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Oficiais da Câmara ainda reclamavam que Afonso Sardinha, o pai

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Oficiais da Câmara ainda reclamavam que Afonso Sardinha, o pai

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Oficiais da Câmara ainda reclamavam que Afonso Sardinha, o pai


SET.
09
HOJE NA;HISTóRIA
54
9 de setembro de 1606, sábado
31/10/2025 21:00:31
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01/01/1969
Instituto histórico e geográfico de São Paulo

Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. Volume LXVI

Em 1606, oficiais da Câmara ainda reclamavam que Afonso Sardinha, o pai, abrigara certos índios carijós que teriam ido buscar “paz e vassalagem” junto ao donatário da capitania, e que os teria mantido em sua casa, em Carapicuíba, se recusando a remetê-los à Câmara, onde deveriam fazer as tratativas para os préstimos de obediência.

Na mesma sessão, buscava-se proibir que Sardinha, nesta altura provavelmente beirando os oitenta anos, empreendesse mais uma entrada ao sertão,como se ouvira dizer na vila.370 Neste sentido, fica claro que Afonso geria uma ampla mão de obra indígena, grande parte concentrada em sua própria aldeia, de Carapicuíba, mais tarde transferida aos padres da Companhia de Jesus através de seu testamento de 1616.


01/01/1969
Arquivo Histórico Municipal (SP)

Revista do Arquivo Municipal de São Paulo CLXXVI. Prefeitura do Município de SP

Por mais cinco anos permaneceria Sardinha na obscuridade, cuidando tão somente de seus negócios particulares. E, nesse mistér, viria a tentar, em 1606, sair em resgate a terra dos índios Carijós. Porém, na sessão da Câmara, de 9 de setembro, protestava o procurador Pero Correia, pedindo providências que embargassem a partida de Afonso Sardinha e de outro homem branco e seus escravos. Lembrassem que um enviado do antigo capitão Jerônimo Leitão, com propostas de paz, deles não retornara. Que se proibisse a entrada, evitando-se arriscar novas vidas. Acusava mais. Que o velho Sardinha recebera ultimamente uns chefes da tribo Carijó vindos a pedir pazes e a vassalagem do donatário, ocultando-os em sua morada, sem os apresentar à Câmara e nem mesmo ao capitão da terra, intentando fazê-los partir sem os mostrar. Viu-se satisfeito o procurador do Concelho, sendo Afonso Sardinha notificado para que, desde logo, sob pena de pagar a multa de "seis mil que o haviam condenado", exibisse, até às nove horas do dia imediato, os principais carijós do Paranapanema. [Páginas 610, 611 e 612 do pdf]


“Algumas notas genealógicas: livro de família: Portugal, Hespanha, Flandres-Brabante, Brazil, São Paulo-Maranhão: séculos XVI-XIX”
Data: 01/01/1886
Página 352


ID: 12770





01/01/1969
Instituto histórico e geográfico de São Paulo

Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. Volume LXVI

Em 1606, oficiais da Câmara ainda reclamavam que Afonso Sardinha, o pai, abrigara certos índios carijós que teriam ido buscar “paz e vassalagem” junto ao donatário da capitania, e que os teria mantido em sua casa, em Carapicuíba, se recusando a remetê-los à Câmara, onde deveriam fazer as tratativas para os préstimos de obediência.

Na mesma sessão, buscava-se proibir que Sardinha, nesta altura provavelmente beirando os oitenta anos, empreendesse mais uma entrada ao sertão,como se ouvira dizer na vila.370 Neste sentido, fica claro que Afonso geria uma ampla mão de obra indígena, grande parte concentrada em sua própria aldeia, de Carapicuíba, mais tarde transferida aos padres da Companhia de Jesus através de seu testamento de 1616.


01/01/1969
Arquivo Histórico Municipal (SP)

Revista do Arquivo Municipal de São Paulo CLXXVI. Prefeitura do Município de SP

Por mais cinco anos permaneceria Sardinha na obscuridade, cuidando tão somente de seus negócios particulares. E, nesse mistér, viria a tentar, em 1606, sair em resgate a terra dos índios Carijós. Porém, na sessão da Câmara, de 9 de setembro, protestava o procurador Pero Correia, pedindo providências que embargassem a partida de Afonso Sardinha e de outro homem branco e seus escravos. Lembrassem que um enviado do antigo capitão Jerônimo Leitão, com propostas de paz, deles não retornara. Que se proibisse a entrada, evitando-se arriscar novas vidas. Acusava mais. Que o velho Sardinha recebera ultimamente uns chefes da tribo Carijó vindos a pedir pazes e a vassalagem do donatário, ocultando-os em sua morada, sem os apresentar à Câmara e nem mesmo ao capitão da terra, intentando fazê-los partir sem os mostrar. Viu-se satisfeito o procurador do Concelho, sendo Afonso Sardinha notificado para que, desde logo, sob pena de pagar a multa de "seis mil que o haviam condenado", exibisse, até às nove horas do dia imediato, os principais carijós do Paranapanema. [Páginas 610, 611 e 612 do pdf]

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EMERSON


09/09/1606
ANO:48
  testando base


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