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Casamento de Domingos Luis Grou com Maria da Peña, filha de Antônio da Peña e Francisca de Góis

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Casamento de Domingos Luis Grou com Maria da Peña, filha de Antônio da Peña e Francisca de Góis

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Casamento de Domingos Luis Grou com Maria da Peña, filha de Antônio da Peña e Francisca de Góis


JAN.
01
HOJE NA;HISTóRIA
\\windows-pd-0001.fs.locaweb.com.br\WNFS-0002\brasilbook3\Dados\cristiano\hoje\01-01total.txt
1554
24/10/2025 02:35:02
•  Fontes (4)
  
  
  




Luís Anes (ouvido a 11 de abril de 1622), o moço, natural de São Paulo, com cerca de 50 anos de idade, agricultor, filho de Luís Anes e de Guiomar Rodrigues. Conheceu bem ao Padre Anchieta, que viu algumas vezes em São Paulo. Discorreu sobre profecias que ele fez sobre seu pai, Luís Anes, o velho e sobre seu avô paterno Domingos Luís, o Grou. Sua mãe, Guiomar, e sua avó Maria da Pena, estavam vestidas de luto, quando as visitou Anchieta e lhe disse que se enlutaram antes da hora: “vivem ainda, a misericórdia de Deus é grande, rezem por ele, pois ainda estão entre os vivos, quanto à sua volta nada prometo”. [Depoimento de Luís Anes, 11.04.1622. Qualificação e depoimentos das testemunhas nos processos Anchietanos mais antigos. Página 26. Revista da ASBRAP nº 3. Hélio Abranches Viotti, S.J.]

Mateus Luís Grou (ouvido a 11 de outubro de 1627), natural de São Paulo, com cerca de 50 anos de idade, filho de Domingos Luís Grou e de Maria da Peña. Sendo rapaz, foi seu discípulo na escola e o acompanhou muitas vezes. Vindo Anchieta por visitador, fora visitar no Ibirapuera a casa de Clemente Álvares, que recebeu em sua casa e sítio o dito padre. Com sua chegada as flores de hortelã floresceram, não tendo flor nenhuma.Ele testemunha, junto com os mais moços da escola, foram ver. Outro caso narrado foi o de seu pai e demais companheiros que estavam no sertão em uma jornada, sendo tidos e havidos por mortos e se lhes fazia inventário de suas fazendas, por haver 7 anos que lá andavam, apartados desta vila. Do púlpito da igreja, Anchieta disse para não fazerem os inventários de Domingos Luís Grou e de seus companheiros, porquanto todos estavam vivos e somente lhes faltava uma passagem para passarem, a qual passagem suposto que o dito padre a não declarou, entenderam ser um encontro que tiveram no caminho com o gentio. Ouviu dizer a Estevão Ribeiro, o velho, o caso do breviário que lhe faltou na vila de Nossa Senhora da Conceição [Depoimento de Mateus Luís Grou, 11.10.1627. Qualificação e depoimentos das testemunhas nos processos Anchietanos mais antigos. Página 29. Revista da ASBRAP nº 3. Hélio Abranches Viotti, S.J.]



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EMERSON


01/01/1554
ANO:52
  testando base


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