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Casamento: Arrisco dizer que foi este é o ano de nascimento de Suzanna Dias, filha de Lopo e Beatriz Dias / Luzia?

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Casamento: Arrisco dizer que foi este é o ano de nascimento de Suzanna Dias, filha de Lopo e Beatriz Dias / Luzia?

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Casamento: Arrisco dizer que foi este é o ano de nascimento de Suzanna Dias, filha de Lopo e Beatriz Dias / Luzia?


JAN.
01
HOJE NA HISTóRIA
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1540
30/10/2025 19:06:52
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Fonte 1: https://www.genearc.net/index.php?op=ZGV0YWxoZVBlc3NvYS5waHA=&id=ODgzMA==
Luzia [2]Os Fernandes, conhecidos nas crônicas como Fernandes povoadores foram fundadores de Santana de Parnaíba, de Itu e de Sorocaba; eram filhos de Manuel Fernandes Ramos e de Luzia Dias, esta filhade Lopo Dias, neta de Tibiriçá (Inv. e Test., vol. 33, págs. 12 e seguintes,Pedro Taques e Silva Leme).[0]

LUZIA DIAS, married JOÃO DE MATOS DA SILVEIRA; born Abt. 1540; died Aft. 1597. ... iii. Catarina Dias Leonardes, married cavaleiro Lopo Dias Cabaço.

Neta de joao ramalho [https://www.cidadesdomeubrasil.com.br/sp/santana_de_parnaib]



Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, volume XXXII, 1937. Diretor: Paulo Duarte. Textos: Afonso d´Escragnolle Taunay (1876-1958)
1937

Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, volume XXXII, 1937. Diretor: Paulo Duarte. Textos: Afonso d´Escragnolle Taunay (1876-1958)P.s. Custodia Dias acima referida era filha de Manoel Fernandes Ramos, natural de Moura em Alentejo e Guardador da Capela de Santa Anna de Parnaíba, que depois vigairaria, é hoje vila, e de s. mer. Suzana Dias filha do referido João Ramalho, e de sua mer. Beatris Dias, filha do Cacique Teberisa, que batizando-se se chamou Martim Affonso. [Página 27]


João Batista de Castro Junior
2005

“A língua geral em São Paulo: instrumentalidade e fins ideológicos”. João Batista de Castro Junior, Universidade Federal da Bahia - Instituto de Letras - Programas de Pós-graduação em Letras e Lingüística
Com exceção de João Ramalho e sua filha mamaluca e de um ou outro mais raro colono, vindo de São Vicente e ali radicado desde tempo anterior, os moradores restantes não estavam suficientemente aculturados pelo modo de vida dos indígenas, de maneira a tirar partido da base oferecida pelos aborígines, e única em que podiam assentar a sua subsistência. Não conheciam a língua tupi; não tinham ainda o paladar afeiçoado aos quitutes do regime tupi; nem a pele de europeus bastante curtida para suportar as agruras dum clima físico, social e ético, tão diferente do seu, de origem.


Consulta em ancestors.familysearch.org
30 de Novembro de 2024, domingo

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Casamento de Suzanna
Data: 01/01/1583
http://www.genearc.net/index.php?op=ZGV0YWxoZVBlc3NvYS5waHA=&id=OTMzNw==


ID: 5396


Nascimento de Suzanna Dias*
Data: 01/01/1560
Créditos/Fonte: genearc.net/index.php?op=ZGV0YWxoZVBlc3NvYS5waHA=&id=ODgzMA==
01/01/1560


ID: 5374


Suzana Dias*
Data: 01/01/1552
Créditos/Fonte: geni.com/people/Suzana-Dias/6000000009997498140
01/01/1552


ID: 5372


Página 23 do livro “Baltazar Fernandes: Culpado ou Inocente?”*
Data: 01/01/1565
Créditos/Fonte: Sérgio Coelho de Oliveira
Lopo Dias, seu pai faleceu com cerca de 100 anos (...) Suzana casou-se com Manuel Fernandes Ramos (...) o casal teve 17 filhos (...)"


ID: 5376






Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, volume XXXII, 1937. Diretor: Paulo Duarte. Textos: Afonso d´Escragnolle Taunay (1876-1958)
1937

Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, volume XXXII, 1937. Diretor: Paulo Duarte. Textos: Afonso d´Escragnolle Taunay (1876-1958)P.s. Custodia Dias acima referida era filha de Manoel Fernandes Ramos, natural de Moura em Alentejo e Guardador da Capela de Santa Anna de Parnaíba, que depois vigairaria, é hoje vila, e de s. mer. Suzana Dias filha do referido João Ramalho, e de sua mer. Beatris Dias, filha do Cacique Teberisa, que batizando-se se chamou Martim Affonso. [Página 27]


João Batista de Castro Junior
2005

“A língua geral em São Paulo: instrumentalidade e fins ideológicos”. João Batista de Castro Junior, Universidade Federal da Bahia - Instituto de Letras - Programas de Pós-graduação em Letras e Lingüística
Com exceção de João Ramalho e sua filha mamaluca e de um ou outro mais raro colono, vindo de São Vicente e ali radicado desde tempo anterior, os moradores restantes não estavam suficientemente aculturados pelo modo de vida dos indígenas, de maneira a tirar partido da base oferecida pelos aborígines, e única em que podiam assentar a sua subsistência. Não conheciam a língua tupi; não tinham ainda o paladar afeiçoado aos quitutes do regime tupi; nem a pele de europeus bastante curtida para suportar as agruras dum clima físico, social e ético, tão diferente do seu, de origem.


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len:20000
20-14/01/2024 03:16:47
EMERSON


01/01/1540
ANO:41
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