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RecentesSéculosHoje na História (63)

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Liderada pelo “mameluco” Belchior Dias Carneiro, bandeira de Nicolau Barreto partiu sabendo da existência de ouro em “Sabarabúçú”
8 de setembro de 1602, domingo ver ano
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19/04/1928
Afonso d´Escragnolle Taunay

Correio Paulistano




01/01/1948
Alfredo Ellis Júnior

Meio Século de Bandeirismo, de Alfredo Ellis Jr.

Só o fáto da entrada de Barreto apresentar-se, no fim do ano, para penetrar no sertão, nos traz, pelo menos, um indício longínquo de que a região a a ser trilhada pelos expedicionários não seria a de temperatura mais elevada nos mêses do verão, que se aproximava, e sim a que tivesse mais amenidade de clima, durante essa fase (...)

Ora, as regiões ao norte do trópico, à medida que se aproximam do Equador, vão tendo mais quentes os mêses de novembro, dezembro, janeiro e fevereiro. Os paulistas, compreendendo que lhes seria muito mais agradável fugir a essas intempéries, oriundas do calor intenso, faziam suas expedições, buscando as terras sulinas, justamente quando êsses mêses se aproximavam, e objetivando as plagas do Norte, quando tinham precisão de mais calor nas atmosferas, que iam. ser atravessadas.

Assim, logo à primeira vista, temos um indicio de que a região a ser atravessada pelos expedicionários paulistas, que Dom Francisco de Sousa ia partir para o sertão, não seria ao norte do vilarejo planaltino.

Ao conhecer-se a composição da bandeira, que seria chefiada por Nicolau Barreto depara-se Fºm . outro indício de que a região a ser trilhada pela expedição não seria a nortista, como até então havia sido do pensamento geral (Azevedo Marques, Silva Leme Alfredo Êllis Junior e outros), mas a sulina, ou antes, a de sudoeste, porque era nessa direção que se localizava o abundante celeiro de índios mansos de Guairá, região que seria, pela quantidade humana, elevada a uma das províncias do Império teocrático-guarani, que se erigia em território castelhano.

Essa bandeira de Barreto compreendia cêrca de 300 lusos, paulistas e mamelucos, além de alguns milhares de índios flecheiros. Fôram, nessa ocasião, com Barreto, todos os futuros grandes vultos do bandeirismo da primeira metade de seiscentismo, a época heroica dessa epopeia.

Graças à organização militar que Dom Francisco deu às empreitadas de penetração bandeirante,a tropa estava bem repartida, com seus serviços em ordem, de semelhando-se, nesse particular, do que fôram, no quinhentismo, as expedições dêsse gênero.



Falecimento de Belchior Dias
01/06/1607
18/02/2026 02:56:35
Créditos/fonte: https://www.genearc.net/
  


Bandeirantes
01/01/1602
18/02/2026 02:56:45
Créditos/fonte: Capítulos da História Social de SP p.309
  
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EMERSON
1969
Antônio Bicudo
1580-1650
28 registros

2339
Antônio de Oliveira
1510-1580
18 registros

4141
Antônio Pinto, filho
f.1617
5 registros

2297
Baltazar Gonçalves, velho
1544-1620
46 registros

2329
Brás, ou Baltazar, Gonçalves, o moço, ou Malhador, ou ainda Mallo e Malho
1542-1603
21 registros

2305
Brás Gonçalves, o velho
1524-1606
46 registros

10943
Guaíra/PR
37 registros

2667
Jacques Oalte
17 registros

2291
Lopo Dias Machado
1515-1609
52 registros

2308
Luís Eanes Grou
1573-1628
25 registros

2018
Manuel Preto
1559-1630
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Orville Derby
1851-1915
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Salvador Pires de Medeiros
1580-1654
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Salvador Pires
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2428
Simão Borges Cerqueira
1554-1632
55 registros



ANO:59