“Em 1552, um correspondente comunicava que nesta casa (da Bahia) estão meninos da terra feitos à nossa mão, com os quais confessávamos alguma gente da terra que não entende a nossa fala, nem nós a sua”
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“Em 1552, um correspondente comunicava que nesta casa (da Bahia) estão meninos da terra feitos à nossa mão, com os quais confessávamos alguma gente da terra que não entende a nossa fala, nem nós a sua”
“Em 1552, um correspondente comunicava que nesta casa (da Bahia) estão meninos da terra feitos à nossa mão, com os quais confessávamos alguma gente da terra que não entende a nossa fala, nem nós a sua”
1 de janeiro de 1552, terça-feira 25/10/2025 18:40:00
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Aos curumins, ou meninos índios, deve-se um papel de particular relevância nointento catequético, já que funcionavam como controle sócio-cultural da sintonia dos seusfamiliares com a catequese e pregação jesuíticas, abominando “os usos de seusprogenitores”, escreve Anchieta (1988:89). Eram uma espécie de longa manus dosinacianos. Foi através deles que os jesuítas puderam disseminar a mensagem religiosa pelastribos de nativos, além de potencializar o conhecimento da língua geral. Relata Thales deAzevedo (1959:49): “Em 1552, um correspondente comunicava que ‘nesta casa (da Bahia)’estão meninos da terra feitos à nossa mão, com os quais confessávamos alguma gente daterra que não entende a nossa fala, nem nós a sua”