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D. Francisco solicitava à Câmara providenciar a melhora e arrumação do “caminho do mar”, terrível serpenteado de trilhas que partiam da base da serra do mar e subiam até o planalto

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D. Francisco solicitava à Câmara providenciar a melhora e arrumação do “caminho do mar”, terrível serpenteado de trilhas que partiam da base da serra do mar e subiam até o planalto

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D. Francisco solicitava à Câmara providenciar a melhora e arrumação do “caminho do mar”, terrível serpenteado de trilhas que partiam da base da serra do mar e subiam até o planalto


SET.
01
HOJE NA HISTóRIA
219
setembro de 1597, segunda-feira
24/10/2025 04:14:41
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e, em outubro, mais uma que solicitava à Câmaraprovidenciar a melhora e arrumação do “caminho do mar”, terrível serpenteado detrilhas que partiam da base da serra do mar e subiam até o planalto. O serviço deveriaser feito pela “mão comum”, mas, em março do ano seguinte, os oficiais foramobrigados a cobrar dos próprios moradores as providências quanto a este pedido.4 ["SP na órbita do império dos Felipes" José Carlos Vilardaga p.146]


 Fontes (1)

 1° fonte/1958   

“Os transportes em São Paulo no período colonial”, José Gonçalves Salvador
Data: 1958

O último, na direção norte, conduzia ao porto do Rio Tietê. Descer ao mar era ainda uma aventura das mais arriscadas, exigindo coragem e espírito de sacrifício. É verdade que o governador, D. Francisco de Souza, mandara melhorar o dito caminho em 1597 e 1598, mas nem assim podiam transitar por ele as cavalgaduras. Isto, entretanto, não impedia que uma vez ou outra surgissem na pacata vila de Piratininga mercadores forasteiros, acompanhados de seus cargueiros nativos, a trocar os artigos do comércio.




[25001] “Os transportes em São Paulo no período colonial”, José Gonçalves Salvador
30/09/1958





 Fontes (1)

 1° fonte/1958   

“Os transportes em São Paulo no período colonial”, José Gonçalves Salvador
Data: 1958

O último, na direção norte, conduzia ao porto do Rio Tietê. Descer ao mar era ainda uma aventura das mais arriscadas, exigindo coragem e espírito de sacrifício. É verdade que o governador, D. Francisco de Souza, mandara melhorar o dito caminho em 1597 e 1598, mas nem assim podiam transitar por ele as cavalgaduras. Isto, entretanto, não impedia que uma vez ou outra surgissem na pacata vila de Piratininga mercadores forasteiros, acompanhados de seus cargueiros nativos, a trocar os artigos do comércio.




[25001] “Os transportes em São Paulo no período colonial”, José Gonçalves Salvador
30/09/1958


len:20523
20-22/10/2023 22:40:39
EMERSON


01/09/1597
ANO:35
  testando base


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