Em dezembro do ano seguinte, os moradores voltavam a queixar-se de que “não entende o capitão nesta vila”, pontuando que ele, agora, inventara de exigir licenças para que se fizesse resgate com os índios -“nossos amigos”, segundo os camaristas -, o que tirava “as liberdades dos moradores”
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Em dezembro do ano seguinte, os moradores voltavam a queixar-se de que “não entende o capitão nesta vila”, pontuando que ele, agora, inventara de exigir licenças para que se fizesse resgate com os índios -“nossos amigos”, segundo os camaristas -, o que tirava “as liberdades dos moradores”
Em dezembro do ano seguinte, os moradores voltavam a queixar-se de que “não entende o capitão nesta vila”, pontuando que ele, agora, inventara de exigir licenças para que se fizesse resgate com os índios -“nossos amigos”, segundo os camaristas -, o que tirava “as liberdades dos moradores”