'10 - -01/01/1595

Manuel Juan de Morales foi enviado pelo governador à Capitania de São Vicente onde, juntamente com outros dois mineiros (um deles alemão, Wilhelm Glymmer), diz ter descoberto a serra de “Sirasoyaba

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Manuel Juan de Morales foi enviado pelo governador à Capitania de São Vicente onde, juntamente com outros dois mineiros (um deles alemão, Wilhelm Glymmer), diz ter descoberto a serra de “Sirasoyaba

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Manuel Juan de Morales foi enviado pelo governador à Capitania de São Vicente onde, juntamente com outros dois mineiros (um deles alemão, Wilhelm Glymmer), diz ter descoberto a serra de “Sirasoyaba


JAN.
01
HOJE NA;HISTóRIA
\\windows-pd-0001.fs.locaweb.com.br\WNFS-0002\brasilbook3\Dados\cristiano\hoje\01-01total.txt
1595
28/11/2025 23:14:07



Manuel João Branco, genro do primeiro Fernão Dias, que já vivia em São Paulo ao tempo de D. Francisco, também se refere a esse caso do mineiro morto, “mineiro alemão”, escreve ele, em carta a Sua Majestade datada de 1636, apontando ainda para a abundância das minas da terra, que os moradores, mais afeiçoados à caça de carijós, punham pouca diligência em explorar. E quando iam às minas, acrescenta, não cuidavam de quintar o ouro tirado, mas vendiam-no em pó, e a sete tostões a oitava, naturalmente devido a quebras e impurezas. ["História Da Civilização Brasileira COLEÇÃO"]

Relatório de Manuel Juan de Morales das coisas de San Pablo e males de seus habitantes feito a Sua Majestade por um Manuel Juan de Morales da mesma cidade. 1636

vem f. 1 p. a este estado do Brasil no ano de 1592, enviado por seu avô de V. Mag., sendo Virey de Portugal o Duque de Alba, e vindo como governador do Brasil, D. Francisco de Sosa, que ao chegar me enviou ao Serjipe morro a mais de 200 léguas da Baía, para descobrir minas, onde Gabriel Suarez, que veio como descobridor de ouro, se perdeu.

No ano de 1595, ele me enviou a esta Capitania para descobrir um engano, e tendo encontrado, e coletado ouro, fui pessoalmente contar-lhe o que havia acontecido, e novamente ele me ordenou que voltasse na companhia de um garimpeiro. , que não fez nada. , e tendo vindo outro de prata, descobrimos uma montanha chamada Sirasoyaba, que é muito rica de Ferro, e disse que era de prata, em confirmação do que enviou uma pedra, que deve ter trazido ao pai de V. Mag. por ordem de quem veio de D. Francisco de Sosa para frequentar as minas de prata, que vendo que nada foi obtido e que o mineiro alemão havia morrido, ele enviou o mineiro de ouro, o mineiro de prata e eu ao tribunal. chegamos a Valladolid no ano de 1600. [Jesuítas e bandeirantes no Guairá (1549-1640), 1951. Páginas 182 e 183]*

No ano de 1595, foi enviado pelo governador à Capitania de São Vicente onde, juntamente com outros dois mineiros (um deles alemão), diz ter descoberto a serra de “Sirasoyaba” [1]

procura da serra de Sabarábossú[3]

Suspeita-se que, desde as primeiras notícias das descobertas, D. Franciscoestivesse predisposto a ir às capitanias do sul, visto que, já em 1595, o governadorenviou a São Paulo Sebastião de Freitas, que havia percorrido com Gabriel Soares osertão do São Francisco, e também o fundidor de ferro Manoel João [4]




01/01/1929
Francisco de Assis Carvalho Franco

“Os companheiros de D. Francisco de Souza”. Francisco de Assis Carvalho Franco (1886-1953)

Sebastião de Freitas veio com d. Francisco da Metrópole, tendo tomado parte na expedição de Gabriel Soares de Sousa (1591). Natural de Alagôa, da cidade de Silves, no Algarve, filho de Manuel Pires, passou, logo após o fracasso do senhor de engenho bahiano, para a Capitania de São Vicente, tendo se casado com d. Maria Pedroso, filha de Antonio Rodrigues de Alvarenga, tronco dos Alvarengas de São Vicente.

Exerceu os cargos de almotacel (1596-1598), juiz da Câmara (1600), vereador (1604-1609) e capitão da vila de São Paulo: a primeira vez por provisão de 22 de junho de 1606 e a segunda vez pela provisão datada de 12 de janeiro de 1609. Obteve várias dadas de chão, e uma sesmaria concedida pelo capitão-mór Pedro Vaz de Barros. Por alvará de 6 de junho de 1600, foi armado cavaleiro por d. Francisco de Sousa e nesse documento se faz referência aos serviços que prestara.

Assim, no ano de 1594, acompanhou ao capitão-mór Jorge Corrêa ao sertão - "desta Capitania a dar guerra ao inimigo, tendo vindo a esta vila de São Paulo a dar-lhe guerra e pô-la em cêrco. E no ano de 1595 acompanhou o capitão Manuel Soeiro ao sertão todo o tempo que lá andou e, no ano de 1596, acompanhou ao capitão João Pereira de Sousa ao sertão com sua pessoa e escravizados a uma guerra que para bem da dita Capitania foi dar; e, no ano de 1599 acompanhou ao capitão Diogo Gonçalves Laço, indo de socorro desta vila de São Paulo para o porto e vila de Santos a um rebate que houve de quatro velas inimigas que ali andavam e alí assistiu todo o tempo que o dito capitão esteve até se tornar para esta vila. E, outrossim, me acompanhou com suas armas e escravizados ao descobrimento das minas de ouro e prata e mais metais á serra de Biraçoiaba e ás mais partes por onde andei e, depois disto, me acompanhou até o porto e vila de Santos, indo eu de socorro por ter novas andarem na ilha de São Sebastião quatro velas inimigas..."

Sebastião de Freitas parece ter falecido depois da expedição de ataque ao Guairá (1628).


01/01/1946
Barbosa Lima Sobrinho

“O devassamento do Piauí”, Barbosa Lima Sobrinho

Presume-se que tenha partido em 1595, ou 1596, regressando oito anos depois, quando todos em sua casa já o tinham por morto, pela falta de notícia em tão grandeespaço de tempo.[p. 36]

Confirmando esses dados, o precioso manuscrito intitulado Livro que dá Rezão do Estado do Brasil escrito em 1612, informava que se não sabia onde nascia o São Francisco "posto que por ele acima se tem navegado mais de trezentas léguas, até que, espantados da multidão do gentio que encontraram, se tornaram atrás os navegantes".

Pelas medidas atuais, essas 300 léguas representariam o conhecimento do rio acima do Carinhanha e não muito longe da embocadura do Mangaí, dentro do território mineiro, o que de certo reforçaria a interpretação do "Mangai" com o famoso "Monayl" da expedição de Espinhosa. Convenhamos, porém, em que as avaliações antigas não apresentam tão grande exatidão.

De São Vicente, mais ou menos por essa época, saíra, à procura da região doo São Francisco, uma importante expedição, cujo comando se atribui a André de Leão. Não está perfeitamente apurado se se refere a essa entrada, ou a alguma outra um pouco posterior, o roteiro deixado por Wilhelm Glimmer e divulgado na obra de Piso e Markgraf. O ponto de referência, para a fixação de sua data, é a chegada de D. Francisco de Sousa a São Vicente, como governador. [p. 37]


01/01/1951
Pedro de Angelis

“Jesuítas e bandeirantes no Guairá (1549-1640)”. Pedro de Angelis (1784-1859)

Relatório de Manuel Juan de Morales das coisas de San Pablo e males de seus habitantes feito a Sua Majestade por um Manuel Juan de Morales da mesma cidade. 1636

vem f. 1 p. a este estado do Brasil no ano de 1592, enviado por seu avô de V. Mag., sendo Virey de Portugal o Duque de Alba, e vindo como governador do Brasil, D. Francisco de Sosa, que ao chegar me enviou ao Serjipe morro a mais de 200 léguas da Baía, para descobrir minas, onde Gabriel Suarez, que veio como descobridor de ouro, se perdeu.

No ano de 1595, ele me enviou a esta Capitania para descobrir um engano, e tendo encontrado, e coletado ouro, fui pessoalmente contar-lhe o que havia acontecido, e novamente ele me ordenou que voltasse na companhia de um garimpeiro. , que não fez nada. , e tendo vindo outro de prata, descobrimos uma montanha chamada Sirasoyaba, que é muito rica de Ferro, e disse que era de prata, em confirmação do que enviou uma pedra, que deve ter trazido ao pai de V. Mag. por ordem de quem veio de D. Francisco de Sosa para frequentar as minas de prata, que vendo que nada foi obtido e que o mineiro alemão havia morrido, ele enviou o mineiro de ouro, o mineiro de prata e eu ao tribunal. chegamos a Valladolid no ano de 1600. [Páginas 182 e 183]


01/01/1973
Stuart B. Schwartz

Burocracia e Sociedade no Brasil Colonial, Stuart B. Schwartz

Aparece como cidadão baiano em 1595, como um dos que requereram à Coroa os mesmos direitos que Gabriel Soares de Sousa tivera para explorar as terras do rio São Francisco (SCHWARTZ, 1973, p. 127)tendo como sócio Domingos Araujo e Cristóvão da Rocha En Relação das Praças fortes do Brasil de Diogo de Campos Moreno (c. 1609) aparece como dueño de uno de los engenhos que en ese momento hacían azúcar, sin especificar el lugar exacto en la capitanía de Bahía. Involucrado en entradas al sertão con Melchior Dias Moreira, organizadas por Luis de Sousa en torno a 1617-1619 (Livro 1 do Governo do Brasil)


01/01/1997
Sergio Buarque de Holanda

História Geral da Civilização Brasileira

Manuel João Branco, genro do primeiro Fernão Dias, que já vivia em São Paulo ao tempo de D. Francisco, também se refere a esse caso do mineiro morto, “mineiro alemão”, escreve ele, em carta a Sua Majestade datada de 1636, apontando ainda para a abundância das minas da terra, que os moradores, mais afeiçoados à caça de carijós, punham pouca diligência em explorar. E quando iam às minas, acrescenta, não cuidavam de quintar o ouro tirado, mas vendiam-no em pó, e a sete tostões a oitava, naturalmente devido a quebras e impurezas.


01/01/2007
Flávia Maria da Mata Reis

Entre faisqueiras, catas e galerias: Exploração do ouro, leis e cotidiano das Minas do Século XVIII (1702-1762), 2007. Flávia Maria da Mata Reis, Belo Horizonte, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG

No ano de 1595, foi enviado pelo governador à Capitania de São Vicente onde, juntamente com outros dois mineiros (um deles alemão), diz ter descoberto a serra de “Sirasoyaba” [Araçoiaba] (A historiografia dos descobrimentos geralmente reconhece Afonso Sardinha como o descobridor dessa serra, o que teria ocorrido nos últimos anos do século XVI. Sem necessidade de aprofundar este debate, resta dizer que nada impede que o espanhol e os Afonso Sardinha (pai e filho) tenham empreendido juntos expedições de descobrimentos em Araçoiaba.), cujas amostras, enviadas à Espanha em 1600, revelaram ser a mesma riquíssima em ferro e ouro, e não em prata como a princípio se acreditava.







01/01/1929
Francisco de Assis Carvalho Franco

“Os companheiros de D. Francisco de Souza”. Francisco de Assis Carvalho Franco (1886-1953)

Sebastião de Freitas veio com d. Francisco da Metrópole, tendo tomado parte na expedição de Gabriel Soares de Sousa (1591). Natural de Alagôa, da cidade de Silves, no Algarve, filho de Manuel Pires, passou, logo após o fracasso do senhor de engenho bahiano, para a Capitania de São Vicente, tendo se casado com d. Maria Pedroso, filha de Antonio Rodrigues de Alvarenga, tronco dos Alvarengas de São Vicente.

Exerceu os cargos de almotacel (1596-1598), juiz da Câmara (1600), vereador (1604-1609) e capitão da vila de São Paulo: a primeira vez por provisão de 22 de junho de 1606 e a segunda vez pela provisão datada de 12 de janeiro de 1609. Obteve várias dadas de chão, e uma sesmaria concedida pelo capitão-mór Pedro Vaz de Barros. Por alvará de 6 de junho de 1600, foi armado cavaleiro por d. Francisco de Sousa e nesse documento se faz referência aos serviços que prestara.

Assim, no ano de 1594, acompanhou ao capitão-mór Jorge Corrêa ao sertão - "desta Capitania a dar guerra ao inimigo, tendo vindo a esta vila de São Paulo a dar-lhe guerra e pô-la em cêrco. E no ano de 1595 acompanhou o capitão Manuel Soeiro ao sertão todo o tempo que lá andou e, no ano de 1596, acompanhou ao capitão João Pereira de Sousa ao sertão com sua pessoa e escravizados a uma guerra que para bem da dita Capitania foi dar; e, no ano de 1599 acompanhou ao capitão Diogo Gonçalves Laço, indo de socorro desta vila de São Paulo para o porto e vila de Santos a um rebate que houve de quatro velas inimigas que ali andavam e alí assistiu todo o tempo que o dito capitão esteve até se tornar para esta vila. E, outrossim, me acompanhou com suas armas e escravizados ao descobrimento das minas de ouro e prata e mais metais á serra de Biraçoiaba e ás mais partes por onde andei e, depois disto, me acompanhou até o porto e vila de Santos, indo eu de socorro por ter novas andarem na ilha de São Sebastião quatro velas inimigas..."

Sebastião de Freitas parece ter falecido depois da expedição de ataque ao Guairá (1628).


01/01/1946
Barbosa Lima Sobrinho

“O devassamento do Piauí”, Barbosa Lima Sobrinho

Presume-se que tenha partido em 1595, ou 1596, regressando oito anos depois, quando todos em sua casa já o tinham por morto, pela falta de notícia em tão grandeespaço de tempo.[p. 36]

Confirmando esses dados, o precioso manuscrito intitulado Livro que dá Rezão do Estado do Brasil escrito em 1612, informava que se não sabia onde nascia o São Francisco "posto que por ele acima se tem navegado mais de trezentas léguas, até que, espantados da multidão do gentio que encontraram, se tornaram atrás os navegantes".

Pelas medidas atuais, essas 300 léguas representariam o conhecimento do rio acima do Carinhanha e não muito longe da embocadura do Mangaí, dentro do território mineiro, o que de certo reforçaria a interpretação do "Mangai" com o famoso "Monayl" da expedição de Espinhosa. Convenhamos, porém, em que as avaliações antigas não apresentam tão grande exatidão.

De São Vicente, mais ou menos por essa época, saíra, à procura da região doo São Francisco, uma importante expedição, cujo comando se atribui a André de Leão. Não está perfeitamente apurado se se refere a essa entrada, ou a alguma outra um pouco posterior, o roteiro deixado por Wilhelm Glimmer e divulgado na obra de Piso e Markgraf. O ponto de referência, para a fixação de sua data, é a chegada de D. Francisco de Sousa a São Vicente, como governador. [p. 37]


01/01/1951
Pedro de Angelis

“Jesuítas e bandeirantes no Guairá (1549-1640)”. Pedro de Angelis (1784-1859)

Relatório de Manuel Juan de Morales das coisas de San Pablo e males de seus habitantes feito a Sua Majestade por um Manuel Juan de Morales da mesma cidade. 1636

vem f. 1 p. a este estado do Brasil no ano de 1592, enviado por seu avô de V. Mag., sendo Virey de Portugal o Duque de Alba, e vindo como governador do Brasil, D. Francisco de Sosa, que ao chegar me enviou ao Serjipe morro a mais de 200 léguas da Baía, para descobrir minas, onde Gabriel Suarez, que veio como descobridor de ouro, se perdeu.

No ano de 1595, ele me enviou a esta Capitania para descobrir um engano, e tendo encontrado, e coletado ouro, fui pessoalmente contar-lhe o que havia acontecido, e novamente ele me ordenou que voltasse na companhia de um garimpeiro. , que não fez nada. , e tendo vindo outro de prata, descobrimos uma montanha chamada Sirasoyaba, que é muito rica de Ferro, e disse que era de prata, em confirmação do que enviou uma pedra, que deve ter trazido ao pai de V. Mag. por ordem de quem veio de D. Francisco de Sosa para frequentar as minas de prata, que vendo que nada foi obtido e que o mineiro alemão havia morrido, ele enviou o mineiro de ouro, o mineiro de prata e eu ao tribunal. chegamos a Valladolid no ano de 1600. [Páginas 182 e 183]


01/01/1973
Stuart B. Schwartz

Burocracia e Sociedade no Brasil Colonial, Stuart B. Schwartz

Aparece como cidadão baiano em 1595, como um dos que requereram à Coroa os mesmos direitos que Gabriel Soares de Sousa tivera para explorar as terras do rio São Francisco (SCHWARTZ, 1973, p. 127)tendo como sócio Domingos Araujo e Cristóvão da Rocha En Relação das Praças fortes do Brasil de Diogo de Campos Moreno (c. 1609) aparece como dueño de uno de los engenhos que en ese momento hacían azúcar, sin especificar el lugar exacto en la capitanía de Bahía. Involucrado en entradas al sertão con Melchior Dias Moreira, organizadas por Luis de Sousa en torno a 1617-1619 (Livro 1 do Governo do Brasil)


01/01/1997
Sergio Buarque de Holanda

História Geral da Civilização Brasileira

Manuel João Branco, genro do primeiro Fernão Dias, que já vivia em São Paulo ao tempo de D. Francisco, também se refere a esse caso do mineiro morto, “mineiro alemão”, escreve ele, em carta a Sua Majestade datada de 1636, apontando ainda para a abundância das minas da terra, que os moradores, mais afeiçoados à caça de carijós, punham pouca diligência em explorar. E quando iam às minas, acrescenta, não cuidavam de quintar o ouro tirado, mas vendiam-no em pó, e a sete tostões a oitava, naturalmente devido a quebras e impurezas.


01/01/2007
Flávia Maria da Mata Reis

Entre faisqueiras, catas e galerias: Exploração do ouro, leis e cotidiano das Minas do Século XVIII (1702-1762), 2007. Flávia Maria da Mata Reis, Belo Horizonte, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG

No ano de 1595, foi enviado pelo governador à Capitania de São Vicente onde, juntamente com outros dois mineiros (um deles alemão), diz ter descoberto a serra de “Sirasoyaba” [Araçoiaba] (A historiografia dos descobrimentos geralmente reconhece Afonso Sardinha como o descobridor dessa serra, o que teria ocorrido nos últimos anos do século XVI. Sem necessidade de aprofundar este debate, resta dizer que nada impede que o espanhol e os Afonso Sardinha (pai e filho) tenham empreendido juntos expedições de descobrimentos em Araçoiaba.), cujas amostras, enviadas à Espanha em 1600, revelaram ser a mesma riquíssima em ferro e ouro, e não em prata como a princípio se acreditava.



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EMERSON


01/01/1595
ANO:43
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