'10 - -06/04/1622

Maria Alvarez é ouvida

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Maria Alvarez é ouvida

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Maria Alvarez é ouvida


ABR.
06
HOJE NA HISTóRIA
55
6 de abril de 1622, quarta-feira
23/10/2025 17:22:53
•  Fontes (1)
  
  
  


ASBRAP 3 processos Anchietanos, por Helio Abranches Viotti, S.J., fls. 23, 9, Maria Alvares (ouvida a 6 abril 1622) natural de São Paulo, com c. 67 anos, filha de Fernão Alvares e Margarida Marques.Idem, fls. 31, 12, (ouvida a 22 de novembro de 1627), natural da vila de São Paulo, com cerca de 78 anos. mulher de Baltazar Gonçalves. Era seu cunhado Bras Gonçalves. [1]

8- Baltazar Gonçalves (ouvido a 5 de abril de 1622), agricultor, natural deSantos, com cerca de 78 anos de idade, filho de Domingos Gonçalves e deAntonia Rodrigues. Tratou com Anchieta por mais ou menos 30 anos dequem foi companheiro de jornadas. Era sogro de Clemente Álvares. [Revista da ASBRAP nº 3. Página 23]


 Fontes (1)

 1° fonte/1996   

Qualificação e depoimentos das testemunhas nos processos Anchietanos mais antigos. Página 23. Revista da ASBRAP nº 3. Hélio Abranches Viotti, S.J.
Data: 1996

Maria Álvares (ouvida a 6 de abril de 1622), natural de São Paulo, com cerca de 67 anos de idade, filha de Fernão Álvares e de Margarida Marques. Hospedou Anchieta em sua casa. Contou que estando em Santos, em sua casa, Anchieta lhe disse que iria batizar seu filho. Com efeito, dando a luz em São Paulo, lá apareceu Anchieta que batizou seu filho com o nome de José. Assinou por ela Pedro Fernandes. [Página 23]




[3167] Qualificação e depoimentos das testemunhas nos processos Anchietanos mais antigos. Página 23. Revista da ASBRAP nº 3. Hélio Abranches Viotti, S.J.
01/01/1996





 Fontes (1)

 1° fonte/1996   

Qualificação e depoimentos das testemunhas nos processos Anchietanos mais antigos. Página 23. Revista da ASBRAP nº 3. Hélio Abranches Viotti, S.J.
Data: 1996

Maria Álvares (ouvida a 6 de abril de 1622), natural de São Paulo, com cerca de 67 anos de idade, filha de Fernão Álvares e de Margarida Marques. Hospedou Anchieta em sua casa. Contou que estando em Santos, em sua casa, Anchieta lhe disse que iria batizar seu filho. Com efeito, dando a luz em São Paulo, lá apareceu Anchieta que batizou seu filho com o nome de José. Assinou por ela Pedro Fernandes. [Página 23]




[3167] Qualificação e depoimentos das testemunhas nos processos Anchietanos mais antigos. Página 23. Revista da ASBRAP nº 3. Hélio Abranches Viotti, S.J.
01/01/1996


len:20145
20-22/10/2023 05:10:13
EMERSON


06/04/1622
ANO:34
  testando base


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