A discussão sobre João Ramalho no IHGSP teve início com a formação de uma comissão que buscava responder a uma indagação levantada no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro
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A discussão sobre João Ramalho no IHGSP teve início com a formação de uma comissão que buscava responder a uma indagação levantada no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro
A discussão sobre João Ramalho no IHGSP teve início com a formação de uma comissão que buscava responder a uma indagação levantada no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro
3 de março de 1899, sexta-feira 23/10/2025 15:54:07
• Fontes (1)
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A discussão sobre João Ramalho no IHGSP teve início com a formação de umacomissão que buscava responder a uma indagação levantada no Instituto Histórico eGeográfico Brasileiro (IHGB), pelo consócio José Luis Alves na reunião de 3 de marçode 1899. Enquanto a proposta teve pouca repercussão no próprio IHGB, os paulistas acolheram o tema ederam início a um debate acalorado. A indagação em questão referia-se à veracidade dotestamento de João Ramalho, documento citado pelo monge beneditino Frei Gaspar daMadre de Deus no século XVIII e que não havia sido encontrado por nenhum outrohistoriador até então. Propôs José Luis Alves que se lançassem os historiadores à caçadesse documento, do qual deveria haver “copia na Bibliotheca do mosteiro S. Bento deS. Paulo ou de Santos”, além de procurar averiguar o caso com a documentação dotempo. (RIHGB, 1900: 286)
Frei Agostinho de Jesus e as tradições da imaginária colonial brasileira Séculos XVI - XVII Data: 01/01/2013 Créditos/Fonte: SCHUNK, Rafael Frei Agostinho de Jesus e as tradições da imaginária colonial brasileira Séculos XVI - XVII. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2013. (Coleção PROPG Digital - UNESP). ISBN 9788579834301 página 181