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O padre Francisco Trujillo denunciou o governador Luis de Céspedes e Xeria por ter enviado o próprio Francisco Benitez a São Paulo para buscar sua mulher, Vitória de Sá

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O padre Francisco Trujillo denunciou o governador Luis de Céspedes e Xeria por ter enviado o próprio Francisco Benitez a São Paulo para buscar sua mulher, Vitória de Sá

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O padre Francisco Trujillo denunciou o governador Luis de Céspedes e Xeria por ter enviado o próprio Francisco Benitez a São Paulo para buscar sua mulher, Vitória de Sá


JAN.
01
HOJE NA HISTóRIA
\\windows-pd-0001.fs.locaweb.com.br\WNFS-0002\brasilbook3\Dados\cristiano\hoje\01-01total.txt
1631
22/01/2026 21:12:39







01/01/2010
José Carlos Vilardaga

“São Paulo na órbita do Império dos Felipes: Conexões Castelhanas de uma vila da américa portuguesa durante a União Ibérica (1580-1640)” de José Carlos Vilardaga

Ainda no ano de 1631, o padre Francisco Trujillo denunciou o governador Luis de Céspedes e Xeria por ter enviado o próprio Francisco Benitez a São Paulo para buscar sua mulher, Vitória de Sá. O padre alertava ainda que o villariquenho teria ido acertar com os paulistas a invasão das reduções, compactuando com André Fernandes, “uno de los mayores piratas y más cruel y matador de índios que fueron al serton”. [p.232]


01/01/2022
José Carlos Vilardaga

De São Vicente a Jacarepaguá: uma genealogia de mulheres tupiniquim e a itinerância da cerâmica paulista, 2022. Sílvia Peixoto, Francisco Noelli e Marianne Sallum

O resultado das relações parentais com São Paulo continuava firme em 1631, referidas no processo contra Luis Céspedes, relatando que ele despachou por Buenos Aires com “unos parientes de su mujer, que havian entrado por San Pablo, cantidad de plata labrada” (URQUIZA, 1951, p. 414). Um desses parentes era Calisto da Mota, irmão de Vasco da Mota referido acima, ambos primos de Victória em primeiro grau, filhos da irmã de Esperança, Luísa Machado, com Atanásio da Mota (FRANCO, 1954, p. 261-262), citado como “Calisto de la Mota… el qual es pariente de la muger del dicho gobernador y vino al Paraguay con la dicha governadora” (op. cit., p. 413). Eles foram citados no processo em que Luis de Céspedes é acusado de “trato y conçierto con los Portugueses de q le pusiesen 600 yndios en su ingenio” (op. cit., p. 414).

Apesar disso, ainda não encontramos provas da chegada dessas centenas de pessoas no engenho, mas ao encontrar relações parentais de Victória com os Mota, pelo lado paterno, abrimos um caminho para futuramente rastrear a mobilidade de escravizados pelos “bandeirantes” desde o Guairá até São Paulo e o Rio de Janeiro. [p. 342 e 343]



01/01/2010
José Carlos Vilardaga

“São Paulo na órbita do Império dos Felipes: Conexões Castelhanas de uma vila da américa portuguesa durante a União Ibérica (1580-1640)” de José Carlos Vilardaga

Ainda no ano de 1631, o padre Francisco Trujillo denunciou o governador Luis de Céspedes e Xeria por ter enviado o próprio Francisco Benitez a São Paulo para buscar sua mulher, Vitória de Sá. O padre alertava ainda que o villariquenho teria ido acertar com os paulistas a invasão das reduções, compactuando com André Fernandes, “uno de los mayores piratas y más cruel y matador de índios que fueron al serton”. [p.232]


01/01/2022
José Carlos Vilardaga

De São Vicente a Jacarepaguá: uma genealogia de mulheres tupiniquim e a itinerância da cerâmica paulista, 2022. Sílvia Peixoto, Francisco Noelli e Marianne Sallum

O resultado das relações parentais com São Paulo continuava firme em 1631, referidas no processo contra Luis Céspedes, relatando que ele despachou por Buenos Aires com “unos parientes de su mujer, que havian entrado por San Pablo, cantidad de plata labrada” (URQUIZA, 1951, p. 414). Um desses parentes era Calisto da Mota, irmão de Vasco da Mota referido acima, ambos primos de Victória em primeiro grau, filhos da irmã de Esperança, Luísa Machado, com Atanásio da Mota (FRANCO, 1954, p. 261-262), citado como “Calisto de la Mota… el qual es pariente de la muger del dicho gobernador y vino al Paraguay con la dicha governadora” (op. cit., p. 413). Eles foram citados no processo em que Luis de Céspedes é acusado de “trato y conçierto con los Portugueses de q le pusiesen 600 yndios en su ingenio” (op. cit., p. 414).

Apesar disso, ainda não encontramos provas da chegada dessas centenas de pessoas no engenho, mas ao encontrar relações parentais de Victória com os Mota, pelo lado paterno, abrimos um caminho para futuramente rastrear a mobilidade de escravizados pelos “bandeirantes” desde o Guairá até São Paulo e o Rio de Janeiro. [p. 342 e 343]

len:20692
20-22/12/2023 06:57:19
EMERSON


01/01/1631
ANO:63
  testando base


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