junto ao Rio São Francisco. Conseguiu autorização para voltar ao Brasil e realizar expedições pelo sertão.
Enquanto isso, enviara Diogo Gonçalves Laço para ser Administrador das Minas e Capitão da Vila de São Paulo. Com D. Francisco de Sousa vieram os mineiros Gaspar Gomes Moalho e Miguel Pinheiro Zurara e o fundidor Domingos oi...
Família Laço, consultado em geneall.net Do "Dicionário de Bandeirantes e Sertanistas do Brasil" de F. de Assis Carvalho Franco, consta:
"Diogo Gonçalves Laço - Portugues, casado com Guiomar Lopes. Veio do reino com D. Francisco de Souza, sétimo governador geral do Brasil, e na Bahia exerceu, em 1591, o cargo de Juiz de Orfãos.
Em 1597, D. Francisco de Souza nomeou-o administrador das minas e capitão da vila de São Paulo. Trouxe ele então consigo o alferes Jorge João, os mineiros Gaspar Gomes Moalho e Miguel Pinheiro Zurara e o fundidor Domingos Rodrigues além de um regimento e ordens para receber do almoxarifadoi...
Primeiro Congresso de História Nacional: Explorações Geográficas, Arqueológicas e Etnográficas Data: 01/01/1915 página 440
ID: 5716
Revista do Arquivo Municipal de São Paulo Data: 01/01/1969 Página 63
ID: 12114
Luís Castanho de Almeida
13 de maio de 1598, sexta-feira Diogo Gonçalves Laço chega á São Paulo
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1170 -
“Memória Histórica de Sorocaba: Parte I”30 de Dezembro de 1964domingo Dom Francisco enviou Martim dé •Sá em 1597 no rastro de.Diogo Soares. Em outubro de 1598, Sonhando atingir Sabarabuçú como que pela retaguarda, e . aVantajando em demasia pequena mineração dos Sardinha; crendo fazer da capitania de• São Vicente um nôvo Perk • embarCóu.para o sul, com uma comitiva de soldados portuguêses e índios mansos para o transporte de pessoas e cargas e os primeiros trabalhos, não sem enviar antes, como administrador das minas, Diogo Gonçalves Laço, que chegou à vila dé São Paulo em 13 de maio daquele ano.
1° de 6 fontes
30 de Janeiro de 1915, domingo
Primeiro Congresso de História Nacional: Explorações Geográficas, Arqueológicas e Etnográficas Informado, entretanto, d. Francisco de Sousa de que, nas proximidades de São Paulo haviam sido descobertas jazidas de ouro e de ferro, enviou, em 1598, a essas, minas, Diogo Gonçalves Laço, no posto de capitão, e ele próprio, em obediência a ordens régias, partiu, em 1599, para São Paulo, afim de visitar as minas de Ybiraçoyaba, descobertas por Afonso Sardinha e Clemente Alvarez, nas imediações de Sorocaba.
“Memória Histórica de Sorocaba: Parte I” Dom Francisco enviou Martim dé •Sá em 1597 no rastro de.Diogo Soares. Em outubro de 1598, Sonhando atingir Sabarabuçú como que pela retaguarda, e . aVantajando em demasia pequena mineração dos Sardinha; crendo fazer da capitania de• São Vicente um nôvo Perk • embarCóu.para o sul, com uma comitiva de soldados portuguêses e índios mansos para o transporte de pessoas e cargas e os primeiros trabalhos, não sem enviar antes, como administrador das minas, Diogo Gonçalves Laço, que chegou à vila dé São Paulo em 13 de maio daquele ano.
Entre a memória coletiva e a história “cola e tesoura”: as intrigas e os malogros nos relatos sobre a fábrica de ferro de São João de Ipanema. Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História Social, do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, como requisito parcial para obtenção do título de Mestre em História. Área de Concentração: História Social Orientadora: Profa. Dra. Nanci Leonzo Dom Francisco de Sousa foi duas vezes Governador-Geral do Brasil. Enquanto esteve na corte de D. Felipe II, teve contato com Gabriel Soares de Sousa, que foi senhor de engenho na Bahia e que acreditava na lenda do Sol e da Terra, mencionada pelos tupiniquins junto ao Rio São Francisco. Conseguiu autorização para voltar ao Brasil e realizar expedições pelo sertão.
Enquanto isso, enviara Diogo Gonçalves Laço para ser Administrador das Minas e Capitão da Vila de São Paulo. Com D. Francisco de Sousa vieram os mineiros Gaspar Gomes Moalho e Miguel Pinheiro Zurara e o fundidor Domingos oi...
Família Laço, consultado em geneall.net Do "Dicionário de Bandeirantes e Sertanistas do Brasil" de F. de Assis Carvalho Franco, consta:
"Diogo Gonçalves Laço - Portugues, casado com Guiomar Lopes. Veio do reino com D. Francisco de Souza, sétimo governador geral do Brasil, e na Bahia exerceu, em 1591, o cargo de Juiz de Orfãos.
Em 1597, D. Francisco de Souza nomeou-o administrador das minas e capitão da vila de São Paulo. Trouxe ele então consigo o alferes Jorge João, os mineiros Gaspar Gomes Moalho e Miguel Pinheiro Zurara e o fundidor Domingos Rodrigues além de um regimento e ordens para receber do almoxarifadoi...