'“Céu Sagrado”: trabalho voluntário dedicado à comunidade 0 17/01/2015 Wildcard SSL Certificates
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   17 de janeiro de 2015, sábado
“Céu Sagrado”: trabalho voluntário dedicado à comunidade
      Atualizado em 13/02/2025 06:42:31

  
  


“Mais valem mãos que ajudam do que lábios que oram.” Assim crê Luciano Dini, presidente do Centro Espiritual Céu Sagrado. Sua veia caridosa reanima os desencorajados fazendo-os despertar com novo olhar para um maravilhoso universo.

Portanto, o princípio da criação do Céu Sagrado, que não deixa de ser um centro de educação espiritual, também, é o local onde se pratica a doutrina do Santo Daime. Lá, ensinamentos e obras assistenciais têm sido difundidas há 20 anos. O fundador, Fernando Dini Neto passou o legado para o irmão Luciano Dini em 2012, ano em que faleceu.

Desde então, Luciano cumpre a missão que lhe foi confiada. “Meu serviço é levar o indivíduo carente do senso comum à compreensão dos fatos. Deus está em todas as religiões. Se o padre pecou não é problema da religião e sim do padre que é humano. Se os supostos criminosos da revista francesa Charlie Hebdo estavam dominados pela doutrina do islamismo, a culpa pelas mortes dos 12 jornalistas não é da religião mulçumana, é decorrente do caráter de cada um . Por isso, a finalidade do Daime é tirar o indivíduo do mundo da ilusão e o trazer para a realidade”, diz Luciano

. “Somos o que queremos ser. Fazemos como queremos fazer. A muralha que tantas vezes bloqueia a realização das nossas aspirações é o nosso próprio imaginário, que precisa estar em constante fortalecimento. Como adquirir tal força? Só mesmo quem se dispõe a abrir seu coração aceitando a presença de Deus em sua vida. “Por isso o fundamento da ingestão do Santo Daime tem duas razões que podem ser totalmente benéficas para as pessoas acometidas de um mal. Por exemplo, para um dependente químico há, em primeiro lugar, a limpeza do organismo e, depois, a visão de seu erro através de lente de aumento”, explica Dini. DEPENDÊNCIA QUÍMICA – “O ser humano é livre para suas escolhas. A maioria age como bem entende, do jeito que considera ideal para seu conforto pessoal. O indivíduo que não recebe boa orientação educacional tem dificuldade para enfrentar situações conflitantes e acaba entrando em embaraços. De fato, quem procura o Céu Sagrado está disposto a mudar de vida. “O mundo está acabando. A verdadeira cura vem de Deus, mais precisamente no sagrado momento do enfrentamento com o Daime. Não considero a dependência química uma doença, e sim um desvio da personalidade, um vício como o alcoolismo, tabagismo ou alimentação abusiva . O percentual de cura nas caríssimas clínicas é muito baixa se comparada com o nosso tratamento, inteiramente gratuito; além do que em nosso ‘pronto socorro’ a cura é imediata, e na clínica particular tem duração de meses, o que reforça o meu ponto de vista”. “Nosso tratamento permite ao paciente o perfeito entendimento de seus erros e a necessidade de eliminá-los, e só essa compreensão espiritual pode libertar alguém. Mas não há remédios contra o livre-arbítrio, se o paciente for rebelde,,,”, fala Luciano. “Todo homem realizado espiritualmente é um homem feliz porque consegue enxergar além das coisas concretas e isso é o que basta para a felicidade terrena e para o alcance da divindade um dia. Fui um adolescente tímido, sentia um vazio muito grande. Esperava por algo transformador. Os anos passaram e a expectativa de que alguma coisa grandiosa podia surgir continuava. Procurei por várias religiões e nada me satisfazia . Só quando cheguei no Santo Daime essa ‘represa’ explodiu. Eu estava com 36 anos de idade. Cada vez mais procuro me aprimorar. Sofri muito para chegar onde cheguei. Ou eu aprendia ou eu morria. Eu me libertei. Sinto imensa alegria em servir a Deus. Pratico o que acredito que Deus se alegra comigo, pois cuido com extremo zelo dos filhos Dele. Estremeço só de pensar que posso desagradá-Lo. Esta missão foi a decisão mais certa de toda minha vida”. Dini conta que as sessões espirituais ocorrem duas vezes ao mês ( dias 15 e 30) no aprazível sítio do Céu Sagrado, que chega a receber cerca de 600 pessoas, não apenas da cidade, mas também de outros estados e vários países europeus. Já, na clínica, Dini atende cerca de 20 pessoas por dia quando diz atingir 90% de cura imediata da dependência química, alcoolismo, tabagismo, depressão e outras mazelas. “Caso o paciente precise retornar, o que é raríssimo, a chance de restabelecimento cai para 50%. Todos nós precisamos das virtudes do Daime, já a quantidade que deve ser ingerida é pequena, sempre dependendo da necessidade de cada um. Às vezes, o sofrimento vem da rebeldia daqueles que não querem modificar seus hábitos. Neste final dos tempos o Daime é uma misericórdia”, pontua. “Nos 20 anos em que estou aqui nunca vi nada de anormal em pacientes que beberam o chá do Santo Daime. Não há riscos maiores. Se houveram vômitos ou tonturas foram passageiros. As sensações desconfortantes são raras e imprevisíveis em qualquer grau de quem ingere o chá sagrado”. TRABALHO BENEFICENTE - “Conforme tais dados, percebemos a satisfação de Dini para com a caridade que pratica ao próximo. Faz por merecer o que oferece sem nada querer, pois este é o dom que recebeu de Deus. Recebo a quem me procura e antes de fornecer o Daime, falo tanto que, às vezes, o paciente desiste de tomar o chá e por si só decide sair do mau caminho. Quando fazemos as coisas por amor, não perdemos tempo, e, sim, ganhamos tempo para aumentar nossa dedicação!” Assim, o trabalho caridoso que Dini desenvolve na chácara e na clínica lhe causam um bem-estar enorme. “Nosso trabalho é inteiramente gratuito, muito embora tenha um custo mensal de mais de R$ 10 mil. Além da cura física e espiritual dos que nos procuram, nosso trabalho filantrópico vai bem mais além, que é fornecer alimentos aos necessitados, prestando-lhes serviços de cortes de cabelo, unhas, tratamento de feridas, e tantos outros, tudo com o auxílio de abnegados e valorosos voluntários, sem os quais muito pouco poderíamos fazer”. O Céu Sagrado deverá ser incluso no calendário turístico da cidade, através da Secretaria da Cultura, em razão do clamoroso sucesso de seu “Natal Iluminado” em verdejante um alqueire, recebendo dezenas de milhares de visitantes na época natalina, num verdadeiro espetáculo de luzes. Para despedir-se de 2014 e abraçar 2015 com muito otimismo, Luciano Dini iluminou o seu céu com 2,5 milhões de lâmpadas num espaço de 25 mil verdejantes metros quadrados. SENSO CRÍTICO - Dini demonstra sua convicção nos espontâneos dizeres que permeiam a caridade em sua vida. “Amo Sorocaba. Como toda metrópole em constante crescimento, os problemas recrudescem. O que eu puder fazer para melhorar a qualidade de vida do meu próximo eu faço, sempre contando com a sempre certa e valiosa colaboração dos nossos fantásticos voluntários. Já, na política, a corrupção extrapola nosso entendimento, o saque do dinheiro público é uma orgia incontrolável e sem fim, e são poucos os bons que se manifestam”. HOMOFOBIA - “Ainda no casamento o casal pode tornar a convivência melhor ou pior, o importante é a amizade mútua, e nessa sinceridade tudo dá certo. Quanto à homofobia que resulta em piorar uma situação, em agressões injustificadas, discordo , pois tenho por princípio me esforçar para aceitar os desiguais se me forem antagônicos: amar ao próximo como a ti mesmo é ordem divina”. Quanto ao medo que as pessoas sentem em relação às coisas no geral, Dini, acostumado nas mais diversas faces humanas, diz: “ O medo existe para quem não tem fé. Quem tem a Deus não se sente ameaçado onde estiver. Entendo o inferno como a dor contínua daquele que sofre o remorso de um mal praticado, mas pior que isso é fazer o mal e não sentir o remorso, estando ainda na máxima escuridão do espírito. Afirmo que o Santo Daime cura tudo isso”. VIDA PESSOAL - Luciano Dini tem uma família saudável. Vive um casamento feliz de 26 anos com a esposa Neli Leite Guazzelli Dini, de quem se declara “eterno marido apaixonado”, e dessa união nasceram os filhos César Augusto Dini e Carolina Dini. Seu principal lazer é estar em casa, assistindo bons programas na televisão. Dispensa outros passeios até, pois entende que seu serviço comunitário é a prioridade maior no seu dia-a-dia. “Chego a ficar contrariado em ver o mar sabendo que há tanta emergência me aguardando. Preciso ver alguém bem para eu me sentir bem. Essa é a minha droga, sou viciado naquilo que escolhi fazer. Um dia eu gostei tanto da felicidade que encontrei. Meu pai comentou que não sabia se existia alguém mais feliz que eu”.


O que é História?
Abraham Lincoln (1809-1865) dizia que "se não for verdade, não é História. Porém, é possível contar um monte de mentiras dizendo só a verdade.

Existiu um homem que pegou uma nação destruída, recuperou sua economia e devolveu o orgulho ao seu povo. Em seus quatro primeiros anos de governo, o número de desempregados caiu de 6 milhões para 900 mil pessoas. Este homem fez o produto interno bruto crescer 102% e a renda per capita dobrar, aumentou os lucros das empresas de 175 milhões para 5 bilhões de Marcos e reduziu uma hiperinflação, a no máximo 25% ao ano. Este homem adorava música e pintura e quando jovem imaginava a seguir a carreira artística. [28174] Você votaria neste homem Adolf Hitler (1889-1945)?



Quantos ou quais eventos são necessários para uma História?
Segundo Aluf Alba, arquivista do Arquivo Naciona: o documento, ele começa a ser memória já no seu nascimento, e os documentos que chegam no Arquivo Nacional fazem parte de um processo, político e técnico de escolhas. O que vai virar arquivo histórico, na verdade é um processo político de escolhas, daquilo que vai constituir um acervo que vai ser perene e que vai representar, de alguma forma a História daquela empresa, daquele grupo social e também do Brasil, como é o caso do Arquivo Nacional.

É sempre um processo político de escolha, por isso que é tão importante termos servidores públicos posicionados, de pessoas preparadas para estarem atuando nesse aspecto.


Mary Del Priori, historiadora:

Nós temos leis aqui no Brasil, que são inclusive eu diria bastante rigorosas. Elas não são cumpridas, mas nós temos leis para arquivos municipais, estaduais e arquivos federais, que deveriam ser cobradas pela própria população, para manutenção desses acervos, acervos que estão desaparecendo, como vimos recentemente com o Museu Nacional e agora com a Cinemateca de São Paulo. E no caso dos arquivos municipais, esses são os mais fragilizados, porque eles tem a memória das pequenas cidades e dos seus prefeitos, que muitas vezes fazem queimar ou fazem simplesmente desaparecer a documentação que não os interessa para a sua posteridade. Então esse, eu diria que essa vigilância sobre o nosso passado, sobre o valor dos nossos arquivos, ainda está faltando na nossa população.

Lia Calabre, historiadora:

A memória de Josef Stálin inclusive, ela serve para que não se repitam os mesmos erros, ela serve para que se aprenda e se caminhe. Os processos constantes de apagamento. Existe um depósito obrigatório de documentação que não é feita, na verdade se a gente pensar, desde que a capital foi para Brasília, os documentos não vieram mais para o Arquivo Nacional. [4080]

Quantos registros? Fernando Henrique Cardoso recupera a memória das mais influentes personalidades da história do país.

Uma das principais obras do barão chama-se "Efemérides Brasileiras". Foi publicada parcialmente em 1891 e mostra o serviço de um artesão. Ele colecionou os acontecimentos de cada dia da nossa história e enquanto viveu atualizou o manuscrito. Vejamos o que aconteceu no dia 8 de julho. Diz ele:

- Em 1691 o padre Samuel Fritz, missionário da província castelhana dos Omáguas, regressa a sua missão, depois de uma detenção de 22 meses na cidade de Belém do Pará (ver 11 de setembro de 1689).

- Em 1706 o rei de Portugal mandou fechar uma tipografia que funcionava no Recife.

- Em 1785 nasceu o pai do Duque de Caxias.

- Em 1827 um tenente repeliu um ataque argentino na Ilha de São Sebastião.

- Em 1869 o general Portinho obriga os paraguaios a abandonar o Piraporaru e atravessa esse rio.

- Em 1875 falece no Rio Grande do Sul o doutor Manuel Pereira da Silva Ubatuba, a quem se deve a preparação do extractum carnis, que se tornou um dos primeiros artigos de exportação daquela parte do Brasil.

Ainda bem que o barão estava morto em 2014 julho que a Alemanha fez seus 7 a 1 contra o Brasil.

(...) Quem já foi ministro das relações exteriores como eu trabalha numa mesa sobre a qual a um pequeno busto do barão. É como se ele continuasse lá vigiando seus sucessores.

Ele enfrentou as questões de fronteiras com habilidade de um advogado e a erudição de um historiador. Ele ganhava nas arbitragens porque de longe o Brasil levava a melhor documentação. Durante o litígio com a Argentina fez com que se localiza-se o mapa de 1749, que mostrava que a documentação adversária estava simplesmente errada.

Esse caso foi arbitrado pelo presidente Cleveland dos Estados Unidos e Rio Branco preparou a defesa do Brasil morando em uma pensão em Nova York. Conforme registrou passou quatro anos sem qualquer ida ao teatro ou a divertimento.

Vitorioso nas questões de fronteiras tornou-se um herói nacional. Poderia desembarcar entre um Rio, coisa que Nabuco provavelmente faria. O barão ouviu a sentença da arbitragem em Washington e quieto tomou o navio de volta para Liverpool. Preferia viver com seus livros e achava-se um desajeitado para a função de ministro.


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