Em 23 de julho de 1932, durante testes com um novo morteiro projetado pelos engenheiros da Escola Politécnica de São Paulo, um acidente matou o então comandante da Força Pública, coronel Júlio Marcondes Salgado e também o major da mesma corporação, José Marcelino da Fonseca. O tenente-coronel Herculano de Carvalho e Silva veio posteriormente a assumir o comando da instituição.[37]