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   29 de maio de 1453, domingo
Queda de Constantinopla
      Atualizado em 25/02/2025 04:41:44

•  Imagens (2)
•  Fontes (6)
  
  
  




Sultão Maomé II, o Conquistador*
Data: 01/01/1453
Créditos/Fonte: Konstantin Kapidagli
ID: 2826



Constantino XI, o último imperador bizantino*
Data: 01/01/1453
Créditos/Fonte: Domínio público
01/01/1453
ID: 2827



 Fontes (6)

 1°

O Descobrimento foi parceria com a Itália. Eduardo Bueno 13/12/2010 (revistaepoca.globo.com)
Data: 2010

Portugal era "a varanda debruçada sobre o Atlântico". Mas os italianos, e genoveses, em especial, foram os primeiros a desafiar aquelas águas misteriosas. Em 1291, os irmãos Vivaldi ousaram cruzar as Colunas de Hércules (o Estreito de Gilbraltar), costeando parte da África. Pouco depois, Lanzarotto Malocello descobriu as Ilhas Canárias. A partir da tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos, em maio de 1453, capitais genoveses e florentinos foram investidos em Portugal. Sem aquele dinheiro, os lusos dificilmente teriam sido capazes de continuar a sua aventura ultramarina.

Três ricos mercadores italianos ajudaram a bancar a armação da frota de Pedro Álvares Cabral, que partiu para a Índia e, no meio do caminho, descobriu o Brasil. Eram eles os florentinos Bartolomeo Marchionni e Girolamo Sernigi e o genovês Antonio Salvago. Dono de amplos canaviais na Ilha da Madeira, amigo do rei dom Manuel, Marchionni possuía uma fortuna calculada em 100 mil ducados e era tido como o homem mais rico de Lisboa. Sem o seu financiamento, Cabral não teria, talvez, chegado à India nem ao Brasil.


 2°

Pedro Álvares Cabral ganhou R$ 5 milhões para chefiar sua expedição. Por Alexandre Versignassi Blog do diretor de redação da SUPER e autor do livro "Crash - Uma Breve História da Economia", finalista do Prêmio Jabuti
Data: 2020


 3°

Martinho Lutero, consultado em Wikipédia
Data: 2023


 4°

Queda de Constantinopla em 1453. "Por Me. Cláudio Fernandes", consultado em brasilescola.uol.com.br
Data: 2023

O acontecimento conhecido como “Queda de Constantinopla”, ocorrido em 29 de maio de 1453, é tão importante para a história mundial que foi eleito por historiadores do século XIX como aquele que encerrava o período histórico da Idade Média e, por conseguinte, dava início à Idade Moderna. Constantinopla foi conquistada e subjugada pelo sultão otomano Mehmed II, que ficou conhecido pela alcunha de “O Conquistador”. Para compreendermos esse episódio, é necessários nos determos em alguns detalhes do contexto que o envolveu.

(...) Quando Mehmet II marchou com suas tropas para Constantinopla, em 1453, não estava disposto a negociar acordos como fizeram os sultões que o antecederam. Seu objetivo era claro: tomar a cidade e fazer dela o centro de um império ainda mais vasto para os otomanos, como descreve o historiador Alan Palmer:

Logo depois do amanhecer de terça-feira, 29 de maio de 1453, as tropas do Sultão conseguiram penetrar por um pequeno portão nas inexpugnáveis muralhas em Kerkoporta. Ao cair do sol, o que restava da cidade saqueada estava em suas mãos. Constantino XI Dragases, octogésimo sexto imperador dos gregos, morreu combatendo nas ruas estreitas sob as muralhas de oeste. Depois de mais de mil e cem anos, não restava um só imperador cristão no Oriente.


A ocupação da cidade foi rápida e uma das primeiras ações do sultão foi descaracterizar a basílica de Hagia Sofia (Igreja Cristã Ortodoxa bizantina) e transformá-la em Mesquita, como atesta também Alan Palmer:

Quando o sultão Mehmed II entrou em Constantinopla em seu portilho naquela tarde de terça-feira, foi primeiro a Santa Sofia, a igreja da Santa Sabedoria, e pôs a basílica sob sua proteção antes de ordenar que fosse transformada em mesquita. Cerca de sessenta e cinco horas mais tarde, retornou à basílica para as preces rituais do meio-dia da sexta-feira. A transformação era simbólica para os planos do Conquistador. O mesmo aconteceu quando insistiu em investir com toda a solenidade um erudito monge ortodoxo no trono patriarcal, então vago. Mehmed visava a continuidade. Para ele, o “terrível acontecimento” não era o fim definitivo de um império de expressão mundial e tampouco um novo começo para o sultanato. Queria ir além de simplesmente se apropriar de altares cristãos para colocá-los a serviço do Islã.

Essa pretensão de continuidade de elementos da cultura bizantina facilitaria para Mehmed e seus sucessores a conquista de boa parte do mundo cristão ortodoxo daquela região. O Império Otomano, que depois mudaria o nome de Constantinopla para Istambul, chegou ao seu apogeu nos três séculos seguintes.


 5°

100 anos de Turquia: como caiu o Império Otomano, a superpotência que queria ser universal. Por Norberto Paredes Role, BBC News Mundo
Data: 2023


 6°

Descobrimento da América, por Daniel Neves Silva (data da consulta em mundoeducacao.uol.com.br)
Data: 2024


1987 Hitler: propaganda da W/Brasil para a Folha de S. Paulo (1987) Atualizado em 02/04/2025 00:10:21 É possível contar um monte de mentiras dizendo só a verdade. Como a "História" de

um homem que pegou uma nação destruída, recuperou sua economia e devolveu o orgulho ao seu povo. Em seus quatro primeiros anos de governo, o número de desempregados caiu de 6 milhões para 900 mil pessoas. Este homem fez o produto interno bruto crescer 102% e a renda per capita dobrar, aumentou os lucros das empresas de 175 milhões para 5 bilhões de Marcos e reduziu uma hiperinflação, a no máximo 25% ao ano. Este homem adorava música e pintura e quando jovem imaginava a seguir a carreira artística.

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