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Mapa de America Meridional, dispuesto y gravado por D. Juan de la Cruz Cano y Olmedilla

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Mapa de America Meridional, dispuesto y gravado por D. Juan de la Cruz Cano y Olmedilla

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Carlos de Vasconcellos de Almeida Prado

Mapa de America Meridional, dispuesto y gravado por D. Juan de la Cruz Cano y Olmedilla


JAN.
01
HOJE NA HISTóRIA
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1775
24/10/2025 02:36:33
•  Imagens (7)
•  Fontes (2)
  
  
  


  1ª fonte  
  Data: 1901

“O Tupi na Geographia Nacional”. Teodoro Fernandes Sampaio (1855-1937)


No de Olmedilla, de 1775, o vocábulo conserva a primitiva grafia dos jesuítas - Anemby. [21917]


  2ª fonte  
  Data: 1902

Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. Vol. VI (1900-1901)


No mapa geográfico de Silveira Peixoto, de 1768, o primeiro em que vêm figurado os rios entre o Tieté e o Paranapanema com os nomes - Anembi-miri e Pirocaba, lê-se Anembi-graçú. No de Olmedilla, de 1775, o vocábulo conserva a primitiva grafia dos jesuítas - Anhemby, ao passo que no de d. Luiz Antonio de Souza Botelho Mourão se escreve - Niembi. Glimmer, no seu roteiro de 1602, escreveu Anhembi e João de Laet - Iniambi. A grafia, portanto, mais antiga e mais corrente é pois Anhembi, que se deve adoptar como a mais correta, e podendo-se identificar com a palavra Inhamby, ás vezes pronunciada Inhymbú, com a qual se designa a perdiz, ave galinácea outrora abundante nos campos de Piratininga ou de cima da Serra.

Portanto, a denominação antiga, dada pelos primeiros colonos portugueses, de Rio Grande de Anhemby se pode traduzir Rio Grande das Perdizes. [Página 558]
[27026]



Revista do Instituto histórico e geográfico de São Paulo
Data: 01/01/1898
Página 199 (mapa


ID: 11494


Mapa de J. C. Cano y Olmedilla
Data: 01/01/1775
01/01/1775


ID: 13408


Mapa
Data: 01/01/1775
01/01/1775


ID: 13961


Mapa
Data: 01/01/1775
01/01/1775


ID: 13962


Mapa
Data: 01/01/1775
01/01/1775


ID: 13963


Revista do Instituto histórico e geográfico de São Paulo
Data: 01/01/1898
Página 199 (mapa


ID: 11494


Mapa de J. C. Cano y Olmedilla
Data: 01/01/1775
01/01/1775


ID: 13408



Carlos de Vasconcellos de Almeida Prado



  1ª fonte  
  Data: 1901

“O Tupi na Geographia Nacional”. Teodoro Fernandes Sampaio (1855-1937)


No de Olmedilla, de 1775, o vocábulo conserva a primitiva grafia dos jesuítas - Anemby. [21917]


  2ª fonte  
  Data: 1902

Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. Vol. VI (1900-1901)


No mapa geográfico de Silveira Peixoto, de 1768, o primeiro em que vêm figurado os rios entre o Tieté e o Paranapanema com os nomes - Anembi-miri e Pirocaba, lê-se Anembi-graçú. No de Olmedilla, de 1775, o vocábulo conserva a primitiva grafia dos jesuítas - Anhemby, ao passo que no de d. Luiz Antonio de Souza Botelho Mourão se escreve - Niembi. Glimmer, no seu roteiro de 1602, escreveu Anhembi e João de Laet - Iniambi. A grafia, portanto, mais antiga e mais corrente é pois Anhembi, que se deve adoptar como a mais correta, e podendo-se identificar com a palavra Inhamby, ás vezes pronunciada Inhymbú, com a qual se designa a perdiz, ave galinácea outrora abundante nos campos de Piratininga ou de cima da Serra.

Portanto, a denominação antiga, dada pelos primeiros colonos portugueses, de Rio Grande de Anhemby se pode traduzir Rio Grande das Perdizes. [Página 558]
[27026]



len:1768
5-1948
EMERSON


01/01/1775
ANO:28
  testando base


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