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André de Lião, fidalgo de Beringel, comunica Francisco de Sousa da "prata de Sabarabuçú"

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André de Lião, fidalgo de Beringel, comunica Francisco de Sousa da "prata de Sabarabuçú"

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André de Lião, fidalgo de Beringel, comunica Francisco de Sousa da "prata de Sabarabuçú"


JAN.
01
HOJE NA;HISTóRIA
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1596
23/10/2025 17:08:19
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D. Francisco, imbuído por uma série de mitos, armou em 1596 algumas expedições com origem em São Paulo, Espírito Santo e Bahia, com destino ao Rio São Francisco. Todas elas contavam com um amplo número de nativos para acessar o território, além da participação dos agentes coloniais. Não houvera nenhum achado de algum metal precioso, principalmente ouro ou prata. No entanto, os que voltaram para São Paulo estavam sob posse de alguns Tupinambás, capturados no vale do Paraíba. [Forjando "Máquina Grande" nos sertões do Atlântico: Dimensões centro-africanas na história da exploração das minas de Ipanema e na instalação de uma Real Fábrica de Ferro no Morro do Araçoiaba, 1597-1810, 2020. Franciely das Luz Oliveira. Página 54]



15/11/2012
Lucas Figueiredo

retratosdefamiliabh.blogspot.com

Primeiro registro dos Bandeirantes na região. Esta é uma das ramificações da Canastra, que mais tarde daria nome à Vila de Nossa Senhora da Serra da Saudade do Indaiá, atualmente abreviado para Dores do Indaiá, cuja vista parcial aqui se vê.

Esta é a região que já havia sido palmilhada por bandeirantes desde 1596 (por Domingos Rodrigues, Lourenço Castanho e outros), antes da arrancada de Fernão Dias Pais Leme que, deixando o antigo caminho geral do sertão do S. Francisco, infletindo à direita, procurou o país das esmeraldas.

Esta é paragem percorrida por André de Lião e Tenório de Aguilar, antes que Bartolomeu Bueno de Siqueira, partindo de S. Ana do Paraopeba, chegasse às margens do rio das crianças (região do Pitangui).

Esta é a zona que, por ter tido o bom gosto de não revelar desde logo, aos forasteiros reinóis, sua riqueza diamantina e uberdade de seu solo, e por isso cheia de índios, infestada de quilombos e de fugitivos aos rigores do erário régio, ficou abandonada e esquecida, servindo apenas de caminho para Goiás e Paracatu, até que a pecuária e a suinocultura vieram substituir as lavras auríferas esgotadas. Este é o país do futuro tipo brasileiro.


01/01/2020
Franciely da Luz Oliveira

Forjando "Máquina Grande" nos sertões do Atlântico: Dimensões centro-africanas na história da exploração das minas de Ipanema e na instalação de uma Real Fábrica de Ferro no Morro do Araçoiaba - 1597-1810. Franciely das Luz Oliveira

D. Francisco, imbuído por uma série de mitos, armou em 1596 algumas expedições com origem em São Paulo, Espírito Santo e Bahia, com destino ao Rio São Francisco. Todas elas contavam com um amplo número de nativos para acessar o território, além da participação dos agentes coloniais. Não houvera nenhum achado de algum metal precioso, principalmente ouro ou prata. No entanto, os que voltaram para São Paulo estavam sob posse de alguns Tupinambás, capturados no vale do Paraíba. [Forjando "Máquina Grande" nos sertões do Atlântico: Dimensões centro-africanas na história da exploração das minas de Ipanema e na instalação de uma Real Fábrica de Ferro no Morro do Araçoiaba, 1597-1810, 2020. Franciely das Luz Oliveira. Página 54]




15/11/2012
Lucas Figueiredo

retratosdefamiliabh.blogspot.com

Primeiro registro dos Bandeirantes na região. Esta é uma das ramificações da Canastra, que mais tarde daria nome à Vila de Nossa Senhora da Serra da Saudade do Indaiá, atualmente abreviado para Dores do Indaiá, cuja vista parcial aqui se vê.

Esta é a região que já havia sido palmilhada por bandeirantes desde 1596 (por Domingos Rodrigues, Lourenço Castanho e outros), antes da arrancada de Fernão Dias Pais Leme que, deixando o antigo caminho geral do sertão do S. Francisco, infletindo à direita, procurou o país das esmeraldas.

Esta é paragem percorrida por André de Lião e Tenório de Aguilar, antes que Bartolomeu Bueno de Siqueira, partindo de S. Ana do Paraopeba, chegasse às margens do rio das crianças (região do Pitangui).

Esta é a zona que, por ter tido o bom gosto de não revelar desde logo, aos forasteiros reinóis, sua riqueza diamantina e uberdade de seu solo, e por isso cheia de índios, infestada de quilombos e de fugitivos aos rigores do erário régio, ficou abandonada e esquecida, servindo apenas de caminho para Goiás e Paracatu, até que a pecuária e a suinocultura vieram substituir as lavras auríferas esgotadas. Este é o país do futuro tipo brasileiro.


01/01/2020
Franciely da Luz Oliveira

Forjando "Máquina Grande" nos sertões do Atlântico: Dimensões centro-africanas na história da exploração das minas de Ipanema e na instalação de uma Real Fábrica de Ferro no Morro do Araçoiaba - 1597-1810. Franciely das Luz Oliveira

D. Francisco, imbuído por uma série de mitos, armou em 1596 algumas expedições com origem em São Paulo, Espírito Santo e Bahia, com destino ao Rio São Francisco. Todas elas contavam com um amplo número de nativos para acessar o território, além da participação dos agentes coloniais. Não houvera nenhum achado de algum metal precioso, principalmente ouro ou prata. No entanto, os que voltaram para São Paulo estavam sob posse de alguns Tupinambás, capturados no vale do Paraíba. [Forjando "Máquina Grande" nos sertões do Atlântico: Dimensões centro-africanas na história da exploração das minas de Ipanema e na instalação de uma Real Fábrica de Ferro no Morro do Araçoiaba, 1597-1810, 2020. Franciely das Luz Oliveira. Página 54]

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EMERSON


01/01/1596
ANO:36
  testando base


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