“O Tupi na Geographia Nacional”. Teodoro Fernandes Sampaio (1855-1937)
No de Olmedilla, de 1775, o vocábulo conserva a primitiva grafia dos jesuítas - Anemby. [21917]
2ª fonte
Data: 1902
Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. Vol. VI (1900-1901)
No mapa geográfico de Silveira Peixoto, de 1768, o primeiro em que vêm figurado os rios entre o Tieté e o Paranapanema com os nomes - Anembi-miri e Pirocaba, lê-se Anembi-graçú. No de Olmedilla, de 1775, o vocábulo conserva a primitiva grafia dos jesuítas - Anhemby, ao passo que no de d. Luiz Antonio de Souza Botelho Mourão se escreve - Niembi. Glimmer, no seu roteiro de 1602, escreveu Anhembi e João de Laet - Iniambi. A grafia, portanto, mais antiga e mais corrente é pois Anhembi, que se deve adoptar como a mais correta, e podendo-se identificar com a palavra Inhamby, ás vezes pronunciada Inhymbú, com a qual se designa a perdiz, ave galinácea outrora abundante nos campos de Piratininga ou de cima da Serra.
Portanto, a denominação antiga, dada pelos primeiros colonos portugueses, de Rio Grande de Anhemby se pode traduzir Rio Grande das Perdizes. [Página 558] [27026]
Revista do Instituto histórico e geográfico de São Paulo Data: 01/01/1898 Página 199 (mapa
ID: 11494
Mapa de J. C. Cano y Olmedilla Data: 01/01/1775 01/01/1775
ID: 13408
Mapa Data: 01/01/1775 01/01/1775
ID: 13961
Mapa Data: 01/01/1775 01/01/1775
ID: 13962
Mapa Data: 01/01/1775 01/01/1775
ID: 13963
Revista do Instituto histórico e geográfico de São Paulo Data: 01/01/1898 Página 199 (mapa
ID: 11494
Mapa de J. C. Cano y Olmedilla Data: 01/01/1775 01/01/1775
ID: 13408
Carlos de Vasconcellos de Almeida Prado
1ª fonte
Data: 1901
“O Tupi na Geographia Nacional”. Teodoro Fernandes Sampaio (1855-1937)
No de Olmedilla, de 1775, o vocábulo conserva a primitiva grafia dos jesuítas - Anemby. [21917]
2ª fonte
Data: 1902
Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. Vol. VI (1900-1901)
No mapa geográfico de Silveira Peixoto, de 1768, o primeiro em que vêm figurado os rios entre o Tieté e o Paranapanema com os nomes - Anembi-miri e Pirocaba, lê-se Anembi-graçú. No de Olmedilla, de 1775, o vocábulo conserva a primitiva grafia dos jesuítas - Anhemby, ao passo que no de d. Luiz Antonio de Souza Botelho Mourão se escreve - Niembi. Glimmer, no seu roteiro de 1602, escreveu Anhembi e João de Laet - Iniambi. A grafia, portanto, mais antiga e mais corrente é pois Anhembi, que se deve adoptar como a mais correta, e podendo-se identificar com a palavra Inhamby, ás vezes pronunciada Inhymbú, com a qual se designa a perdiz, ave galinácea outrora abundante nos campos de Piratininga ou de cima da Serra.
Portanto, a denominação antiga, dada pelos primeiros colonos portugueses, de Rio Grande de Anhemby se pode traduzir Rio Grande das Perdizes. [Página 558] [27026]