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Batalha de Kasr-el-Kebir (Alcacer-Kibir)

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Batalha de Kasr-el-Kebir (Alcacer-Kibir)

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Batalha de Kasr-el-Kebir (Alcacer-Kibir)


AGO.
04
HOJE NA HISTóRIA
65
4 de agosto de 1578, sexta-feira
24/10/2025 04:14:32
•  Fontes (11)
  
  
  


Sob esta perspectiva, o trabalho analisa o processo de incorporação e posse daCapitania de São Vicente na nova lógica monárquica implantada em Portugal a partir de1580; [0]Em 4 de agosto de 1578, ocorreu a batalha de Alcácer-Quibir, no campo dos três reis, onde os portugueses sofreram uma derrota às mãos do sultão Abd al-Malik (Mulei Moluco), na qual perderam uma boa parte do seu exército e o rei D. Sebastião, morreu na batalha ou foi morto depois desta terminar.

A derrota na Batalha de Alcácer-Quibir levou à morte de Sebastião em combate e da nata da nobreza, iniciando a crise ao trono de 1580 que levou à perda da independência para a Espanha com a União Ibérica, e ao nascimento da lenda de que numa manhã de nevoeiro D. Sebastião voltaria à pátria.

Conta-se que, ao ser aconselhado a render-se, e a entregar a sua espada aos vencedores, o rei se tenha recusado com altivez, dizendo: "A liberdade real só há de perder-se com a vida.". Foram as suas últimas palavras, e é-nos dito que ao ouvi-las, "os cavaleiros arremeteram contra os infiéis; D. Sebastião seguiu-os e desapareceu aos olhos de todos envolto na multidão, deixando ... a posteridade duvidosa acerca do seu verdadeiro fim.".

Há quem defenda, por outro lado, que o seu corpo terá sido enterrado logo em Ceuta, "com toda a solemnidade". Mas para o povo português de então, o rei havia apenas desaparecido. Este desastre teria as piores consequências para o país, colocando em perigo a sua independência. O resgate dos sobreviventes ainda mais agravou as dificuldades financeiras do país.[0]

Já o nosso Francisco, o neto,acompanhou a armada de Dom Sebastião na malfadada batalha de Alcácer-Quibir naconquista do Marrocos, comandando um dos galeões da armada real, cujo almirante eraseu tio D. Diogo de Souza. [0]

Manuel de Faria e Sousa (Felgueiras, Pombeiro de Ribavizela, 18 de março de 1590 — Madrid, 3 de junho de 1649) foi um fidalgo, humanista, escritor, poeta, critico, historiador, filólogo e moralista português. As suas obras foram quase todas escritas em língua castelhana, pátria que adoptou. Foi Comendador da Ordem de Cristo. [0]Na verdade, já o historiador Faria e Sousa reportara testemunhos, como o de D. Luís de Brito, que afirmavam ter visto no final da batalha o rei à distância sem ser perseguido. Brito encontrou-o posteriormente, em direção ao rio, e segundo o historiador esta foi a última vez que ele foi visto vivo.O documento "Relação da Batalha de Alcácer que mandou um cativo ao Dr. Paulo Afonso",[18] termina informando que o Rei se retirou, e que a batalha terminou sem nenhum lado declarar vitória:Neste tempo vendo El Rei que estava na vanguarda o seu campo desbaratado, se veio recolhendo pela banda do Duque de Aveiro, e o seguiu alguma gente de cavalo e a pé, cuidando que ia fazendo uma ponta para volver sobre os mouros, viu o campo já tão desbaratado que se retirou. Durou a batalha quatro horas sem se declarar a vitória. (Documentos de várias tipologias, relativos à história portuguesa, sobretudo do reinado de D. Sebastião. [S.l.: s.n.] 1501–1650. p. 68-69 do Manuscrito (p. 144-147, do PDF) [0]



len:11551
20-31/12/2023 17:30:45
EMERSON


04/08/1578
ANO:39
  testando base


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