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Bandeira comandada por Mateus Grou no Assungí

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Bandeira comandada por Mateus Grou no Assungí

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Bandeira comandada por Mateus Grou no Assungí


JAN.
10
HOJE NA HISTóRIA
54
10 de janeiro de 1629, quarta-feira
23/10/2025 17:11:07
•  Imagens (1)
•  Fontes (3)
  
  
  


Nos "Inventários e Testamentos", vol VII, pág.425, encontra-se referência a uma bándeira paulistaque, comandada por Mateus Grou ( um dos mais intrépidos mamelucos planaltinos, talvez de origem bri-. tanica, se internou no sertão de lbiaguira, que era eé o Alto Ribeira de Iguape, onde hoje, aproximadamente, se assenta Curitiba. Em 10 de janeiro de 1629,como se verifica no documento, estava essa bandeirano Assungf ( como nos mostra o inventário de LuizEanes, ali falecido).


 Fontes (3)

 1° fonte/1899   

História do Paraná, 1899. Romário Martins
Data: 1899


 2° fonte/1934   

“O bandeirismo paulista e o recuo do meridiano”, Alfredo Ellis Júnior (1896-1974)
Data: 1934

De São Paulo, as nascentes do Assuguy medem, em linha reta, cerca de 400 quilômetros, o que quer dizer, que a expedição teve a vencer pelo menos 600 quilômetros, através de obstáculos naturais de todo o gênero, devendo levar para chegar ao seu alvo pelo menos três meses, de onde se conclui que, em janeiro de 1629, devia a expedição estar trilhando as proximidades de Ibiaguira, ou num raio de 50 quilômetros, justamente, onde o falecimento de Luiz Eanes, nessa ocasião, denúncia a presença da expedição de Matheus (inicio do inventário de Luiz Eanes, 10 de janeiro de 1629).

Há ainda a coincidência extrema de que expedicionários, como Antonio Grou, figuram simultaneamente na lista dos companheiros de Manuel Preto, da "Relacion de los agrabios", e na expedição de Matheus Grou. Existe outro argumento ainda mais notável e interessante. É que Balthazar Gonçalves Malio, fazendo parte da expedição de Matheus Grou, sendo assinalado diversas vezes no inventário sertanejo de Luiz Eanes, saiu de São Paulo com a expedição de Manuel Preto, a 18 de outubro de 1628, conforme prova o testamento de sua mulher Jeronima Fernandes, feito em 5 de janeiro de 1630, onde diz:

"... e porque o dito meu marido de presente está ao sertão na companhia de Manuel Preto..."

Sendo que Balthazar só aparece no inventário em setembro de 1631. Não ha, pois, que duvidar terem havido estreitas ligações de organização entre as duas expedições mencionadas; e a ser assim como se evidencia, a lista dos integrantes, conhecidos de Guayrá, pode ser aumentada de vinte e três nomes identificados: [Páginas 55, 56 e 57]


 3° fonte/1948   

Meio Século de Bandeirismo, de Alfredo Ellis Jr.
Data: 1948

Nos "Inventários e Testamentos", vol VII, pág. 425, encontra-se referência a uma bándeira paulista que, comandada por Mateus Grou ( um dos mais intrépidos mamelucos planaltinos, talvez de origem britanica, se internou no sertão de lbiaguira, que era e é o Alto Ribeira de Iguape, onde hoje, aproximadamente, se assenta Curitiba. Em 10 de janeiro de 1629, como se verifica no documento, estava essa bandeira no Assungí (como nos mostra o inventário de Luiz Eanes, ali falecido).

Ora, êsse lugar era, precisamente, o marcador da rota, por onde deveria ter seguido a grande exposição de Raposo Tavares, em 1629. Ela não podia ter começado a sua faina apresadora sinão pelo Alto Tibagí, próximo do qual se localizára a gente de Mateus Grou, em 10 de janeiro de 1629. Vejamos, pois onde poderia ter estado a grande bandeira de Raposo, nessa ocasião, [Páginas 128 e 129]




[24776] História do Paraná, 1899. Romário Martins
01/01/1899

[26043] “O bandeirismo paulista e o recuo do meridiano”, Alfredo Ellis Júnior (1896-1974)
01/01/1934

[24624] Meio Século de Bandeirismo, de Alfredo Ellis Jr.
01/01/1948





 Fontes (3)

 1° fonte/1899   

História do Paraná, 1899. Romário Martins
Data: 1899


 2° fonte/1934   

“O bandeirismo paulista e o recuo do meridiano”, Alfredo Ellis Júnior (1896-1974)
Data: 1934

De São Paulo, as nascentes do Assuguy medem, em linha reta, cerca de 400 quilômetros, o que quer dizer, que a expedição teve a vencer pelo menos 600 quilômetros, através de obstáculos naturais de todo o gênero, devendo levar para chegar ao seu alvo pelo menos três meses, de onde se conclui que, em janeiro de 1629, devia a expedição estar trilhando as proximidades de Ibiaguira, ou num raio de 50 quilômetros, justamente, onde o falecimento de Luiz Eanes, nessa ocasião, denúncia a presença da expedição de Matheus (inicio do inventário de Luiz Eanes, 10 de janeiro de 1629).

Há ainda a coincidência extrema de que expedicionários, como Antonio Grou, figuram simultaneamente na lista dos companheiros de Manuel Preto, da "Relacion de los agrabios", e na expedição de Matheus Grou. Existe outro argumento ainda mais notável e interessante. É que Balthazar Gonçalves Malio, fazendo parte da expedição de Matheus Grou, sendo assinalado diversas vezes no inventário sertanejo de Luiz Eanes, saiu de São Paulo com a expedição de Manuel Preto, a 18 de outubro de 1628, conforme prova o testamento de sua mulher Jeronima Fernandes, feito em 5 de janeiro de 1630, onde diz:

"... e porque o dito meu marido de presente está ao sertão na companhia de Manuel Preto..."

Sendo que Balthazar só aparece no inventário em setembro de 1631. Não ha, pois, que duvidar terem havido estreitas ligações de organização entre as duas expedições mencionadas; e a ser assim como se evidencia, a lista dos integrantes, conhecidos de Guayrá, pode ser aumentada de vinte e três nomes identificados: [Páginas 55, 56 e 57]


 3° fonte/1948   

Meio Século de Bandeirismo, de Alfredo Ellis Jr.
Data: 1948

Nos "Inventários e Testamentos", vol VII, pág. 425, encontra-se referência a uma bándeira paulista que, comandada por Mateus Grou ( um dos mais intrépidos mamelucos planaltinos, talvez de origem britanica, se internou no sertão de lbiaguira, que era e é o Alto Ribeira de Iguape, onde hoje, aproximadamente, se assenta Curitiba. Em 10 de janeiro de 1629, como se verifica no documento, estava essa bandeira no Assungí (como nos mostra o inventário de Luiz Eanes, ali falecido).

Ora, êsse lugar era, precisamente, o marcador da rota, por onde deveria ter seguido a grande exposição de Raposo Tavares, em 1629. Ela não podia ter começado a sua faina apresadora sinão pelo Alto Tibagí, próximo do qual se localizára a gente de Mateus Grou, em 10 de janeiro de 1629. Vejamos, pois onde poderia ter estado a grande bandeira de Raposo, nessa ocasião, [Páginas 128 e 129]




[24776] História do Paraná, 1899. Romário Martins
01/01/1899

[26043] “O bandeirismo paulista e o recuo do meridiano”, Alfredo Ellis Júnior (1896-1974)
01/01/1934

[24624] Meio Século de Bandeirismo, de Alfredo Ellis Jr.
01/01/1948


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10/01/1629
ANO:59
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